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Condecorações

Luís Ferreira, Soldado de Cavalaria, da CCav624/BCav627: Cruz de Guerra, de 4.ª classe

 

"Pouco se fala hoje em dia nestas coisas mas é bom que para preservação do nosso orgulho como Portugueses, elas não se esqueçam"

 

Barata da Silva, Vice-Comodoro

HONRA E GLÓRIA

 

 

Luís Ferreira

 

Soldado de Cavalaria, n.º 356/63

 

Companhia de Cavalaria 624

 

Batalhão de Cavalaria 627

 

«AMANDO PELEJANDO»

 

Angola: 25Jan1964 a 25Mar1966

 

Cruz de Guerra de 4.ª classe 

 

Louvor Individual

 

Para visualização dos conteúdos clique nos sublinhados existentes no texto que se segue:

 

 

 

Luís Ferreira, Soldado de Cavalaria, n.º 356/63.


RC3-2Mobilizado pelo Regimento de Cavalaria 3 (RC3 – Estremoz) «…NA GUERRA CONDUTA MAIS BRILHANTE» para servir Portugal na Província Ultramarina de Angola, integrado na Companhia de Cavalaria 624 (CCav624) do Batalhão de Cavalaria 627 (BCav627) «AMANDO E PELEJANDO»;


No dia 16 de Janeiro de 1964, na Gare Marítima da Rocha do Conde de Óbidos, Lisboa, embarcou no NTT «Vera Cruz», integrado na Companhia de Cavalaria 624 (CCav624) do Batalhão de Cavalaria 627 (BCav627) «AMANDO E PELEJANDO» - «…NA GUERRA CONDUTA MAIS BRILHANTE», com destino a Luanda, onde desembarcou no dia 25 de Janeiro de 1964;

 

A sua subunidade de cavalaria, comandada pelo Capitão de Cavalaria Rui d’Orey Pereira Coutinho, após uma curta permanência em Luanda, deslocou-se para Forte República; em 1 de Julho de 1964, foi colocada em Beira Baixa; em 1 de Novembro de 1964 passou à situação de reserva de intervenção da Região Militar de Angola; em 26 de Junho de 1965, foi transferida para Gabela, onde se manteve até final da comissão;


Louvado por feitos em combate no teatro de operações de Angola,
publicado na Ordem de Serviço n.º 52, de 2 de Julho de 1965, do Quartel General da Região Militar de Angola e na Revista da Cavalaria, edição de 1965, páginas 94 e 95;

 

Agraciado com a Medalha da Cruz de Guerra de 4.ª classe, por despacho do Comandante-Chefe das Forças Armadas de Angola, de 5 de Agosto de 1965 e publicado na Ordem do Exército n.º 27 - 3.ª série, de 1965;

 

No dia 25 de Março de 1966, embarcou no NTT «Niassa» de regresso à Metrópole, onde desembarcou no dia 5 de Abril de 1966.


Cruz de Guerra de 4.ª classe

 

Soldado de Cavalaria, n.º 356/63
LUÍS FERREIRA
 

CCav624/BCav627 - RC3
ANGOLA


4.ª CLASSE


Transcrição do Despacho publicado na Ordem do Exército, n.º 27 – 3.ª série, de 1965.


Agraciado com a Cruz de Guerra de 4.ª classe, nos termos do artigo 12.º do Regulamento da Medalha Militar, aprovado pelo Decreto n.º 35 667, de 28 de Maio de 1946, por despacho do Comandante-Chefe das Forças Armadas de Angola, de 5 de Agosto de 1965:


O Soldado n.º 356/63, Luís Ferreira, da Companhia de Cavalaria n.º 624 do Batalhão de Cavalaria n.º 627 - Regimento de Cavalaria n.º 3.


Transcrição do louvor que originou a condecoração.


(Publicado na Ordem de Serviço n.º 52, de 2 de Julho de 1965, do Quartel General da Região Militar de Angola)

 

Louvo o Soldado n.º 356/63, Luís Ferreira, da Companhia de Cavalaria n.º 624 do Batalhão de Cavalaria n.º 627, porque, sendo apontador da metralhadora Breda, na operação "Aniversário", durante um ataque inimigo à coluna auto que recolhia a sua Companhia, fez frente ao Inimigo, cujo fogo atingiu a sua viatura, com grande coragem, decisão, serena energia e sangue frio, conseguindo a sua rápida neutralização.


Ainda como apontador da metralhadora Breda, nomeadamente nas operações "Contraste" e "Dembo Grande", fez frente a peito descoberto aos ataques inimigos, que por vezes foram de muita intensidade, com grande desprezo pelo perigo, contribuindo com a sua criteriosa acção para protecção dos seus camaradas e bom êxito da missão.


Como atirador, o Soldado Luís Ferreira ocupa sempre os primeiros lugares do seu grupo de combate, sendo notória a sua habilidade na escolha de itinerários a seguir, facilitando assim a progressão em terrenos difíceis.


Todos aqueles que têm visto o comportamento do Soldado Luís Ferreira frente ao inimigo, mesmo os elementos estranhos à Companhia, são unânimes em considerá-lo um óptimo militar, digno das honrosas tradições do Exército Português.

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Notícia:

Partida do NTT «Vera Cruz», em 16 de Janeiro de 1964

 

 

 

 

 

 

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