José Eduardo Figueira de Castro Neves, Coronel de
Cavalaria na situação de reforma
"Pouco se fala hoje
em dia nestas coisas mas é bom que para
preservação do nosso orgulho como Portugueses,
elas não se esqueçam"
Barata da Silva, Vice-Comodoro
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HONRA E GLÓRIA |
Elementos cedidos por um
colaborador do portal
UTW |

José Eduardo Figueira de
Castro Neves
Coronel de Cavalaria na situação de reforma
Guiné: 1963 a 1964
Comandante do
Pelotão de Reconhecimento FOX 888
Moçambique: 1966 a 1968
Reforço à
Região Militar de Moçambique
«CONSTANTE E FIEL»
«AO DURO SACRIFÍCIO SE OFERECE»
Guiné: 1970 a 1972
Comandante da
Companhia de Cavalaria 2748
Batalhão de Cavalaria 2922
«À CARGA!»
Moçambique: 1973 a 1974
Reforço à
Região Militar de Moçambique
«CONSTANTE E FIEL»
«AO DURO SACRIFÍCIO SE OFERECE»
Brevíssima resenha castrense
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segue:
José Eduardo Figueira de Castro Neves, Coronel
de Cavalaria na situação de reforma;
No final do ano lectivo de 1961-1962, Aspirante-a-Oficial de
Cavalaria da Academia Militar (AM) «DULCE ET
DECORUM EST PRO
PATRIA MORI», conclui o curso e tirocínio da especialidade
"oficial de cavalaria (B)";
De 7 de Janeiro a 16 de Fevereiro de 1963, Alferes de Cavalaria
da Escola Prática de Cavalaria (EPC – Santarém) «AO GALOPE!... À
CARGA!» - «MENS AGITAT MOLEM» frequenta no Regimento de
Infantaria 1 (RI1 - Amadora) «UBI GLORIA OMNE PERICULUM DULCE» o
2.º curso de minas e armadilhas;

Em 25 de Abril de 1963, tendo sido mobilizado pelo Regimento de
Cavalaria 7 (RC7 – Ajuda, Lisboa) «QUO TOTA VOCANT» - «REGIMENTO
DO CAIS» para servir Portugal na Província
Ultramarina da Guiné,
embarca em Lisboa rumo ao estuário do Geba como comandante do
Pelotão de Reconhecimento FOX 888 (PelRecFox888),
colocado
sucessivamente em Bissau (Maio de 1963), Aldeia Formosa (Agosto
de 1963) e Buba (Maio de 1964);
Em 5 de Junho de 1964 agraciado com a Cruz de Guerra de 3.ª
classe por distinção em combate, publicado na Ordem do Exército
n.º 13 – 2.ª série, de 1 de Julho de 1964, página 1531, e na
Revista da Cavalaria do ano de 1964, páginas 58 e 59;
Em 16 de Outubro de 1964 promovido a Tenente (com
antiguidade a
1 de Dezembro de 1964, publicado na Ordem do Exército n.º 4 –
2.ª série, de 15 de Fevereiro de 1965, páginas 396 e 398);
Em 29 de Abril de 1965 regressa à Metrópole e à Escola Prática
de Cavalaria (EPC – Santarém) «AO GALOPE!... À CARGA!» - «MENS
AGITAT MOLEM»;
Em 29 de Julho de 1965, ingressa como Capitão no q
uadro
permanente da Arma de Cavalaria;
Em 7 de Maio de 1966, mobilizado pela Escola Prática de
Cavalaria (EPC – Santarém) «AO GALOPE!... À CARGA!» - «MENS
AGITAT MOLEM» para servir Portugal na Província Ultramarina
de
Moçambique, publicado na Ordem do Exército n.º 12 - 2.ª série,
de 15 de Junho de 1966, página 1313;
De 6 de Janeiro a 8 de Fevereiro de 1969, entretanto regressado
à Metrópole, frequenta na pela Escola Prática de Cavalaria (EPC
–
Santarém) «AO GALOPE!... À CARGA!» - «MENS AGITAT MOLEM» o 1.º
curso de polícia militar para oficiais do quadro permanente;
Em 7 de Maio de 1970, agraciado com a Medalha de Mérito Militar
de 3ª classe, publicado na Ordem do Exército n.º 10 – 2.ª série,
de 15 de Maio de 1970, página 1186;
Em 18 de Julho e 1970, tendo sido mobilizado pelo Regimento de
Cavalaria 3 (RC3 – Estremoz) «DRAGÕES DE OLIVENÇA» - «…NA GUERRA
CONDUTA MAIS BRILHANTE» para servir Portugal na Província
Ultramarina da Guiné, embarca em Lisboa no NTT 'Uíge' rumo ao
estuário do Geba, como comandante da Companhia de Cavalaria 2748
(CCav2748) do Batalhão de Cavalaria 2922 (BCav2922) «À CARGA!»
destinada ao subsector de Canquelifá;
Em 16 de Dezembro de 1970, agraciado com o grau de cavaleiro da
Ordem Militar de Avis, publicado na Ordem do Exército n.º 22 –
2.ª série, de 15
de Novembro de 1972, página 2514;
Em 19 de Junho de 1972, embarca em Bissau de regresso à
Metrópole;
Em 17 de Fevereiro de 1973, louvado e agraciado com a Medalha de
Prata de Serviços Distintos com palma, publicado na Ordem do
Exército n.º 6 – 2.ª série, de 15 de Março de 1973, página 614,
658 e 659, e no Diário do Governo n.º 51 – 2.ª série, de 1 de
Março de 1973;
Em 6 de Maio de 1973, nomeado, por imposição, para fazer parte
das tropas de reforço à guarnição normal da Região Militar de
Moçambique, publicado na Ordem do Exército n.º
12, de 15 de
Junho de 1973, página 1493;
Em 1 de Janeiro de 1974, encontrando-se na Província Ultramarina
de
Moçambique como adido em comissão de serviço, graduado no
posto de Major em reforço à guarnição normal da Região Militar
de Moçambique;
Em 20 de Novembro de 1974, promovido no posto de Major, pelo
Decreto-Lei n.º 633/74, mantendo a antiguidade que já tinha,
publicado na Ordem do Exército n.º 4 – 2.ª série, de 15 de
Fevereiro de 1975, páginas 569 e 572;
Em 16 de Dezembro de 1974, Major de Cavalaria, supranumerário,
colocado no Regimento de Cavalaria 3 (RC3 – Estremoz) «DRAGÕES
DE OLIVENÇA» - «…NA GUERRA CONDUTA MAIS BRILHANTE», publicado na
Ordem do Exército n.º 20 – 2.ª série, de 15 de Outubro de 1975,
página 2813;
Em 25 de Novembro de 1975, estava colocado na
Escola Prática de Cavalaria (EPC – Santarém)
«AO GALOPE!... À CARGA!» - «MENS AGITAT MOLEM».
