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Condecorações

Matias Fiúza Álvares da Costa, Coronel de Artilharia

 

HONRA E GLÓRIA

Nota de óbito

Fontes:

Elementos cedidos por um colaborador do portal UTW

Imagens dos distintivos cedidas pelo veterano Carlos Coutinho

 

Faleceu, no dia 21 de Novembro de 1993. o veterano

 

Matias Fiúza Álvares da Costa

 

Coronel de Artilharia, na situação de reforma

 

Região Militar da Província Ultramarina de Moçambique (1948-1952)

 

Comandante de BtrAA no Estado da Índia Portuguesa (Bogmaló) (1954-1957)

 

Região Militar da Província Ultramarina de Moçambique (1957-1962)

 

Comandante da Companhia de Comando de Serviços do Batalhão de Artilharia 635

 

2.º Comandante do Batalhão de Artilharia 525

 

Comando de Agrupamento 1972

 

Comandante do Batalhão de Artilharia 2900

 

Comandante do Batalhão de Artilharia 3881

 

Ordem Militar de Avis, grau Comendador

 

Ordem Militar de Avis, grau Oficial

 

2 Medalhas de Prata de Serviços Distintos

 

Medalha de Mérito Militar, de 3.ª classe

 

 

O livro:

 

"As impressionantes verdades do capitão Fiúza"

 

 

título: "As impressionantes verdades do capitão Fiúza"
autor: Matias Fiúza Álvares da Costa

editor: Agência Portuguesa de Revistas
1ªed. Lisboa, 1987
192 págs (ilustrado)
21x14 cm

Da contracapa:


- «Este livro não é uma autobiografia; os poucos dados biográficos que contém, não são apenas os indispensáveis à compreensão de como se criava o carácter e o profundo amor pátrio dos oficiais das Forças Armadas, que, muito embora amando a Paz, souberam e bem lutar no Nosso Ultramar, numa guerra subversiva, que nos foi imposta e que durou 14 anos - caso único no mundo - e depois não puderam nunca concordar com o 'tal 25 de Abril', nem tão pouco sequer compreender muito do que se lhe seguiu, em que houve destruição, traição e miséria, e também como ainda hoje possa haver traidores e desertores a ocupar cargos públicos, como deputados, etc., e até alguns possam fazer parte dos quadros superiores de certos partidos políticos, que parece pouco se preocuparem com os prejuízos que esse facto lhes acarreta.»
 

Índice:


- Pórtico
- Dedicatória
- Conceitos de vida
- Condecorações do autor
- Palavras de alguns dos seus chefes
- Palavras de alguns dos seus colaboradores
Capítulo I - A Mocidade (págs. 33-39)
- Infância, escola e liceus
- Eça de Queiroz
- Sócrates e Platão
- Sófloces
- Boétie
- Universidades
Capítulo II - No Exército (págs 57-60)
- Oficial miliciano
- Oficial do quadro permanente
Capítulo III - O capitão Fiúza (págs 63-68)
- Índia Portuguesa
- Novamente Moçambique
Capítulo IV - A Guerra (págs 71-148)
- As primeiras experiências
- Fernando Aguiar, um bravo
- Capitão Rodolfo Begonha
- Um ataque à pedrada
- Novo oferecimento
- Como víamos os nossos soldados
- Homenagem aos atiradores
- Vi-te chorar
- Capitão Rui Reis, um valente oficial
- Nesse dia
- Aquela segunda-feira de Páscoa
- Farta colheita
- Quando elas estalam como castanhas
- Aconteceu numa operação
- Um comandante terrorista
- Foi assim
- Aldeia Gombe
- Os 'Grupos Especiais'
- Um democrata
- De como procurávamos melhorar os capitães
- Capelães militares
- RTP, uma carinhosa 'Madrinha de Guerra'
- 1º aniversário do BArt2900
- O BArt2900 acabou?
- Uma carta de uma Mãe portuguesa
- Missão africana de Portugal
- Um traidor
Capítulo V - 'O 25 de Abril' (págs 151-176)
- O tal 25 de Abril
- Os saneamentos militares
- A descolonização
- Os comunistas
Capítulo VI - Algumas achegas para o desenvolvimento do nosso Portugal (págs 179-190)
- O exemplo do Japão
- O exemplo da Suíça

 

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