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Condecorações

José Luís Oleiro Maraes Alçada, Alferes Mil.º de Cavalaria

 

"Pouco se fala hoje em dia nestas coisas mas é bom que para preservação do nosso orgulho como Portugueses, elas não se esqueçam"

 

Barata da Silva, Vice-Comodoro

 

HONRA E GLÓRIA

Elementos cedidos por um colaborador do portal UTW

 

Jos-Lu-s-Oleiro-Moraes-Al-ada-350

José Luís Oleiro Moraes Alçada

 

Alferes Mil.º de Cavalaria

 

Angola: 20Ago1963 a 02Jul1966

 

Comandante do

Pelotão de Polícia Militar 890

«MORTE OU GLÓRIA»

 

Comandante de Grupo de Combate da

Companhia de Cavalaria 679

 

Batalhão de Cavalaria 682

«CAVALEIROS DE CABINDA»

«NA GUERRA CONDUTA MAIS BRILHANTE»

 

Cruz de Guerra de 4.ª classe

 

Louvor Individual e 2 Louvores Colectivos

 

Referência Elogiosa Colectiva

 

Para visualização dos conteúdos clique em cada um dos sublinhados existentes no texto que se segue:

 

José Luís Oleiro Moraes Alçada, Alferes Mil.º de Cavalaria, nascido no dia 19 de Julho de 1941 na Covilhã.


EPCEstuda num colégio interno em Castelo Branco.


Em seguida ingressa na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra.


RL2Em Maio de 1962 incorporado na Escola Prática de Cavalaria (EPC – Santarém) «MENS AGITAT MOLEN» como Cadete.


De Santarém segue como Aspirante-a-Oficial Miliciano para o Regimento de Lanceiros 2 (RL2 – Ajuda) «MORTE OU GLÓRIA», onde dá recruta a uma unidade mobilizada para a Guiné.

EPICMEFED
Depois transferido para a Escola Prática de Infantaria (EPI - Mafra) «AD UNUM», a dar instrução a um esquadrão do Curso de Oficiais Milicianos (COM) / Curso de Sargentos Milicianos (CSM).


Participa no Centro Militar de Educação Física Equitação e EMEDesportos (CMEFED - Mafra) «CORPUS MENTIS SERVUS» em provas de selecção para os ‘rangers’.


PPM890Mobilizado para Angola, lê os manuais publicados pela 2.ª Repartição (2.ªRep) do Estado Maior do Exército (EME) «NON NOBIS» intitulados "O Exército na Guerra Subversiva e "Guia para o Emprego Táctico das Pequenas CCMGrafanilUnidades na Contra Guerrilha".


Em 20 de Agosto de 1963 desembarca em Luanda no comando do Pelotão de Polícia Militar 890 (PelPM890) «MORTE OU GLÓRIA), ficando aquartelado no Grafanil.

 

Em Novembro de 1963 julgado no 1º Tribunal Militar Territorial de Angola (1ºTMTA) juntamente com 1 furriel, 1 cabo e 5 soldados


Condenado em ano e meio de prisão na Fortaleza de São Miguel, onde permanece 455 dias.


CCav679-650Terminado o tempo, segue num Nordatlas de BCav682reabastecimento para Cabinda e dali em coluna até ao Dinge, onde cada pelotão da Companhia de Cavalaria 679 (CCav679) do Batalhão de Cavalaria 682 (BCav682) «CAVALEIROS DE CABINDA» - «NA GUERRA CONDUTA MAIS BRILHANTE» cede um furriel e alguns soldados para o alferes Alçada formar o seu grupo de combate.


Em 20 de Junho de 1965 durante a Operação Cerr'os Dentes, o pelotão da Companhia de Cavalaria 679 (CCav679) é alvo de emboscada do MPLA e sofre um morto [Nota 1] e quatro BCac554feridos graves: o comandante do sector resolve intervir e avança com a Operação Nanda, prevista para lançar 150 grupos de combate em Pel-Cac964linha, entre o posto fronteiriço do Miconge e o Caio-Guembo, no extremo norte de Cabinda; o grupo de combate do alferes Alçada segue para o Luáli em reforço do Pelotão de Caçadores 964 (PelCac964) «FRONTEIROS DO MAIOMBE» adido ao Batalhão de Caçadores 554 (BCac554) «NON NOBIS».


Pouco depois desenvolve-se no norte de Cabinda a Operação Pé-de-Vento, com intervenção de várias unidades aquarteladas na área.


