Sargento-Mor Pára-Quedista
Angola:
20Abr1963 a 07Mai1965
2.ª Companhia de Caçadores
Pára-Quedistas
Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas
21
«GENTE
OUSADA MAIS QUE QUANTAS»
2.ª Região Aérea «FIDELIDADE E
GRANDEZA»
Moçambique: 17Nov1966 a 27Jun1969
1.ª Companhia de Caçadores
Pára-Quedistas
«VINCERE ESTE VELLE»
Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas
31
«HONRA-SE A PÁTRIA DE TAL GENTE»
3.ª Região Aérea «LEALDADE E
CONFIANÇA»
Moçambique: 11Out1970 a 03Out1971
1.ª Companhia de Caçadores
Pára-Quedistas
«VINCERE ESTE VELLE»
Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas
31
«HONRA-SE A PÁTRIA DE TAL GENTE»
3.ª Região Aérea «LEALDADE E
CONFIANÇA»
Guiné:
20Abr a 31Jul1974
Companhia de Caçadores
Pára-Quedistas 123
Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas
12«UNIDADE E LUTA»
Zona Aérea de Cabo Verde e Guiné
«ESFORÇO E VALOR»
Angola:
Fev Nov1975
2.ª Companhia de Caçadores
Pára-Quedistas
Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas
21
«GENTE
OUSADA MAIS QUE QUANTAS»
2.ª Região Aérea «FIDELIDADE E
GRANDEZA»
|
Medalha de Ouro de Valor
Militar com Palma
Colectiva |
|
Medalha de Cobre de
Valor Militar com Palma |
|
Medalha da Cruz de
Guerra de 1.ª Classe
Colectiva |
|
Medalha de Cobre de
Serviços Distintos com
Palma |
|
Medalha de Prata de
Comportamento Exemplar |
|
Prémio do Governador
Geral de Moçambique |
|
Medalha Comemorativa
das Campanhas das Forças
Armadas com a legenda
“Norte de Angola 1963 –
65” |
|
Medalha Comemorativa
das Campanhas das Forças
Armadas com a legenda
“Moçambique 1966 – 68” |

José
Joaquim do Rosário Lourenço,
Sargento-Mor Pára-Quedista, nascido
no dia 04 de Março de 1936, na
freguesia de Ulme, concelho
da
Chamusca, distrito de Santarém;
Em 03 de Abril de 1957, incorporado
no Exército «PORTUGAL E SÃO JORGE» -
«EM PERIGOSE GUERRAS ESFORÇADOS»;
Em
Janeiro de 1958, ainda no período de
serviço militar obrigatório,
voluntaria-se para a Escola de
Tropas Paraquedistas;
Em 15 de Fevereiro de 1958, inicia
no Batalhão de Caçadores
Pára-Quedistas (BCP - Tancos) «QUE
NUNCA POR VENCIDOS SE CONHEÇAM» o
3.º Curso de
Paraquedismo
Militar, que veio a concluir com
aproveitamento no dia 31 de Março de
1958, pelo que lhe foi concedido o
brevet n.º 330;
Em
01 de Abril de 1958, ingressa nas
Tropas Paraquedistas;
Em 25 de Janeiro de 1960, frequenta
o Curso de Cabos Paraquedistas no
Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas
(BCP - Tancos) «QUE NUNCA POR
VENCIDOS SE CONHEÇAM», o qual veio a
concluir no dia 27 de Fevereiro de
1960;
Em 08 de Março de 1960, promovido a
2.º Cabo Pára-Quedista;
Em
08 de Maio de 1960, promovido a 1.º
Cabo Pára-Quedista;
Em 30 de Junho de 1961, promovido a
Furriel
Pára-Quedista;
Em 20 de Abril de 1963, mobilizado
pelo Regimento de Caçadores
Pára-Quedistas (RCP - Tancos) «QUE
NUNCA POR VENCIDOS SE CONHEÇAM» para
servir Portugal na Província
Ultramarina de Angola, integrado
na
2.ª Companhia de Caçadores
Pára-Quedistas (2ªCCP) do Batalhão
de Caçadores Pára-Quedistas 21
(BCP21)
«GENTE
OUSADA MAIS QUE QUANTAS» da 2.ª
Região Aérea (2ªRA) «FIDELIDADE E
GRANDEZA»;
Em 31 de Dezembro de 1963, promovido
a 2.º Sargento Pára-Quedista;

Em 07 de
Maio de 1965, regressa à Metrópole;
Agraciado com a Medalha de Cobre de
Serviços Distintos com Palma, pela
Portaria de 05 de Agosto de 1965,
publicada na Ordem à Aeronáutica n.º
33 – 2.ª série [3.ª série], de 21 de
