.

 

Início O Autor História A Viagem Moçambique Livros Notícias Procura Encontros Imagens Mailing List Ligações Mapa do Site

Share |

Brasões, Guiões e Crachás

Siga-nos

Fórum UTW

Pesquisar no portal UTM

Memoriais

Monumentos aos Combatentes, Memoriais e Campas

 

Monumentos aos Combatentes e Campas

Em memória daqueles que tombaram em defesa de

Portugal na Guerra do Ultramar

 

Ovar

 

Clique nos sublinhados para visualização dos conteúdos

 

Listagem dos mortos naturais do concelho de Ovar

 

Ovar

 

 

Monumento e Memorial aos Combatentes Ovarenses que Faleceram na Guerra do Ultramar

 

Inauguração no dia 8 de Dezembro de 2016

 

Texto extraído do sítio da Câmara Municipal de Ovar

 

«...Tratando-se de uma estrutura de índole minimalista-purista, o monumento é constituído por um arco de secção triangular equilátera, colocado na vertical, sendo um quarto em aço inox, interrompido a um metro da superfície exterior por um outro de aço corten, com acabamento natural e representando simbolicamente os três ramos das Forças Armadas. A porção metálica em aço inox, pelo seu brilho, representa Portugal, na estão gravados os nomes de todos os militares que faleceram no Ultramar do Concelho de Ovar. A interrupção significa a perda física e humana de quem teve de partir para terras longínquas em defesa da pátria.


O lancil do redondo é revestido por um tubo redondo de três faces que representa a ligação cultural e de comunicação entre os povos e país. A escultura assenta numa calote esférica em que o centro sobe um metro em relação à base, significando uma porção do espaço planeta terra que os portugueses descobriram e civilizaram, e está revestida por uma pedra calcária amarelada com laivos de vermelho e rosa, remetendo para os sacrifícios (veias de sangues dos militares em defesa do país). No alinhamento do arco entre o lancil e o arco de aço inox existe um cilindro também de aço inox para receção de flores em atos de homenagem....
»
 

 

 

 

 

 

 

--------------------------------------------------------------

 

in blogue "Ovar Novos Rumos",

com a devida vénia, transcrevemos

QUARTA-FEIRA, 26 DE MARÇO DE 2014

 

Veteranos de Guerra de Ovar aspiram a um monumento aos ex-combatentes do Ultramar

 

As dezenas de ex-combatentes do Ultramar do concelho de Ovar, cujas missões militares decorreram, entre 1960 e 1975, em Angola, Moçambique e Guiné-Bissau, vão reunir vontades para a construção de um monumento que lembre os falecidos em combate e perpectue o esforço desses jovens militares na Guerra Colonial.

 

Alguns desses jovens pagaram com a própria vida o seu esforço, pelo que são os primeiros a ter lugar e os nomes na preocupação de um grupo de ex-combatentes que prepara as acções, conducentes à construção do monumento.

 

São muitas as localidades do país que se orgulham de ter um monumento aos valentes filhos da terra, que nos anos 60 e 70 combateram em nome de Portugal. Ovar ainda não faz lembrar essa época da História de Portugal, com um monumento evocativo.

 

Os veteranos não se esquecerão dos militares portugueses que combateram no então Estado Português da Índia, sobretudo nos territórios de Goa, Damão e Diu, contra as forças invasoras da União Indiana, em 1961; e em Timor, contra as forças indonésias, em 1975.

 

Ovar tem sido palco de diversas iniciativas, de âmbito Nacional, que têm reunido centenas de ex-combatentes, sendo as maiores iniciativas realizadas, na Escola Secundária José Macedo Fragateiro, em 1995, que reuniu 2 700 expedicionários, e no pavilhão dos Bombeiros Voluntários de Ovar, em 2002, que juntou centenas de ex-combatentes.

 

Uma outra preocupação dos veteranos de guerra, é a falta de apoio social e médico, sobretudo para os antigos militares que sofrem de stresse pós-traumático, aspirando encontrar um local de convívio e de apoio aos antigos combatentes, nomeadamente do concelho de Ovar.

