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HONRA E GLÓRIA |
Elementos cedidos por um
colaborador do portal UTW |
Jorge
Manuel Gavaia
Alferes Mil.º
‘Comando’, n.º 60655568
Centro de Instrução de Comandos
«A SORTE PROTEGE OS AUDAZES»
Região Militar de Angola
«CONSTANTE E FIEL»
«AO DURO SACRIFÍCIO
SE OFERECE»
Angola: 1970
Comandante de Grupo de Combate da
30.ª Companhia de Comandos
«A SORTE PROTEGE OS AUDAZES»
Angola: 30Abr1971 a 22Nov1972
Nota:
Falecido
após o regresso - desconhece-se a data
do falecimento
Cruz de Guerra,
colectiva, de 1.ª classe
Cruz de
Guerra de 4.ª classe
Jorge
Manuel Gavaia, Alferes Mil.º ‘Comando’,
n.º 60655568.
Mobilizado
pela Região Militar de Angola para
servir Portugal naquela Província
Ultramarina;
No ano de 1970 inicia no Centro de
Instrução de Comandos (CIC – Luanda) «A
SORTE PROTEGE OS AUDAZES» da Região
Militar de Angola (RMA) «CONSTANTE E
FIEL» - «AO DURO SACRIFÍCIO SE OFERECE»
o curso de comandos;
Em
27 de Março de 1971 conclui a
especialidade 959-Comandos e é integrado
na 30.ª Companhia de Comados (30ªCCmds)
«A SORTE PROTEGE OS AUDAZES», como
comandante de Grupo de Combate;
Em
30 de Abril de 1971 a sua subunidade
inicia no noroeste de Angola a sua
actividade operacional em Zala,
Chimbila, Chafinda, Nhonga, Alto Cuito,
Cangamba, Zona Militar do Leste
(Agrupamento Siroco), Serpa Pinto, Zona
Militar do Norte;
Em 22 de Novembro de 1972 cessa a sua
comissão serviço na 30.ª Companhia de
Comados (30ªCCmds) «A SORTE PROTEGE OS
AUDAZES»;
Louvado e condecorado com a Medalha da
Cruz de Guerra de 4.ª classe, por feitos
em combate, por despacho do
Comandante-Chefe das Forças Armadas de
Angola, de 12 de Setembro de 1973,
publicado Ordem de Serviço n.º 87, de 26
de Outubro de 1973, do Quartel General
da Região Militar de Angola e na Ordem
do Exército n.º 5 – 2.ª série, de 1974.
Agraciado com a
Medalha da Cruz de
Guerra, colectiva, de 1.ª classe,
conforme Aviso (extracto) n.º 9092/2012
publicado no Diário da República, n.º
128/2012, Série II, de 4 de Julho de
2012.
Cruz de
Guerra de 4.ª classe
Alferes
Miliciano, Comando
JORGE MANUEL GAVAIA
30ªCCmds/CICmds - RMA
ANGOLA
4.ª CLASSE
Transcrição do Despacho publicado
na Ordem do Exército n.º 5 – 2.ª série,
de 1974.
Agraciado, com a Cruz de Guerra de 4.ª
classe, nos termos do artigo 20.º do
Regulamento da Medalha Militar,
promulgado pelo Decreto n.º 566/71, de
20 de Dezembro de 1971, por despacho do
Comandante-Chefe das Forças Armadas de
Angola, de 12 de Setembro de 1973, o
Alferes Miliciano, Comando, Jorge Manuel
Gavaia, da 30.ª Companhia de Comandos do
Centro de Instrução de Comandos, da
Região Militar de Angola.
Transcrição do louvor que
originou a condecoração.
(Publicado na Ordem de Serviço n.º 87,
de 26 de Outubro de 1973, do Quartel
General da Região Militar de Angola):
Por seu despacho de 12 de Setembro de
1973, o General Comandante-Chefe louvou
o Alferes Miliciano, Comando, Jorge
Manuel Gavaia, da 30.ª Companhia de
Comandos do Centro de Instrução de
Comandos, porque, durante a sua comissão
de serviço, como comandante de Grupo de
Combate, se revelou combatente de rara
estirpe, calmo, ponderado, corajoso,
agressivo e com notável sentido do
cumprimento da missão.
De destacar a sua actuação na Operação
"Obstinar" em que, consciente do
efectivo inimigo e dos fortes contactos
a que duas equipas de outro grupo
estavam a ser sujeitas, se ofereceu para
comandar as equipas de intervenção. Com
risco da própria vida, saltou com o seu
reduzido efectivo sobre o numeroso grupo
inimigo, causando-lhe baixas,
capturando-lhe material e elementos da
população de que se fazia acompanhar,
demonstrando desprezo pelo perigo e
grande serenidade debaixo de fogo.
Também na Operação "Siroco", durante o
decorrer de uma acção, em zona
totalmente inóspita, quando o seu Grupo
de Combate se encontrou em difícil
situação devido à carência de água,
conseguiu manter o moral dos seus
homens, incitando-os a resistirem e
ministrando-lhes os socorros de que
necessitavam, apesar do seu também
precário estado físico.
Revelando qualidades de coragem, decisão
e sangue-frio, é o Alferes Gavaia credor
de público testemunho de louvor pela
forma entusiástica, desinteressada e
abnegada como serviu os "Comandos" e a
Pátria.
