

Luís Filipe Mayer da Câmara Pina
Tenente Mil.º de Cavalaria 'Comando'
Região Militar de Angola:
Companhia de Polícia Militar 418
Centro de Intrução 16
Centro de Instrução 25
Comando Territorial Independente da
Guiné:
Centro de Instrução de Comandos
Medalha de Prata de Serviços
Distintos com palma
Luís Filipe
Mayer da Câmara Pina, Tenente Mililiciano de Cavalaria
‘Comando’.
Nascido a 13 de Maio de 1938, filho do General Luís
Maria da Câmara Pina (n. 19 de Junho
de 1904 a f. 16 de
Março de 1980), Chefe do Estado-Maior do Exército (EME),
no período
de 25 de Agosto de 1958 a 19 de Junho de
1969; irmão de Leonor Sousa Mendes.
Em 7 de Janeiro de 1962, Sodado-Cadete n.º 877/61 da
Escola Prática de Cavalaria (EPC – Santarém) «AO
GALOPE!... À CARGA» - «MENS AGITAT MOLEN», promovido a
Aspirante-a-Oficial Miliciano de preboste (polícia
militar) e colocado no
Regimento de Lanceiros 2 (RL2 –
Ajuda) «MORTE OU GLÓRIA»;
Em 12 de Maio de 1962, comandante de pelotão da Polícia
Militar em escolta ao NTT 'Pátria', que transporta de
Carachi para Lisboa o 2.º grupo de militares
repatriados
do Estado da Índia Portuguesa (EIP);
Em 8 de Janeiro de 1963, tendo sido mobilizado pelo
Regimento de
Lanceiros 2 (RL2 – Ajuda) «MORTE OU GLÓRIA»
para servir Portugal na Província Ultramarina de Angola,
embarca em Lisboa rumo ao porto de Luanda, como Alferes
Miliciano de Cavalaria (com antiguidade a 1 de Novembro
de 1962) e comandante de pelotão da Companhia de Polícia
Militar 418 (CPM418) «SAÚDE E DESPORTO»;
De 1 de Julho a 3 de Outubro de 1963
frequenta com
aproveitamento no Centro de Instrução 16 (CI16) «AUDACES
FORTUNA JUVAT» da Região Militar de Angola (RMA)
«CONSTANTE E FIEL» - «AO DURO SACRIFÍCIO SE OFERECE» um
curso de comandos;
De 10 de Fevereiro a 10 de Maio de 1964 instrutor
no
Centro de Instrução 25 (CI25) da Região Militar de
Angola (RMA) «CONSTANTE E FIEL» - «AO DURO SACRIFÍCIO
SE
OFERECE»;
De 16 de Setembro a 25 de Novembro de 1964 instrutor no
1.º Curso de Comandos do Comando Territorial
Independente da Guiné (CTIG) «CORAGEM E LEALDADE» - «A
LEI DA VIDA ETERNA DILATANDO»;
Em 7 de Julho de 1965 agraciado com a Medalha de Prata
de Serviços Distintos com palma:
Alferes Miliciano
de Cavalaria ‘Comando’
Luís Filipe Mayer da Câmara Pina
CPM418 – RL2 – Angola
CIC - Angola
CICmds - Guiné
Medalha de Prata de Serviços Distintos, com palma
Publicado na Ordem
do Exército n.º 15 – 2.ª série, de 1 de Agosto de 1965
Pela Portaria de 7 de Junho de 1965
Condecorado com a Medalha de Prata de Serviços
Distintos, com palma, por ter sido considerado ao abrigo
da alínea a) do artigo 17.º, com referência ao § 2.º do
artigo 51.º, do Regulamento da Medalha Militar, de 28 de
Maio de 1946, o Alferes Mil.º de Cavalaria ‘Comando’
Luís Filipe Mayer da Câmara Pina.
Transcrição do
louvor que originou a condecoração
(Publicado naquela Ordem do Exército)
Louvado o alferes miliciano de cavalaria Luís Filipe
Mayer da Câmara Pina, do Regimento de Lanceiros 2,
porque prestou serviço na região militar de Angola
durante mais de dois anos, inicialmente na companhia da
policia militar n.º 418, revelando-se desde logo um
oficial de valor e muito distinto.
Voluntário no curso de comandos, que frequentou com
interesse e dedicação, foi escolhido para fazer parte do
corpo de instrutores do Centro de Comandos, desempenhou
com brilho as funções de que foi encarregado,
nomeadamente no ensino da guerra psicológica, tomando
parte, voluntariamente, nas operações efectuadas.
Demonstrou ser um oficial subalterno de notável espírito
militar, sólida formação moral e apreciável cultura e
inteligência.
A competência e dedicação reveladas pelo alferes Pina
determinaram a sua escolha para duas missões relevantes
fora do âmbito da região militar de Angola, no Comando
Territorial Independente da Guiné, como instrutor dos
cursos ali em funcionamento e mais tarde em país
estrangeiro de África, evidenciando novamente as suas
muitas qualidades militares e justificando plenamente a
confiança que nele depositava o Comando da Região
Militar de Angola.
Por toda a acção o alferes Pina prestigiou a região
militar de Angola e o Exército, prestando serviços que,
com inteira justiça, devem ser considerados
extraordinários, relevantes e distintos.
Em 1 de Dezembro de 1965 promovido a Tenente Miliciano
em situação de disponibilidade.
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Imposição da
condecoração:
