Monumentos aos Combatentes, Memoriais e
Campas
Monumentos aos Combatentes
e Campas
Em
memória daqueles que tombaram em defesa
de
Portugal na Guerra do Ultramar
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um dos sublinhados
Listagem dos mortos naturais do concelho
do
Carregal do Sal

Parada
Armando Alves Marques

Soldado de Armas
Pesadas, n.º 08761766
Companhia de Cavalaria
1616
Batalhão de Cavalaria
1897
Guiné:18Nov1966 a
20Jun 1967 (data do falecimento)
Armando Alves Marques,
Soldado de Armas Pesadas, n.º 08761766,
nascido no ano de 1946, na freguesia de
Parada, concelho de Carregal do Sal,
filho de António Marques e de Maria de
Jesus Alves, casado com Maria Cidália
Coelho Tomás;
Mobilizado pelo Regimento de Cavalaria 3
(RC3 – Estremoz) «DRAGÕES DE OLIVENÇA» -
«…NA GUERRA CONDUTA MAIS BRILHANTE» para
servir Portugal na Província Ultramarina
da Guiné;
No dia 12 de Novembro de 1966, na Gare
Marítima da Rocha do Conde de Óbidos, em
Lisboa, embarcou no NTT ‘Niassa’,
integrado na Companhia de Cavalaria 1616
(CCav1616) do Batalhão de Cavalaria 1897
(BCav1897), rumo ao estuário do Geba,
onde desembarcou no dia 18 de Novembro
de 1966;
A sua subunidade de
cavalaria seguiu, em 28 de Novembro de
1966, para a região de Mansoa, a fim de
efectuar a adaptação operacional sob
orientação do Batalhão de Caçadores 1857
(BCac1857) «TRAÇAMOS A VITÓRIA» e
seguidamente ficar integrada no
dispositivo e manobra do seu Batalhão,
instalando a sede em Mansoa; actuou em
operações nas regiões de
Cubonge,
Locher, Sarauol e Tambato, entre outras
e na protecção a trabalhos de
descapinagem da estrada Mansoa - Cutia,
até 3 de Abril de 1967; após ter tomado
parte na operação "Fabíola", foi
colocada, temporariamente, em
Cutia,
onde substituiu a Companhia de Caçadores
1421 (CCac1421) do Batalhão de Caçadores
1857 (BCac1857) «TRAÇAMOS A VITÓRIA», de
26 de Abril a 7 de Maio de 1967, com
vista a assegurar a segurança e
protecção dos trabalhos da estrada
Mansoa-Mansabá, então realizados na
dependência do Batalhão de Caçadores
1912 (BCac1912) «VALENTES E DESTEMIDOS».
Deixando ainda um pelotão em Cutia até
29 de Junho de 1967, foi transferida em
7 de Maio de 1967 para Mansabá, a fim de
assumir a missão de intervenção e
reserva do seu Batalhão.
Faleceu no dia 20 de Junho de 1967 no
Hospital Militar 241 (HM241 – Bissau, em
consequência de ferimentos em combate,
ocorrido na estrada Cutia – Mamboncó;
Tinha 21 anos de idade;
Está inumado no cemitério da freguesia
de Parada, no concelho de Carregal do
Sal.
Paz à sua Alma