Em 6 de Dezembro de 1965 antes da hora de almoço, o grupo de combate do alferes Espírito Santo é atacado perto do Dinge: na emboscada morrem 12 militares [Nota 2]. O alferes Alçada segue do Dinge e atravessa o rio Lufo, monta uma emboscada do outro lado da fronteira e apanha o grupo atacante descontraído, a rir e conversar com satisfação pelo êxito obtido durante a manhã: a maior parte é dizimado pelo grupo do alferes Alçada, que recupera armamento português além de apreender uma bazooka chinesa de bambu, cantis de plástico e boas facas de combate, latas de sardinha portuguesa e 'cassoulet' de frango francês, entre outros despojos do inimigo.

 

Referência Elogiosa Colectiva - Batalhão de Cavalaria 682, publicada na Revista da Cavalaria do ano de 1965, página 156;

 

Louvor colectivo - Companhia de Cavalaria 679 -, publicado na Ordem de Serviço n.º 31 do Comando do Sector “S” da Região Militar de Angola, de 15 de Julho de 1965 e na Revista da Cavalaria do ano de 1965, pág. 152 e 153;

 

Louvado por feitos em combate no teatro de operações de Angola, publicado na Ordem de Serviço n.º 20, de 09 de Março de 1966, do Quartel General da Região Militar de Angola e na Revista da Cavalaria do ano de 1966, página 109;

 

Agraciado com a Medalha da Cruz de Guerra de 4.ª classe, publicado na Ordem do Exército n.º 19 – 2.ª série, de 1966.

 

Louvor Colectivo - Batalhão de Cavalaria 682 - por despacho de 25 de Abril de 1966 de S. Ex.ª o General Comandante da Região Militar de Angola, publicado na Revista da Cavalaria do ano de 1966, páginas 172 e 173;

 

No final de Maio de 1966, o Coronel Serras Pereira envia o alferes Alçada com o seu grupo de combate para a fronteira de Massabi, perto de Pointe Noire, a fim de escoltar o Tenente-Coronel Duarte Silva num encontro com Alexandre Pedro Claver Taty (ex-ministro do armamento do GRAE – Governo Revolucionário Angolano no Exílio).


Em 2 de Julho de 1966 embarca de regresso a Lisboa.
 

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Cruz de Guerra de 4.ª classe 

 

CG-4-Classe-czAlferes Miliciano de Cavalaria
JOSÉ LUÍS OLEIRO MORAES ALÇADA
 

CCav679/BCav682 - RC3
ANGOLA


4.ª CLASSE


Transcrição do Despacho publicado na Ordem do Exército n.º 19 – 2.ª série, de 1966.


Condecorado com a Cruz de Guerra de 4.ª classe, nos termos do artigo 12.º do Regulamento da Medalha Militar, aprovado pelo Decreto n.º 35 667, de 28 de Maio de 1946, por despacho do Comandante-Chefe das Forças Armadas de Angola, o Alferes Miliciano de Cavalaria, José Luís Oleiro Moraes Alçada, adido à Companhia de Cavalaria n.º 679 do Batalhão de Cavalaria n.º 682 - Regimento de Cavalaria n.º 3.

 
Transcrição do louvor que originou a condecoração.


(Publicado na Ordem de Serviço n.º 20, de 09 de Março de 1966, do Quartel General da Região Militar de Angola):


Louvado, o Alferes Miliciano de Cavalaria, José Luís Oleiro Moraes Alçada, da Companhia de Cavalaria n.º 679 do Batalhão de Cavalaria n.º 682, pela forma como se tem evidenciado na condução de grupos de combate em operações, orientando os movimentos do seu pessoal com o mais acertado critério e incutindo neles, pelo seu constante exemplo, um magnífico moral e notório espírito combativo.


Voluntário para comandar um grupo de combate, que actuou na região do Maiombe, na operação "Águia Verde", no decorrer da qual houve sérios contactos com o inimigo, conseguiu, mercê da sua forte determinação e elevado ânimo, cumprir cabalmente a sua missão, merecendo dos comandos sob cujas ordens actuou palavras elogiosas que muito o dignificaram e aos seus homens.


Igualmente voluntário para a operação "Nanda"
, no Maiombe, uma vez mais revelou todas as suas qualidades perante o accionamento de três armadilhas pelas Nossas Tropas, acorrendo imediatamente aos locais de rebentamento para recuperar os feridos e pesquisar a existência de outros engenhos.


Recentemente, tornou a oferecer-se para ir substituir um seu camarada ferido pelo rebentamento de uma mina numa região de forte actividade inimiga e, logo a seguir, de novo se ofereceu para o desempenho duma projectada acção especial que, a realizar-se, representaria para si grande risco de vida.