Agosto de 1965 e na Ordem de Serviço
n.º 5, de 06 de Janeiro de 1966, do
Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas
21 (BCP21) «GENTE OUSADA MAIS QUE
QUANTAS» da 2.ª Região Aérea (2ªRA)
«FIDELIDADE E GRANDEZA»:
Segundo-Sargento
Pára-Quedista
JOSÉ JOAQUIM DO ROSÁRIO LOURENÇO
2ªCCP/BCP21
– RCP
Angola
Medalha de Cobre de Serviços
Distintos com Palma
Por Portaria de 5 de Agosto de 1965
Louvado o 2.º Sargento Pára-Quedista
JOSÉ JOAQUIM DO ROSÁRIO LOURENÇO, do
Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas
N.º 21, porque, demonstrando
relevantes qualidades de comando,
sangue-frio e valentia, a par de
elevados conhecimentos profissionais
no desempenho; em operações, das
funções de comandante de secção do
seu pelotão de combate, quando
chamado a desempenhar o cargo de
comandante de um outro pelotão, bem
mereceu a inteira confiança do seu
comandante de companhia.
Militar aprumado, enérgico e
disciplinador, vivendo devotamento a
sua profissão, bem pode ser
considerado como um exemplo vivo
para todos os sargentos que aqui
venham cumprir o seu dever.
O sargento LOURENÇO, tendo
participado em cerca de duas dezenas
de operações de combate, em todas
deu mostras das suas elevadas
qualidades de combatente nato,
impulsionando debaixo de fogo, com o
seu exemplo, os seus homens, muito
contribuindo para o elevado
rendimento atingido pelo pelotão em
que estava enquadrado, o qual no
decorrer do tempo causou baixas ao
inimigo e capturou importante
material, sendo de classificar como
extraordinária a sua actuação como
comandante de secção numa operação
na área da Mata Bala, em que, na
aproximação e tomada dum importante
acampamento inimigo, se manteve
largos minutos debaixo de fogo com a
sua secção na vanguarda, vindo a ter
papel decisivo na derrota
do
adversário.
O seu comportamento em combate, e
ainda outros méritos de valia
militar, levam a considerar os
serviços prestados por este sargento
como distintos e relevantes.
Agraciado
com a Medalha Comemorativa das
Campanhas
das Forças Armadas Portuguesas com a
legenda “Norte de Angola 1963 – 65”;
Em 14 de Outubro de 1966, promovido
a 1.º Sargento Pára-Quedista;
Em 17 de Novembro de 1966,
mobilizado
pelo
Regimento de Caçadores
Pára-Quedistas (RCP - Tancos) «QUE
NUNCA POR
VENCIDOS
SE CONHEÇAM» para servir Portugal na
Província Ultramarina de Moçambique,
integrado na 1.ª Companhia de
Caçadores Pára-Quedistas (1ªCCP)
«VINCERE ESTE VELLE» do Batalhão de
Caçadores Pára-Quedistas 31 (BCP31)
«HONRA-SE A PÁTRIA DE TAL GENTE» da
3.ª Região Aérea (3ªRA) «LEALDADE E
CONFIANÇA»;

Agraciado
com a Medalha Comemorativa das
Campanhas das Forças Armadas
Portuguesas com a legenda
“Moçambique 1966 - 68”, publicado na
Ordem de Serviço n.º 130, de 06 de
Junho de 1968, do talhão de
Caçadores Pára-Quedistas 31 (BCP31)
«HONRA-SE A PÁTRIA DE TAL GENTE»;
Distinguido
com o Prémio Governador-Geral de
Moçambique, por despacho de 03 de
Julho de 1968, do Encarregado do
Governo de Moçambique, publicado na
Ordem de Serviço n.º 176, de 26 de
Julho de 1968, do Batalhão de
Caçadores Pára-Quedistas 31 (BCP31)
«HONRA-SE A PÁTRIA DE TAL GENTE»;
Louvado por feitos em combate no
teatro de operações de Moçambique,
publicado na Ordem de Serviço n.º
107, de 05 de Setembro de 1968, do
Comando da 3.ª Região Aérea (3ªRA)
«LEALDADE E CONFIANÇA»;

Agraciado com a Medalha de Cobre de
Valor Militar com Palma, pela
