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Condecorações

José Manuel Pereira Madeira, Furriel Mil.º 'Comando', da 33.ª CCmds - Faleceu no dia 24Mar2020

 

"Pouco se fala hoje em dia nestas coisas mas é bom que para preservação

do nosso orgulho como Portugueses, elas não se esqueçam"
 

Barata da Silva, Vice-Comodoro

 

 

HONRA E GLÓRIA

e

nota de óbito

Elementos cedidos por

colaborador do portal UTW

 

 

Faleceu, no dia 24 de Março de 2020, o veterano

 

 

Jos-Manuel-Pereira-Madeira-350CG-1-Classe-Colectiva-2-Classe

 

José Manuel Pereira Madeira

 

Furriel Mil.º de Infantaria ‘Comando’, n.º 17607271

 

Angola: Jun1971 a 16Out1973

 

Campo Militar do Grafanil

«SERVIR»

 

Centro de Instrução de Comandos

22.º curso de comandos

«A SORTE PROTEGE OS AUDAZES»

Região Militar de Angola

 «CONSTANTE E FIEL» - «AO DURO SACRIFÍCIO SE OFERECE»

 

33.ª Companhia de Comandos

«A SORTE PROTEGE OS AUDAZES»

 

Cruz de Guerra, colectiva, de 1.ª classe

 

Cruz de Guerra de 2.ª classe

 

 

José Manuel Pereira Madeira, Furriel Mil.º de Infantaria ‘Comando, n.º 17607271.


CIOEEm Junho de 1971, tendo sido mobilizado pelo Centro de Instrução de Operações Especiais (CIOE – Lamego) «QUE OS MUITOS, POR SEREM POUCOS, NÃO TEMAMOS» para servir Portugal na Província GrafanilUltramarina de Angola, é aerotransportado em vôo TAP, de Lisboa para Luanda;


Ficou instalado no Campo Militar de Grafanil (CMGrafanil) «SERVIR»;


CICmdsEm 14 de Julho de 1971 inicia no Centro de Instrução de Comandos (CIC) «A RMA-gr-vm-280SORTE PROTEGE OS AUDAZES» da Região Militar de Angola «CONSTANTE E FIEL» - «AO DURO SACRIFÍCIO SE OFERECE» o 22.º Cracha-CMD-1curso de Comandos;


Em 29 de Outubro de 1971 conclui a especialidade 959 – Comandos e é integrado na 33.ª Companhia de Comandos (33ªCCmds) «A SORTE PROTEGE OS AUDAZES»;


33-CCmds-sem-Fundo-280Em 27 de Novembro de 1971 a sua subunidade inicia na área do Quitexe a actividade operacional;


Em 16 de Outubro de 1973 cessa a sua comissão de Serviço;


Em 23 de Outubro de 1973 regressa à Metrópole por via aérea (TAM ‘Boeing – 707’);


Louvado, por feitos em combate, por proposta do Comandante-Chefe das Forças Armadas de Angola, constante no processo individual n.º 1299/76 existente no Arquivo Geral do Exército;


Condecorado com a Medalha da Cruz de Guerra de 2.ª classe, pela Portaria de 3 de Dezembro de 1976, publicado na Ordem do Exército n.º 4 – 3.ª série, de 1977;


Agraciado com a
Medalha da Cruz de Guerra, colectiva, de 1.ª classe, conforme Aviso (extracto) n.º 9094/2012 publicado no Diário da República, n.º 128/2012, Série II, de 4 de Julho de 2012.

 

Faleceu no dia 24 de Março em 2020.


Paz à sua Alma

 

Cruz de Guerra de 2.ª classe
 

 

 

Furriel Miliciano, Comando
JOSÉ MANUEL PEREIRA MADEIRA
 

33ªCCmds/CICmds - CIOE
ANGOLA


2.ª CLASSE


Transcrição da Portaria publicado na OE n.º 4 - 3.ª série, de 1977.


Por Portaria de 03 de Dezembro de 1976:


Manda o Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, com base em proposta do Comandante-Chefe das Forças Armadas de Angola, condecorar o Furriel Miliciano, Comando, José Manuel Pereira Madeira, da 33.ª Companhia de Comandos - Centro de Instrução de Operações Especiais, com a Medalha da Cruz de Guerra de 2.ª classe, ao abrigo dos artigos 14.º, 15.º e 16.º, do Regulamento da Medalha Militar, de 20 de Dezembro de 1971, e do artigo 1.º do Decreto-Lei n.º 715/74, de 12 de Dezembro.


Transcrição do louvor que originou a condecoração.


(Do Processo individual n.º 1299/76 existente no Arquivo Geral do Exército):


Manda o Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, com base em proposta do Comandante-Chefe das Forças Armadas de Angola, louvar o Furriel Miliciano, Comando, José Manuel Pereira Madeira, da 33.ª Companhia de Comandos/Centro de Instrução de Comandos — Centro de Instrução de Operações Especiais, por ter revelado extraordinárias qualidades de comando, desembaraço, coragem e sangue-frio nas operações em que tomou parte, em Angola, concretizadas na forma eficiente e dedicada como soube conduzir a sua equipa, cumprindo com acerto e muito entusiasmo todas as missões que lhe foram confiadas.


Durante a operação "Expurgar" [
decorreu de 12 a 17 de Janeiro de 1972 no Mutumbo>Cuvelai], ao pressentir que uma patrulha adversária se aproximava lateralmente em relação à progressão das Nossas Tropas, actuou com serenidade e determinação tais, que, unicamente com a sua equipa, fez malograr as intenções do adversário, capturando-lhe armas e outro material.


Na operação "Rojão" [
decorreu de 12 de Julho a 7 de Agosto de 1972 com base no Léua, foi ferido em combate], numa forte emboscada em que o adversário utilizou armas automáticas, lança-granadas e morteiro, uma vez mais soube conduzir os seus homens de forma decidida, constituindo exemplo contagiante de valentia, abnegação e serena energia debaixo de fogo. Apesar de ferido nas pernas com diversos estilhaços, manteve-se de pé reagindo ao adversário, enquanto as suas forças o permitiram, incutindo na sua equipa acentuado espírito ofensivo, persistência e tenacidade.


O seu exemplo de valoroso combatente muito contribuiu para os resultados obtidos.


O espírito de sacrifício, a coragem moral, o ânimo e a muita calma que revelou, não só nas acções descritas mas também em muitas outras em que tomou parte, impõem-no como exemplo de militar destemido e audaz.


Graduado voluntarioso e disciplinado, é merecedor de que a sua conduta, que muito honrou os Comandos e o Exército, seja desta forma posta em destaque.

 

 

 Jos-Manuel-Pereira-Madeira-920

 

 

33-CCmds-sem-Fundo-850

 

 

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