 

Joaquim Castro

 

--------------------------------------------------------------

 

 

Ovar

 

Monumento aos mortos do concelho de Ovar na Guerra Colonial

 

'Dianas Negros' Cabinda Miconge Será que, afinal, os antigos combatentes já estão todos, ou quase, mesmo mortos? Será que os 'nossos' (calma aí!) governantes conseguiram mesmo o que queriam? Calar-lhes a alma?!

in: http://www.facebook.com/CCac.2655.DIANAS.NEGROS

 

--------------------------------------------------------------

 

 

de: José Sande Vasconcelos

VERGONHA!

 

Quando vi/li que havia uma petição para se erguer um ‘Monumento aos mortos do concelho de Ovar na Guerra Colonial’, senti uma certa perplexidade, misto de incredulidade, pela necessidade que havia de se recorrer a tal medida para se obter o que em tantos lugares é motivo de orgulho existir há anos ou estar a ser construído agora.

 

Mas depois de constatar que, mesmo depois de uma segunda aparição de tal documento aqui no UTW, não chegavam a centena e meia as adesões, com uma meia dúzia apenas de assinaturas entre a primeira e esta, o que senti foi agora uma ENORME VERGONHA!!!

 

Gostam, e com razão, os antigos combatentes de referir e defender a sua condição e a sua solidariedade, nomeadamente para com, como alguém denominou, ‘os melhores de todos nós’, mas onde está ela, que nem uma simples assinatura merece?

 

Não se pense, não se queira, no entanto, que pretendemos, com tais ‘Monumentos’, instituir-nos apenas como uma geração ‘heróica’ ou ‘sacrificada’. Dever-se-ia mesmo, pelo contrário, ir mais longe para que, às gerações mais novas, a guerra, e os seus mortos, não sejam apenas umas fotografias e uma parede com inscrições lá longe, estáticas em espaço e tempo, em Belém. Deveria haver mesmo um obelisco em cada terra, uma lápide em cada casa, para que se entendesse, se recordasse, se soubesse que morreram nossos conterrâneos, nossos vizinhos, talvez nossos familiares, compreendendo-se assim a verdadeira extensão dessa calamidade.

 

Mas melhor, e simples, para dar uma mais real dimensão do drama familiar e social que a guerra representa, acrescentar apenas aos nomes (e Ramos?), as suas idades. Sim, porque:

 

 - António Joaquim António, Exército, 22 anos;

 - João Francisco João, Armada, 20 anos;

 - Luís Horácio Luís, Exército, 21 anos;

 - Manuel Eduardo Manuel, Exército, 22 anos;

 - Vítor Amadeu Vítor, Força Aérea, 23 anos;

 - . . . ,

 

‘fala’, ‘grita’ bem mais alto, evidenciando o ‘contra-natura’ de tal absurdo.

 

E se Ovar se apressar, pode ser que ainda seja pioneira (?) nessa prática.

 

Para já, vamos subscrever a ‘Petição’ para que a ‘VERGONHA’ não subsista e não seja ainda maior.

 

--------------------------------------------------------------

 

Informação de um Veterano

Petição:

 

Monumento aos Mortos do concelho de Ovar na Guerra do Ultramar

Está a decorrer na internet uma petição para construção do Monumento aos mortos da Guerra do Ultramar naturais do Concelho de Ovar

 

Para visualização daquela petição e assinatura clique no endereço que se segue

http://www.peticaopublica.com/PeticaoAssinar.aspx?pi=P2009N781

--------------------------------------------------------

Para visualização de quem já subscreveu clique no endereço que se segue:

http://www.peticaopublica.com/PeticaoListaSignatarios.aspx?pi=P2009N781

 

© UTW online desde 30Mar2006

Traffic Rank

Portal do UTW: Criado e mantido por um grupo de Antigos Combatentes da Guerra do Ultramar

Voltar ao Topo