Coronel de Infantaria na situação
de reforma
Comandante
da
Companhia
de Caçadores 95 do Batalhão de
Caçadores 92
«E SE MAIS
HOUVERA, LÁ CHEGARA»
Angola:
01Mai1961 a 02Set1962

Comando de Agrupamento 2
«NON NOBIS SED PATRIAE»
Angola: 03Set1962 a 21Abr1963
Comandante
da
Companhia
de Caçadores 622
Guiné:
03Mar1964 a 27Jan1966
Comandante
da
Companhia de Comando e Serviços
do Batalhão de Caçadores 1933
«O QUE FIZERMOS VOS DIRÁ QUEM
SOMOS»
Guiné:27Set1967 a 25Jul1969
Quartel
General da Região Militar de Angola
Angola:
19Ago1972 a 09Jun1975
José
Bento Guimarães Figueiral, Coronel
de Infantaria na situação de
reforma, nascido no dia 25 de Abril
de 1933.
Em 6 de Outubro de 1959, tenente de
infantaria, colocado na Escola
Prática de Infantaria (EPI – Mafra)
para frequentar o curso de promoção
a capitão (informações, operações e
serviços);
Em
30 de Janeiro de 1960 conclui o
curso de promoção a capitão, sendo
colocado no Regimento de Infantaria
14 (RI14 – Viseu);
Em 21 de Abril de 1961, tendo sido
mobilizado
pelo
Regimento de Infantaria 13 (RI13 -
Vila Real) para servir
Portugal
na Província Ultramarina de Angola,
embarca em Lisboa no NTT 'Niassa'
com destino ao porto de Luanda, como
comandante da Companhia de Caçadores
95 do Batalhão de Caçadores 92
(CCac95/BCac92)
«E
SE MAIS HOUVERA, LÁ CHEGARA»;
Em
3 de Setembro de 1962 transferido
para o Comando de Agrupamento 2
(CmdAgr2) «NON NOBIS SED PATRIAE»;
Em 21 de Abril de 1963 regressa à
Metrópole,
devendo
ser colocado no Regimento de
Infantaria 10 (RI10 – Aveiro);

Em 25 de Fevereiro de 1964, tendo
sido mobilizado pelo Regimento de
Infantaria 16 (RI16 – Évora) para
servir Portugal na Província
Ultramarina da Guiné, embarca em
Lisboa
com destino a Bissau, como
comandante da Companhia de Caçadores
622 (CCac622);
Em 27 de Maio de 1965 agraciado com
a Medalha de Prata de Serviços
Distintos com palma, publicado na
Ordem do Exército n.º 15, 2.ª série,
de 1965, página
1404;
«Manda
o Governo da República Portuguesa,
pelo Ministro do Exército, adoptar,
para todos os efeitos legais, o
seguinte louvor, conferido na Ordem
de Serviço n.º 3/65, de 15 de Abril
de 1965, do Comando-Chefe da Guiné,
ao capitão de infantaria José Bento
Guimarães Figueiral, da Companhia de
Caçadores n.º 622, Batalhão de
Caçadores n.º 507, Regimento de
Infantaria n.º 2, pela forma notável
como, durante cerca de onze meses,
tem feito actuar a sua unidade numa
região reconhecida como a mais
flagelada pelo inimigo em todo o
sector do Batalhão de Caçadores n.º
507.
Tendo
sabido vencer a pouca sorte que
inicialmente atingiu a sua
companhia, o capitão Figueiral
conseguiu pouco a pouco
transformá-la numa unidade de élite, a
cuja actividade operacional e
psicossocial se deve exclusivamente
o sossego e a calma conseguidos na
região.
Comandando pessoalmente os seus
homens nas acções de maior perigo,
este oficial criou entre eles um
elevado espírito ofensivo, espírito
esse que se encontra realçado por
notáveis qualidades de resistência à
fadiga e ao sofrimento, de
dedicação, de desprezo pelo perigo e
de disciplina.
Lutando
com grande falta de meios, conseguiu
introduzir no seu improvisado
aquartelamento melhoramentos
consideráveis, os quais, aliados a
muita ordem, asseio, arrumação e
condições de defesa, o tornam um dos
melhores do sector. Por tudo isto, o
capitão Figueiral é merecedor do
maior apreço e consideração, devendo
os serviços prestados qualificados
de distintos.
Ministério do Exército, 27 de Maio
de 1965».
Em
27 de Janeiro de 1966 regressa à
Metrópole e ao Regimento de
Infantaria 10 (RI10 – Aveiro);
Em
11 de Abril de 1966, tendo sido
requisitado pelo Ministério do
Interior, fica colocado na Polícia
de Segurança Pública;
De 3 a 29 de Abril de
1967
frequenta no Centro de Instrução de
Operações Especiais (CIOE – Lamego)
o estágio de contrainsurreição
E2/1967;
Em 27 de Setembro de 1967, tendo
sido
mobilizado
pelo Regimento de Infantaria 15
(RI15 – Tomar) para
servir
Portugal na Província Ultramarina da
Guiné, embarca em Lisboa com destino
a Bissau, como comandante da
Companhia de Comando e Serviços do
Batalhão de Caçadores 1933
(CCS/BCac1933) «O QUE FIZERMOS VOS
DIRÁ QUEM SOMOS»;
Em
25 de Julho de 1969 regressa à
Metrópole, por ter sido nomeado para
frequentar no Instituto de Altos
Estudos Militares (IAEM – Pedrouços)
o curso geral de estado-maior (1969
- 1970);
Em 31 de Julho de 1970 promovido a
major, ficando em estágio durante
dois anos;
De 26 de Junho a 27 de Julho de 1972
frequenta com aproveitamento, no
Centro de Estudos Psicotécnicos do
Exército, o curso de selecção de
pessoal;
Em 3 de Agosto de 1972 termina o
estágio do curso geral de
estado-maior;
Em 19 de Agosto de 1972, tendo sido
designado pelo Estado-Maior do
Exército para servir Portugal na
Província Ultramarina de Angola,
embarca em Lisboa no Aeródromo Base
n.º 1 (AB1 - Figo Maduro) rumo a
Luanda, a fim de ser colocado no
Quartel General da Região Militar de
Angola (QG/RMA);
Em 09Jun1975 regressa
definitivamente à Metrópole.
Faleceu no dia 16 de Outubro de
2020, coronel de infantaria na
situação de reforma.