O Alferes Alçada tem assim contribuído com grande mérito para o prestígio da sua Arma, pela forma alegre, consciente e agressiva como desempenhou todas as missões de campanha em que tem participado.
 

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O Batalhão de Cavalaria 682 na

 

Revista da Cavalaria do ano de 1966

 e no

Jornal do Exército de Junho de 1967

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Nota 1:

 

Francisco António Rosa Parrinha

 

CCav679RC3-2Francisco António Rosa Parrinha, Soldado Apontador de Metralhadora, n.º 2150/63, natural da freguesia de Neves, concelho de Beja, filho de Francisco Parrinha e de Maria das Dores da Rosa, solteiro;

 

Mobilizado pelo Regimento de Cavalaria 3 (RC3 – Estremoz) «…NA GUERRA CONDUTA MAIS BRILHANTE» para servir Portugal na Província Ultramarina de Angola, integrado Companhia de Cavalaria 679 (CCav679) do Batalhão de Cavalaria 682 (BCav682) «CAVALEIROS DE CABINDA» - «NA GUERRA CONDUTA MAIS BRILHANTE»;

 

Faleceu no dia 20 de Junho de 1965 em Bata Inhuca, em consequência de ferimentos em combate;

 

Está inumado no cemitério de Cabinda, em Angola.

 

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Nota 2: 

 

Agostinho Chimuco

 

RMARILuandaAgostinho Chimuco, Soldado Corneteiro, n.º 270/64, natural do lugar de Chinguar, na freguesia de Cuima, concelho de Caála, da Província Ultramarina de Angola, filho de Eduardo Mamba e de Adelina Catumbo, solteiro;

 

Mobilizado pelo BCac11Regimento de Infantaria de Luanda «PRA 'FRENTE» da Região Militar de Angola (RMA) «CONSTANTE E FIEL» - «AO DURO SACRIFÍCIO SE OFERECE», para servir Portugal naquela Província Ultramarina, integrado na Companhia de Caçadores 113 do Batalhão de Caçadores 11 «GORILAS DO MAIOMBE» - «VOLUNTAS TUA VICTÓRIA TUA»;

 

Faleceu no dia 6 de Dezembro de 1965 a 400 metros do Povo de Vanda Conde (Belize), em consequência de ferimentos em combate;

 

Está inumado na campa n.º 13, fileira n.º 2, no Talhão Militar B, do cemitério de Cabinda, em Angola.

 


Aguinaldo Palhais

 

RILuandaRMAAguinaldo Palhais, Soldado Atirador de Infantaria, n.º 1333/64, natural do lugar de Gumba, na freguesia de Cela, concelho de Santa Comba, Província Ultramarina de Angola, filho de Palhais e de Numbombo, casado com Teresa Lombi;

 

BCac11Mobilizado pelo Regimento de Infantaria de Luanda «PRA 'FRENTE» da Região Militar de Angola (RMA) «CONSTANTE E FIEL» - «AO DURO SACRIFÍCIO SE OFERECE», para servir Portugal naquela Província Ultramarina, integrado na Companhia de Caçadores 113 do Batalhão de Caçadores 11 «GORILAS DO MAIOMBE» - «VOLUNTAS TUA VICTÓRIA TUA»;

 

Faleceu no dia 6 de Dezembro de 1965 a 400 metros do Povo de Vanda Conde (Belize), na estrada Bula Macuco e Vanda Conde, em consequência de ferimentos em combate, devido a mina anti-carro e emboscada;

 

Está inumado na campa n.º 15, fileira n.º 2, no Talhão Militar B, do cemitério de Cabinda, em Angola.

 

António Carrola Guerra

 

RC3-2CCav679António Carrola Guerra, Soldado Atirador de Cavalaria, n.º 1800/63, natural da freguesia de São Martinho, concelho de Castelo Branco, filho de António Francisco Guerra e de Conceição Carrola, solteiro;

 

Mobilizado pelo Regimento de Cavalaria 3 (RC3 – Estremoz) «…NA GUERRA CONDUTA MAIS BRILHANTE» para servir Portugal na Província Ultramarina de Angola, integrado Companhia de Cavalaria 679 (CCav679) do Batalhão de Cavalaria 682 (BCav682) «CAVALEIROS DE CABINDA» - «NA GUERRA CONDUTA MAIS BRILHANTE»;

 

Faleceu no dia 6 de Dezembro de 1965 a 400 metros do Povo de Vanda Conde (Belize), em consequência de ferimentos em combate;

 

Está inumado no cemitério de Belas (Ossário da Liga dos Combatentes).

