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Memoriais

Monumentos aos Combatentes, Memoriais e Campas

 

Monumentos aos Combatentes e Campas

Em memória daqueles que tombaram em defesa de

Portugal na Guerra do Ultramar

 

Porto

Para visualização dos conteúdos clique em cada um dos sublinhados

 

Listagem dos mortos naturais do concelho de Porto

 

Porto

 

Monumento de Homenagem aos Militares do Porto que Combateram no Ultramar
 
Jantar de Promoção do Monumento aos Mortos da Guerra do Ultramar - Discurso do TCorPilAv (ref.) João José Brandão Ferreira
 
Apresentação pública do projecto do Memorial
 
A localização do futuro Monumento
 
A Mensagem
 
Membros dos Corpos Directivos
 
Contribuição Monetária
 
Notícia de 05/03/2009
 
Notícia de 01/06/2008
 
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Apresentação pública do projecto do Memorial
 
Monumento de Homenagem aos Militares
do Porto que faleceram no Ultramar
 
COMUNICADO / INFORMAÇÃO
 
A Associação para o Monumento de homenagem aos Militares do Porto que combateram no Ultramar, com as contribuições das pessoas e das forças vivas do Norte, vai edificar, junto à muralha do Castelo de S. João da Foz, um Memorial que honre e perpetue a memória dos militares nascidos no concelho do Porto, que faleceram no cumprimento do seu Dever, durante a Guerra do Ultramar.
Com informação obtida no Ministério da Defesa, foi elaborada uma listagem com os nomes daqueles militares, identificados pelo nome e pela respectiva freguesia de nascimento.
Com vista a evitar quaisquer lapsos de identificação ou eventuais omissões, solicita-se aos seus familiares e amigos, que consultem a referida listagem, que se encontra afixada nas sedes das respectivas Juntas de Freguesia.
Para apresentação pública do projecto do Memorial, vai realizar-se um JANTAR no próximo dia 26 de Março, pelas 20.00 h., na Fundação Cupertino de Miranda, Av.ª da Boavista, 4245, Porto. Custo por pessoa, 20 euros. Os interessados em inscrever-se, devem contactar a Sede da Associação.
Informações e contactos:
Sede Social - R. Álvares Cabral, 137, 4050-041 Porto
TM: 965 211 013 - 964 076 876
E-mail: militaresdoporto@gmail.com
 
O Supremo dever da Pátria é Honrar os seus Heróis
 
 
Fundação Cupertino de Miranda, Avenida da Boavista, n.º 4245, Porto
 
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A localização do futuro Monumento
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Informação de Miguel Lencastre
 
Associação para o Monumento de Homenagem aos Militares do Porto que Combateram no Ultramar
 
 
 
A Mensagem
 

Declaração do membro da Direcção da Associação, Miguel Lencastre, aquando da Apresentação do Projecto de Construção do Memorial, no dia 12 de Março de 2009, no Forte de São João – Foz do Douro

 

A MENSAGEM

 

A minha palavra é um Apelo.

Vivemos hoje uma crise que começou por ser financeira e que depressa passou também a ser económica e social, afectando já a vida de muitas famílias.

Ela é consequência de uma outra crise, já antiga e muito mais grave. Esta tem a forma monstruosa de uma hidra, com um núcleo central e braços que se ramificam em apêndices. Um desses apêndices originou a actual doença.

O núcleo, que é a mãe de todas as crises, foi criado por poderes com recursos colossais que estão omnipresentes em todos os Centros de Decisão Europeus.

Planeadamente, a obra foi executada por fases: primeira de forma subtil, matreira e soez, depois de modo avassalador e dominador, de forma a causar dependências e submissões.

Este núcleo, qual “Big Brother”, impôs a Ditadura do Relativismo.

Hoje, para a Sociedade Bem Pensante e Elitista que se considera política e socialmente correcta e a quem todos devem prestar vassalagem, tudo é relativo na sua essência.

O Absoluto deixou de existir e com ele os Ideais que hoje são tratados como múmias de um passado obscurantista.

Valores, como a Lealdade, a Honra, a Abnegação, a Amizade, a Coragem, a Honestidade, o Respeito pela Palavra Dada, o Amor à Verdade, são desnaturados, pervertidos e ridicularizados!

Em todas as suas vertentes, o Materialismo e o Hedonismo, são os novos ídolos reinantes e adorados!

E Portugal?

O conceito de Nação/Pátria está depreciado e reduzido à ideia de que é apenas o lugar onde, por acaso, se nasceu.

Tenho a certeza que aquela ideia redutora não é a que perfilham os presentes.

O Portugal de Ontem, de Hoje e de Amanhã, em conjugação e entrelaçados, é que formata o nosso conceito de Pátria.

Uma Nação que não venere a sua História, atraiçoa o seu Passado e compromete o seu Futuro.

Ora, sempre na História das Nações, se deu especial valor e relevância àqueles Homens que, pela Pátria, sacrificaram o seu bem mais precioso – a Própria Vida.

É em nome de alguns desses Homens que nos atrevemos a apelar ao Vosso Portuguesismo.

Pretendemos que os soldados, oriundos do Concelho do Porto que, nas últimas décadas do Século XX, sacrificaram a vida no então Ultramar Português, sejam honrados com um Memorial que perpetue os seus nomes.

A Obra a que nos propomos meter ombros, terá de ser da responsabilidade de todos aqueles, cuja alma é ainda portuguesa. Só assim a Homenagem, que nos propomos prestar, será plena no seu significado.

Apelamos, por conseguinte, à Vossa ajuda que poderá revestir-se de variadas formas: desde a indispensável contribuição material que, por mais pequena que seja, terá sempre um valor inestimável, até à transmissão da Nossa Mensagem às Vossas famílias, amigos e conhecidos.

