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Condecorações

Jorge Albano Antunes dos Santos, Furriel Mil.º ‘Comando’, n.º 60484571, da 33ªCCmds

 

"Pouco se fala hoje em dia nestas coisas mas é bom que para preservação do nosso orgulho como Portugueses, elas não se esqueçam"

 

Barata da Silva, Vice-Comodoro

 

HONRA E GLÓRIA

Elementos cedidos por um colaborador do portal UTW

 

 

 

CG-1-Classe-Colectiva-3-ClasseJorge Albano Antunes da Santos

 

Furriel Mil.º ‘Comando’, n.º 60484571

 

Angola: 14Jul1971 a 16Out1973

 

Centro de Instrução de Comandos

22.º curso de comandos

«A SORTE PROTEGE OS AUDAZES»

Região Militar de Angola

 «CONSTANTE E FIEL» - «AO DURO SACRIFÍCIO SE OFERECE»

 

33.ª Companhia de Comandos

«A SORTE PROTEGE OS AUDAZES»

 

Cruz de Guerra, colectiva, de 1.ª classe

 

Cruz de Guerra de 3.ª classe

 

Jorge Albano Antunes dos Santos, Furriel Mil.º ‘Comando’, n.º 60484571.


RMA-gr-vm-280Mobilizado pela Região Militar de Angola para servir Portugal naquela Província Ultramarina;


Em 14 de Julho de 1971 iniciou no Centro de Instrução de Comandos (CIC) « A SORTE PROTEGE OS
CICmds-Angola-280AUDAZES» da Região Militar de Angola (RMA) «CONSTANTE E FIEL» - «AO DURO SACRIFÍCIO SE OFERECE» o 22.º curso de comandos;


Em 29 de Outubro de 1971 conclui a especialidade 959 – Comandos e é integrado na 33.ª Companhia de Comandos (33ªCCmds);


Cracha-CMD-1Em 27 de Novembro de 1971 a sua subunidade inicia na área do Quitexe a sua actividade operacional;


33-CCmds-sem-Fundo-280Em 16 de Outubro de 1973 cessa a sua comissão de serviço;


Louvado, por feitos em combate, por despacho do Comandante-Chefe das Forças Armadas de Angola, publicado na Ordem de Serviço n.º 26, de 1 de Outubro de 1974, do Comando-Chefe das Forças Armadas de Angola;


Agraciado com a Medalha da Cruz de Guerra de 3.ª classe, por despacho do Comandante-Chefe das Forças Armadas de Angola, de 02 de Outubro de 1974, publicado na Ordem do Exército n.º 13 – 3.ª série, de 1975;


Agraciado com a Medalha da Cruz de Guerra, colectiva, de 1.ª classe, conforme Aviso (extracto) n.º 9094/2012 publicado no Diário da República, n.º 128/2012, Série II, de 4 de Julho de 2012.
 

Cruz de Guerra de 3.ª classe
 

 

CG-3-Classe-vmFurriel Miliciano, Comando
JORGE ALBANO ANTUNES DOS SANTOS
 

33ªCCmds / CICmds - CIOE
ANGOLA


3.ª CLASSE


Transcrição do Despacho publicado na Ordem do Exército n.º 13 – 3.ª série, de 1975.


Agraciado, com a Cruz de Guerra de 3.ª classe, nos termos do artigo 20.º do Regulamento da Medalha Militar, promulgado pelo Decreto n.º 566/71, de 20 de Dezembro de 1971, por despacho do Comandante-Chefe das Forças Armadas de Angola, de 02 de Outubro de 1974, o Furriel Miliciano, Comando, Jorge Albano Antunes dos Santos, da 33.ª Companhia de Comandos / Centro de Instrução de Comandos - Centro de Instrução de Operações Especiais.


Transcrição do louvar que originou a condecoração.


(Publicado na Ordem de Serviço n.º 26, de 01 de Outubro de 1974, do Comando-Chefe das Forças Armadas de Angola:


Louvado o Furriel Miliciano, Comando, Jorge Albano Antunes dos Santos, da 33.ª Companhia de Comandos / Centro de Instrução de Comandos - Centro de Instrução de Operações Especiais, pela sua relevante actuação como chefe de equipa, destacando-se em todas as acções em que tomou parte, pela coragem, capacidade de decisão, iniciativa e destemor.


De salientar o seu comportamento na operação "Átila", quando, no assalto a um acampamento inimigo com forte organização defensiva, comandou a sua equipa com grande desembaraço. eficiência, serenidade e energia sob o fogo inimigo, revelando ainda reacção rápida ao abater um elemento que detectou a presença das Nossas Tropas, e a quem capturou a arma.

 
Também na operação 'Rojão" foi exemplo de valoroso combatente pela forma como se empenhou na perseguição movida ao inimigo, durante a qual manifestou mais uma vez coragem, decisão, sangue-frio e serena energia, não obstante o fogo de armas automáticas do adversário, incutindo ao seu pessoal forte determinação, tenacidade, ardor e entusiasmo no cumprimento da missão. Ainda na mesma operação, no assalto a um acampamento, deu irrefutáveis provas da sua intuição para este tipo de guerra, pela forma destemida e valorosa como conduziu a equipa que comandava, galvanizando-a com a sua conduta, o que muito contribuiu para o elevado número de baixas causadas ao inimigo e armamento capturado.


Pelas suas qualidades de comando e de valoroso combatente e pelo seu elevado espírito de camaradagem, soube o Furriel Miliciano Santos impor-se com dignidade, muito prestigiando os Comandos, o Exército e a Pátria que devotadamente serviu.

 

 

 33-CCmds-sem-Fundo-850

 

 

 

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