
José
da Silva Rocha
Furriel Mil.º
de Cavalaria
Companhia de Cavalaria 679
Batalhão de
Cavalaria 682
«CAVALEIROS DE CABINDA» - «NA GUERRA
CONDUTA MAIS BRILHANTE»
Angola: 18Mai1964 a 02Jul1966
Cruz de Guerra de 4.ª classe
Louvor Individual
2
Louvores Colectivos
Referência
Elogiosa Colectiva
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José
da Silva Rocha, Furriel Mil.º
de Cavalaria.
Mobilizado pelo Regimento de
Cavalaria 3 (RC3 – Estremoz) «NA
GUERRA CONDUTA MAIS BRILHANTE» para
servir Portugal na Província
Ultramarina de Angola, integrado na
Companhia de Cavalaria 679 (CCav679)
do
Batalhão
de Cavalaria 682 (BCav682)
«CAVALEIROS DE CABINDA» - «NA GUERRA
CONDUTA MAIS BRILHANTE».
Em 9 de Maio de
1964, na Gare
Marítima da Rocha do
Conde
Óbidos, em Lisboa, embarcou no NTT
«Vera Cruz», com destino ao enclave
de Cabinda, onde desembarcou no dia
18 de Maio de 1964.
A sua subunidade de cavalaria ficou
colocada em Massabi, depois, em 22
de Janeiro de 1965 foi transferida
para Dinge, por troca com a
Companhia de Cavalaria 681 (CCav681)
do
Batalhão de Cavalaria 682
(BCav682) «CAVALEIROS DE CABINDA» -
«NA GUERRA CONDUTA MAIS BRILHANTE»;
Referência Elogiosa Colectiva - Batalhão de
Cavalaria 682, publicada na Revista da Cavalaria
do ano de 1965, página 156;
Louvor colectivo -
Companhia de Cavalaria 679 -, publicado na Ordem
de Serviço n.º 31 do Comando do
Sector “S” da Região Militar de
Angola, de 15 de Julho de 1965 e na
Revista da Cavalaria do ano de 1965,
pág. 152 e 153;
Louvado por feitos
em combate no teatro de operações de
Angola,
publicado na Ordem de Serviço n.º
67, de 25 de Agosto de 1965, do
Quartel General da Região Militar de
Angola e na Revista da Cavalaria do
ano de 1965, páginas 80 e 81;
Agraciado com a Medalha
da Cruz de Guerra de 4.ª classe,
pela Portaria de 2 de Outubro de
1965, publicado na Ordem do
Exército n.º 32 – 3.ª série, de 20
de Novembro de 1965;
Louvor Colectivo - Batalhão de
Cavalaria 682 - por
despacho de
25 de Abril de 1966 de S. Ex.ª o
General Comandante da Região Militar
de Angola, publicado na Revista da
Cavalaria do ano de 1966, páginas
172 e 173;
Em 2 de Julho de 1966, embarcou no NTT
«Vera Cruz» de regresso à Metrópole, tendo desembarcado na
Gare Marítima da Rocha do Conde
Óbidos, em Lisboa,
no dia 11 de
Julho de 1966.
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Cruz de Guerra de 4.ª classe
Furriel
Miliciano de Cavalaria
JOSÉ DA SILVA ROCHA
CCav679/BCav682 - RC3
ANGOLA
4.ª CLASSE
Transcrição
do Despacho publicado na Ordem do
Exército n.º 32 – 3.ª série, de
20 de Novembro de 1965.
Portaria de 2 de Outubro de 1965:
Agraciado com a Cruz de Guerra de
4.ª classe, nos termos do artigo
12.º do Regulamento da Medalha
Militar, aprovado pelo Decreto n.º
35 667, de 28 de Maio de 1946, por
despacho do Comandante-Chefe das
Forças Armadas de Angola, de 1 de
Outubro de 1965, o Furriel
Miliciano, José da Silva Rocha, da
Companhia de Cavalaria n.º 679 do
Batalhão de Cavalaria n.º 682 -
Regimento de Cavalaria n.º 3.
Transcrição
do louvor que originou a
condecoração.
(Publicado na Ordem de Serviço n.º
67, de 25 de Agosto de 1965, do
Quartel General da Região Militar de
Angola - QG/RMA):
Louvo o Furriel Miliciano, José da
Silva Rocha, da Companhia de
Cavalaria n.º 679 do Batalhão de
Cavalaria n.º 682, porque, no dia 20
de Junho de 1965, no decorrer da
operação "Cerra os Dentes", em
Angola, e quando o Grupo de Combate
de que fazia parte foi emboscado,
encontrando-se no Comando da Secção
em vanguarda, manteve-se durante
toda a acção com extraordinária
coragem e serena atitude debaixo de
cerrado fogo inimigo que logo de
início atingiu quatro dos seus
companheiros.
Verificando que um dos seus homens
mais próximos dele fora atingido no
braço direito, prontamente lhe fez
um garrote como primeiro socorro,
continuando com firmeza a disparar a
sua arma sobre o Inimigo.
Ainda debaixo de fogo intenso,
tendo-se encravado a sua arma, foi
recuperar a do soldado ferido no
braço, que então perdera as forças e
não conseguiu fazer mais uso dela;
vendo então que fortes rajadas eram
concentradas na direcção do seu
Comandante de Companhia que
acompanhava o Grupo de Combate e
procedia aos primeiros socorros dos
dois feridos mais graves,
prontamente veio para junto dele,
fazendo fogo cerrado sobre o Inimigo
e garantindo assim a necessária
protecção.
O Furriel Rocha revelou muita
coragem, sangue frio, espírito de
iniciativa e serena atitude debaixo
de fogo inimigo, qualidades que lhe
dão jus a ser apontado como um
exemplo que em muito dignifica a sua
Unidade e o Exército a que pertence.