 

 

António Manuel dos Santos

 

RILuandaRMAAntónio Manuel dos Santos, Soldado Atirador de Infantaria, n.º 93/65, natural da freguesia e concelho de Quilengues, na Província Ultramarina de Angola, filho de Manuel e de Fiena, solteiro;

 

Mobilizado pelo Regimento de BCac11Infantaria de Luanda «PRA 'FRENTE» da Região Militar de Angola (RMA) «CONSTANTE E FIEL» - «AO DURO SACRIFÍCIO SE OFERECE», para servir Portugal naquela Província Ultramarina, integrado na Companhia de Caçadores 113 do Batalhão de Caçadores 11 «GORILAS DO MAIOMBE» - «VOLUNTAS TUA VICTÓRIA TUA»;

 

Faleceu no dia 6 de Dezembro de 1965 a 400 metros do Povo de Vanda Conde (Belize), em consequência de ferimentos em combate;

 

Está inumado na campa n.º 14, fileira n.º 2, no Talhão Militar B, do cemitério de Cabinda, em Angola.

 

Ernesto Matete

 

RILuandaRMAErnesto Matete, Soldado Atirador de Infantaria, n.º 152/64, natural do lugar de Branca, da freguesia e concelho de Bailundo, na Província Ultramarina de Angola, filho de Epalanca Bota e de Crescinda, casado com Florinda Longué;

 

1-CCac-RILuandaMobilizado pelo Regimento de RI20 Infantaria de Luanda «PRA 'FRENTE» da Região Militar de Angola (RMA) «CONSTANTE E FIEL» - «AO DURO SACRIFÍCIO SE OFERECE», para servir Portugal naquela Província Ultramarina, integrado na 1.ª Companhia de Caçadores Indígena do 1.º Batalhão do Regimento de Infantaria 20 «PRA 'FRENTE»;

 

Faleceu no dia 6 de Dezembro de 1965 a 400 metros do Povo de Vanda Conde (Belize), na estrada Bula Macuco e Vanda Conde, em consequência de ferimentos em combate, devido a mina anti-carro e emboscada;

 

Está inumado na campa n.º 15, fileira n.º 2, no Talhão Militar, do cemitério de Cabinda, em Angola.

 

 

Jambe Saperinho

 

RILuandaRMAJambe Saperinho, Soldado Atirador de Infantaria, n.º 1449/63, natural do lugar de Chiveio, na freguesia de Negola, concelho Quilengues, na Província Ultramarina de Angola, filho de Camate e de Mualoia, casado com Angelina Bimbi;

 

RI20Mobilizado pelo Regimento de Infantaria de Luanda «PRA 'FRENTE» da Região Militar de Angola (RMA) «CONSTANTE E FIEL» - «AO DURO SACRIFÍCIO SE OFERECE», para servir Portugal naquela Província Ultramarina, integrado na 2.ª Companhia de Caçadores Indígena do 1.º Batalhão do Regimento de Infantaria 20 «PRA 'FRENTE»;

 

Faleceu no dia 6 de Dezembro de 1965 a 400 metros do Povo de Vanda Conde (Belize), na estrada Bula Macuco e Vanda Conde, em consequência de ferimentos em combate, devido a mina anti-carro e emboscada;

 

Está inumado na campa n.º 18, fileira n.º 2, no Talhão Militar, do cemitério de Cabinda, em Angola.

 

 

José Dias

 

RILuandaRMAJosé Dias, Soldado Atirador de Infantaria, n.º 83/65, natural da freguesia de São Jorge da Beira, concelho da Covilhã, filho de Augusto Nunes Dias e de Maria de Jesus, solteiro;

 

Mobilizado pelo Regimento de Infantaria de Luanda BCac11«PRA 'FRENTE» da Região Militar de Angola (RMA) «CONSTANTE E FIEL» - «AO DURO SACRIFÍCIO SE OFERECE», para servir Portugal naquela Província Ultramarina, integrado na Companhia de Caçadores 113 do Batalhão de Caçadores 11 «GORILAS DO MAIOMBE» - «VOLUNTAS TUA VICTÓRIA TUA»;

 

Faleceu no dia 6 de Dezembro de 1965 a 400 metros do Povo de Vanda Conde (Belize), em consequência de ferimentos em combate;

 

Está inumado na campa n.º 21, fileira n.º 2, no Talhão Militar, do cemitério de Cabinda, em Angola.