Portaria de 27 de Novembro de 1968,
publicada na Ordem à Aeronáutica n.º
36 – 3.ª série, de 31 de Dezembro de
1968 e na Ordem de Serviço n.º 21,
de 25 de Janeiro de 1969, do
Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas
31 (BCP31) «HONRA-SE A PÁTRIA DE TAL
GENTE»:
Primeiro-Sargento
Pára-Quedista
JOSÉ JOAQUIM DO ROSÁRIO LOURENÇO
1ªCCP/BCP31
– RCP
Moçambique
Medalha de Cobre de Valor Militar
com Palma
Por Portaria de 27 de Novembro de
1968
Considerado como dado pelo
Secretário de Estado da Aeronáutica,
o louvor concedido ao
Primeiro-Sargento Pára-Quedista José
Joaquim do Rosário Lourenço, do
Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas
n.º 31, publicado na Ordem de
Serviço n.º 107 de 05 de Setembro de
1968, do Comando da 3.ª Região
Aérea, com a seguinte redacção:
Louvo o Primeiro-Sargento
Pára-Quedista José Joaquim do
Rosário Lourenço, do Batalhão de
Caçadores Pára-Quedistas n.º 31,
por, durante o seu tempo de
permanência no Batalhão de Caçadores
Pára-Quedistas n.º 31, ter
demonstrado sempre extraordinárias e
distintas qualidades de abnegação,
valentia, coragem, decisão,
sangue-frio, e audácia frente ao
inimigo com grave risco de vida, a
par de elevadas qualidades de bom
senso, lealdade, inteligência e
capacidade de trabalho.
Inicialmente como comandante de
secção e mais tarde como comandante
de pelotão, em face da falta de
oficiais subalternos, sempre o seu
trabalho mereceu as melhores
referências, com extraordinário
espírito de disciplina e dedicação
total ao cumprimento das missões que
lhe eram atribuídas, evidenciando o
maior desprezo pelo perigo,
galvanizando os homens sob o seu
comando para a vitória sobre o
inimigo, incutindo-lhes o acentuado
espírito agressivo e uma forte
personalidade de combatentes.
Com grande experiência de combate e
conhecedor profundo de guerra
anti-subversiva, no comando de um
grupo de combate constituído por
elementos sem experiência,
rapidamente o 1.º Sargento Rosário
Lourenço o aperfeiçoou e moldou,
que, pouco tempo depois, merecia as
melhores referências na operação
“HIENA – 3.ª fase”, e muito
contribuiu para a obtenção dos
resultados compensadores em várias
operações efectuadas.
Impulsionando e galvanizando os seus
homens pelo seu exemplo decidido e
enérgico, fez abortar uma emboscada
preparada pelo inimigo, muito
superior em número e instalado em
posições preparadas e com elevado
poder de fogo arrastando com a sua
acção decidida e enérgica, com
completo desprezo pelo perigo e
risco da própria vida os elementos
do seu pelotão até porem o inimigo
em debandada e infligindo-lhes
baixas comprovadas.
Militar extraordinariamente
disciplinado e disciplinador, de uma
correcção inexcedível e trabalhador
incansável, dotado de forte sentido
de responsabilidade e com uma
dignificante honestidade moral,
mereceu a consideração e o respeito
de quantos com ele privaram,
conseguindo obter rendimento digno
de realce, mesmo com sacrifício de
muita horas destinadas ao seu
descanso e sobrepondo-se a todas as
faltas de meios materiais e de
pessoal.
Prestando serviço nas Informações e
Operações do Batalhão de Caçadores
Pára-Quedistas n.º 31 igualmente
realizou trabalho muito eficiente,
demonstrando mais uma vez as suas
extraordinárias qualidades de
trabalho, dedicação interesse pelo
serviço e espírito de cooperação e
desenvolvendo assinalável serviço de
coordenação dos serviços a seu
cargo.
