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Condecorações

Manuel da Silva Oliveira, Alferes Mil.º Atirador de Infantaria,  da 4ªCCacI / CCac6 / CTIG

 

"Pouco se fala hoje em dia nestas coisas mas é bom que para preservação do nosso orgulho como Portugueses, elas não se esqueçam"

 

Barata da Silva, Vice-Comodoro

 

HONRA E GLÓRIA

 

 

CG-1-e-3-classe-350-1

Manuel da Silva Oliveira

 

Alferes Mil.º Atirador de Infantaria

 

Comandante de pelotão da

 

4.ª Companhia de Caçadores Indígena

(6.ª Companhia de Caçadores)

 

«ONÇAS NEGRAS»

 

«AUT VINCERE AUT MORI»

 

Comando Territorial Independente da Guiné

 

Cruz de Guerra, colectiva, de 1.ª classe

 

Cruz de Guerra de 3.ª classe

 

RI03Manuel da Silva Oliveira, Alferes Mil.º Atirador  de Infantaria.


RI03-1Mobilizado, em rendição individual, pelo Regimento de Infantaria 3 (RI3 - Beja) «CONDUTA BRAVA E EM TUDO DISTINTA» - «INFANTARIA DO BAIXO ALENTEJO» para servir Portugal na Província Ultramarina da Guiné, como comandante de pelotão da 4.ª CTIG-280Companhia de Caçadores Indígena 4CCacI-C(4ªCCacI) «AUT VINCERE AUT MORI», do Comando Territorial Independente da Guiné (CTIG) «CORAGEM E LEALDADE» - «A LEI DA VIDA ETERNA DILATANDO»;


Em 1 de Abril de 1967, aquela subunidade de 4CCacI-Ginfantaria passou a designar-se por Companhia de G-CCA-0006-a-280Caçadores 6 (CCac6) «ONÇAS NEGRAS» - «AUT VINCERE AUT MORI», do Comando Territorial Independente da Guiné (CTIG) «CORAGEM E CCac6-cracha-350LEALDADE» - «A LEI DA VIDA ETERNA DILATANDO»;


Louvado, por feitos em combate, pelo Comandante do Comando de Agrupamento 1975, por seu despacho de 17 de Janeiro de 1967, publicado na Ordem de Serviço n.º 03, de 19 de Janeiro de 1967, do Quartel General do Comando Territorial Independente da Guiné;


Agraciado, por feitos em combate, com a Medalha da Cruz de Guerra de 3.ª classe, pela Portaria de 14 de Março de 1967, publicado na Ordem do Exército n.º 7 – 2.ª série, de 1967;


Agraciado com a
Medalha da Cruz de Guerra, colectiva, de 1.ª classe, pelo Decreto n.º 48412, publicado no Diário do Governo n.º 129/1968, Série I, de 30 de Maio de 1968.
 

Cruz de Guerra de 3.ª classe

 

 

Cruz-de-Guerra-de-3-classe-660Alferes Miliciano de Infantaria
MANUEL DA SILVA OLIVEIRA
 

4ªCCac / CTIG
GUINÉ


3ª CLASSE

 
Transcrição da Portaria publicada na Ordem do Exército n.º 7 – 2.ª série, de 1967.


Por Portaria de 14 de Março de 1967:


Condecorado com a Cruz de Guerra de 3.ª classe, ao abrigo dos artigos 9.º e 10.º do Regulamento da Medalha Militar, de 28 de Maio de 1946, por serviços prestados em acções de combate na Província da Guiné Portuguesa, o Alferes Miliciano de Infantaria, mobilizado pelo Regimento de Infantaria 3 para a 4.ª Companhia de Caçadores Comando Territorial Independente da Guiné.


Transcrição do louvor que originou a condecoração.


(Publicado na Ordem de Serviço n.º 03, de 19 de Janeiro de 1967, do Quartel General do Comando Territorial Independente da Guiné):


Que, por seu despacho de 17 de Janeiro de 1967, e por proposta do Exm.º Comandante do Agrupamento n.º 1975, louvou o Alferes Miliciano de Infantaria, Manuel da Silva Oliveira, da 4.ª Companhia de Caçadores, porque, além de se ter revelado sempre um oficial firme, decidido e voluntarioso, durante a operação "Sorvete II", tendo seguido sempre na testa da coluna, levando só à sua frente os guias, ao ser informado que o acampamento que constituia o seu objectivo estava próximo, avançou sobre ele sem hesitação; quando as suas forças foram detectadas por uma sentinela - desencadeando-se então violento tiroteio - com absoluto desprezo pelo perigo e dando exemplo aos seus homens, lançou-se para a frente, atravessando o acampamento debaixo de fogo na testa do grupo de assalto.


Atingido por um estilhaço logo nos primeiros momentos, embora sem gravidade, recusou a evacuação e revelou coragem, decisão, sangue frio e serena energia, atacando o inimigo sem hesitação, não permitindo que ele se organizasse no acampamento onde tinha bons abrigos.


Pela sua actuação, o Alferes Miliciano Oliveira contribuiu grandemente para o êxito da operação, pelo que o considero digno de ser distinguido e apontado como exemplo a seguir.

 

CCac6-900


 

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