 

 

Manuel António

 

RILuandaRMAManuel António, Soldado Atirador de Infantaria, n.º 1343/64, natural do lugar de Queve, na freguesia de Umpulo, concelho de Camacupa, na Província Ultramarina de Angola, filho de Bambi e de Caculo, casado;

 

Mobilizado pelo RI20Regimento de Infantaria de Luanda «PRA 'FRENTE» da Região Militar de Angola (RMA) «CONSTANTE E FIEL» - «AO DURO SACRIFÍCIO SE OFERECE», para servir Portugal naquela Província Ultramarina, integrado na 1.ª Companhia de Caçadores Indígena do 1.º Batalhão do Regimento de Infantaria 20 «PRA 'FRENTE»;

 

Faleceu no dia 6 de Dezembro de 1965 a 400 metros do Povo de Vanda Conde (Belize), em consequência de ferimentos em combate, devido a mina anti-carro e emboscada;

 

Está inumado na campa n.º 17, fileira n.º 2, no Talhão Militar, do cemitério de Cabinda, em Angola.

 

 

Manuel da Rocha

 

RI2Pel-Cac965Manuel da Rocha, Soldado Atirador de Infantaria, n.º 108/64, natural do lugar de Prezas, na freguesia de Marecos, concelho de Penafiel, filho de Abílio da Rocha e de Carolina do Carmo, solteiro;

 

Mobilizado pelo Regimento de Infantaria 2 (RI2 - Abrantes) «EXCELENTE E VALOROSO» para servir Portugal na Província Ultramarina de Angola, integrado no Pelotão de Caçadores 965 «MISTERIOSOS DO MAIOMBE»;

 

Faleceu no dia 6 de Dezembro de 1965 a 400 metros do Povo de Vanda Conde (Belize), em consequência de ferimentos em combate;

 

Está inumado na campa n.º 23, fileira n.º 2, no Talhão Militar, do cemitério de Cabinda, em Angola.

 

 

Manuel dos Santos Oliveira

 

RILuandaRMAManuel dos Santos Oliveira, Soldado Atirador de Infantaria, n.º 58/65, natural da freguesia de Cabaços, concelho de Moimenta da Beira, filho de Aristides dos Santos Oliveira e de Deolinda Patrocínio, solteiro;

 

Mobilizado pelo Regimento de BCac11Infantaria de Luanda «PRA 'FRENTE» da Região Militar de Angola (RMA) «CONSTANTE E FIEL» - «AO DURO SACRIFÍCIO SE OFERECE», para servir Portugal naquela Província Ultramarina, integrado na Companhia de Caçadores 113 do Batalhão de Caçadores 11 «GORILAS DO MAIOMBE» - «VOLUNTAS TUA VICTÓRIA TUA»;

 

Faleceu no dia 6 de Dezembro de 1965 a 400 metros do Povo de Vanda Conde (Belize), em consequência de ferimentos em combate;

 

Está inumado na campa n.º 2279, fileira n.º 1, no Talhão 4, do cemitério da Câmara Municipal de Malange, em Angola.

 

 

Manuel Mendes Barbosa

 

RC3-2CCav679Manuel Mendes Barbosa, Soldado Condutor Auto Rodas, n.º 2256/63, natural da freguesia e concelho da Golegã, filho de Manuel Barbosa e de Maria Mendes Sustância, solteiro;

 

Mobilizado pelo Regimento de Cavalaria 3 (RC3 – Estremoz) «…NA GUERRA CONDUTA MAIS BRILHANTE» para servir Portugal na Província Ultramarina de Angola, integrado Companhia de Cavalaria 679 (CCav679) do Batalhão de Cavalaria 682 (BCav682) «CAVALEIROS DE CABINDA» - «NA GUERRA CONDUTA MAIS BRILHANTE»;

 

Faleceu no dia 6 de Dezembro de 1965 a 400 metros do Povo de Vanda Conde (Belize), em consequência de ferimentos em combate;

 

Está inumado no cemitério da Golegã.

 

 

Mário Loureiro Ribeiro

 

RI2Pel-Cac965Mário Loureiro Ribeiro, Soldado Atirador de Infantaria, n.º 69/64, natural do lugar do Escoural, na freguesia da Tocha, concelho de Cantanhede, filho de Manuel Ribeiro e de Amabília Lomeira, solteiro;

 

Mobilizado pelo Regimento de Infantaria 2 (RI2 - Abrantes) «EXCELENTE E VALOROSO» para servir Portugal na Província Ultramarina de Angola, integrado no Pelotão de Caçadores 965 «MISTERIOSOS DO MAIOMBE»;

 

Faleceu no dia 6 de Dezembro de 1965 a 400 metros do Povo de Vanda Conde (Belize), em consequência de ferimentos em combate;

 

Está inumado no cemitério da Tocha, concelho de Cantanhede

 

 

Paz às suas Almas
 

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 Jos-Lu-s-Oleiro-Moraes-Al-ada-920

 

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