Pelo seu comportamento em combate,
demonstrativo de elevado valor
militar de combatente nato, pelas
suas qualidades profissionais,
cívicas e morais, que o fizeram
impor à estima e consideração de
todos aqueles que com ele privam e o
tornam digno de ser apontado com um
exemplo que honra as Tropas
Pára-Quedistas que se orgulham de o
ter nas suas fileiras e muito
contribui para lustre da Força Aérea
e das Forças Armadas.
No final do
ano de 1968, prorroga
voluntariamente a sua comissão em
Moçambique por 6 meses;
Em 27 de Junho de 1969, regressa à
Metrópole;

Em 1969, considerado abrangido com
direito ao uso da insígnia da
condecoração colectiva da
Cruz de Guerra
de 1.ª classe, concedida
ao
Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas
31 (BCP31) «HONRA-SE A PÁTRIA DE TAL
GENTE», da 3.ª Região
Aérea (3RA -
Moçambique)
«LEALDADE E CONFIANÇA»;
Em 11 de Outubro de 1970, mobilizado
pelo Regimento de Caçadores
Pára-Quedistas (RCP - Tancos) «QUE
NUNCA POR VENCIDOS SE CONHEÇAM» para
servir Portugal na Província
Ultramarina de Moçambique, integrado
na 1.ª Companhia de Caçadores
Pára-Quedistas (1ªCCP) «VINCERE ESTE

VELLE»
do Batalhão de Caçadores
Pára-Quedistas 31 (BCP31) «HONRA-SE
A PÁTRIA DE TAL GENTE» da 3.ª Região
Aérea (3ªRA) «LEALDADE E CONFIANÇA»;
Em 03 de Outubro de 1971, regressa à
Metrópole;
Em 1973, considerado abrangido com
direito ao uso da insígnia da
condecoração colectiva da
Medalha de
Ouro de Valor Militar, com palma,
concedida ao Batalhão de Caçadores
Pára-Quedistas 21
(BCP21)
«GENTE OUSADA MAIS QUE QUANTAS»
da 2.ª Região Aérea (2ªRA - Angola)
«FIDELIDADE E GRANDEZA»;
Em
20 de Abril de 1974, mobilizado pelo
Regimento de Caçadores
Pára-Quedistas (RCP - Tancos) «QUE
NUNCA POR VENCIDOS SE CONHEÇAM» para
servir Portugal na Província
Ultramarina da Guiné, integrado
na Companhia de
Caçadores
Pára-Quedistas 123 (CCP123) do
Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas
12 (BCP12) «UNIDADE E LUTA» da Zona
Aérea de Cabo Verde e Guiné (ZACVG)
«ESFORÇO E VALOR»;
Em
31 de Julho de 1974, regressa à
Metrópole;
Em 03 de Fevereiro de 1975,
mobilizado pelo Regimento de
Caçadores Pára-Quedistas (RCP -
Tancos) «QUE NUNCA
POR
VENCIDOS SE CONHEÇAM» para servir
Portugal na Província Ultramarina de
Angola, integrado na 2.ª Companhia
de Caçadores Pára-Quedistas (2ªCCP)
do Batalhão de Caçadores Pára-
Quedistas
21 (BCP21) «GENTE OUSADA MAIS QUE
QUANTAS» da 2.ª Região Aérea (2ªRA)
«FIDELIDADE E GRANDEZA»;
Em 10 de Novembro de 1975, regressa
à Metrópole;
Em
12 de Agosto de 1976, promovido a
Sargento-Ajudante Pára-Quedista;
Em 18 de Março de 1978, promovido a
Sargento-Chefe Pára-Quedista;
Em
18 de Março de 1979, promovido a
Sargento-Mor Pára-Quedista e
colocado no Comando do Corpo de
Tropas Paraquedistas (CCTP –
Monsanto) «QUE NUNCA POR VENCIDOS SE
CONHEÇAM»;
Em 03 de Julho de 1981, agraciado
com a Medalha de Prata de
Comportamento Exemplar;
Em 01 de Setembro de 1991, passou à
situação de reserva;
Faleceu no dia 26 de Setembro de
2020.