São todas acções Bem-Vindas que a História-Pátria e Aqueles, cujos nomes deverão ser gravados no bronze do Memorial, comovidamente agradecem.

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Membros dos Corpos Directivos
 

MESA DA ASSEMBLEIA-GERAL

Tenente-General Carlos Manuel de Azeredo Pinto de Melo e Leme

Manuel Augusto Machado Pinheiro Torres

Engenheiro João José de Castro Girão Corte-Real (Fijô)

 DIRECÇÃO

Coronel António Feijó de Andrade Gomes,

Coronel Carlos Fernando Anselmo de Oliveira Soares

Dr. Luís Bernardo Cabral de Noronha e Menezes

D. Miguel de Coimbra de Queiroz Vasconcelos e Lencastre

Dr. Miguel de Lucena e Leme Corte Real

 CONSELHO FISCAL 

Dr. Francisco José Calheiros Ortigão de Oliveira

Dr. Francisco Xavier de Barros Cardoso de Menezes

Dr. Carlos Alberto Torres Martins da Rocha

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Contribuição Monetária
 

Enviar cheques para: Sede Social da Associação:

 

Rua Álvares Cabral, 137 – 4050-041 Porto.

 

Conta Aberta em nome de: Associação Homenagem Militares Porto

 

Banco Espírito Santo – Delegação de S. João de Brito

 

Conta Nº. 0006 2948 1089

 

NIB: 0007 0000 0062 4981 089 23

 
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Informação de um Veterano
 

Associação de antigos combatentes e militares do Ultramar

quer construir um memorial no Porto

 

Soldados mortos na guerra colonial terão memorial no Porto

2009-03-05

Os 167 militares do Porto que morreram em combate nas ex-províncias ultramarinas portuguesas vão ser recordados num Memorial que será construído nas imediações do Castelo de S. João da Foz, revelou Miguel Lencastre, um dos promotores da iniciativa.

"Na cidade do Porto não há nenhum memorial que recorde os combatentes que nasceram neste concelho", frisou Miguel Lencastre, acrescentando que "alguns camaradas de armas desses combatentes não se conformaram com a situação e propuseram-se a reparar a omissão",

Nesse sentido, em meados de 2008, foi criada a Associação para o Monumento de Homenagem aos Militares do Porto que Combateram no Ultramar, cujo único objectivo é a construção do Memorial.

O projecto deste monumento, da autoria do arquitecto Rodrigo Brito, vai ser apresentado publicamente a 12 de Março, numa cerimónia que terá lugar no Castelo de S. João da Foz.

"O monumento não será majestático nem sumptuoso, mas será digno", salientou Miguel Lencastre, da direcção da associação promotora da iniciativa.

O Memorial, basicamente constituído por placas de bronze onde serão gravados os nomes dos militares portuenses que morreram em combate nas antigas colónias portuguesas, será instalado num local situado no exterior das muralhas daquele castelo, situado junto à Foz do Douro.

Segundo dados oficiais do Estado-Maior General das Forças Armadas, são 167 os militares naturais do Porto que perderam a vida na guerra colonial.

Miguel Lencastre salientou que a associação não recebeu qualquer promessa de apoio das entidades oficiais que contactou, pelo que vai contar com a solidariedade dos portuenses para reunir os fundos necessários para a construção do monumento.

"Acreditamos que será uma questão de honra para os portuenses contribuir para este memorial, que pretende homenagear os que se sacrificaram pela Pátria", afirmou.

A Associação para o Monumento de Homenagem aos Militares do Porto que Combateram no Ultramar conta como membros dos órgãos sociais, entre outros, o coronel António Feijó de Andrade Gomes, que é o presidente da direcção, e o tenente-general Carlos de Azeredo, que preside à mesa da assembleia-geral.

Fonte: http://jn.sapo.pt/paginainicial/interior.aspx?content_id=1161172

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Notícia de 01/06/2008

Monumento no Porto aos Combatentes do Ultramar

Foi constituída, no passado dia 28 de Maio, no Porto, uma Associação que se propõe erigir um memorial aos militares da cidade que combateram na guerra do ultramar.

 

Entre dezenas de Portuenses que amam devotadamente a sua Pátria e que acorreram ao primeiro chamamento, integram a Associação Carlos de Azeredo, António Feijó, Manuel Pinheiro Torres, Miguel de Lencastre, J. Corte-Real, Carlos Oliveira Soares, João Feijó e Luís Cabral.

 

A Associação, de conhecidos militares e outros portuenses que combateram ou prestaram serviço nas Forças Armadas, durante aquela guerra, pretende desse modo perpetuar a memória dos que, nos anos sessenta e setenta, combateram por Portugal, em África e no Estado da Índia e, desse modo, colmatar uma lacuna que se entendeu verificar na cidade do Porto, dado que, para além do monumento existente em Lisboa, onde decorrem anualmente as comemorações do dia 10 de Junho e é prestada homenagem aos mortos da guerra do ultramar, idêntico tipo de memoriais ou monumentos foram erigidos em diversos concelhos, designadamente do Norte de Portugal, sem que nada tivesse sido feito na cidade.

 

Para o efeito, a Câmara já mostrou receptividade à iniciativa, aguardando-se agora as autorizações necessárias dela e de outras entidades administrativas, para iniciar a campanha que permita a participação de todos os interessados, designadamente ex-combatentes e familiares, através da angariação dos meios necessários à edificação daquele memorial.

 

Fonte: http://www.somosportugueses.com/modules/articles/article.php?id=599

 

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