Monumentos aos Combatentes,
Memoriais e Campas
Monumentos aos Combatentes e
Campas
(Listagens e imagens de memoriais e campas de antigos
combatentes)
Em
memória daqueles que tombaram em defesa
de
Portugal na Guerra do Ultramar
Para
visualização dos conteúdos clique em
cada um dos
sublinhados que se seguem:
Listagem dos mortos naturais do concelho
de
Abrantes

Mouriscas
Emílio de Oliveira
Sousa Pinto

1.º Cabo Atirador de
Cavalaria, n.º 615/65
Companhia de Cavalaria 1465
Batalhão de Cavalaria
1868
«NA GUERRA CONDUTA
MAIS BRILHANTE»
Angola: 29Nov1965 a 17Abr1967 (data
do falecimento)
Louvor Colectivo
Emílio de Oliveira Sousa Pinto, 1.º
Cabo Atirador de Cavalaria, n.º 615/65, nascido no ano
de 1944, no lugar de Engarnais Fundeiros, na freguesia
de Mouriscas, concelho de Abrantes, filho de Manuel
Bernardino Góis Pinto e de Adelaide de Oliveira,
solteiro;
Mobilizado
pelo Regimento de Cavalaria 3 (RC3 – Estremoz) «DRAGÕES
DE OLIVENÇA» - «…NA GUERRA CONDUTA MAIS BRILHANTE» para
servir Portugal na Província de Angola;
No dia 20 de Novembro de 1965, na Gare Marítima da Rocha
do Conde de Óbidos, em Lisboa, embarcou no NTT ‘Vera
Cruz’, integrado na Companhia de Cavalaria 1465
(CCav1465) do Batalhão de Cavalaria 1868 (BCav1868) « NA
GUERRA CONDUTA MAIS
BRILHANTE», rumo ao porto de Luanda,
aonde desembarcou no dia 29 de Novembro de 1965:
A sua subunidade de cavalaria, foi colocada,
sucessivamente, em Quinzau e Tomboco; em 12 de Março de
1967, foi transferida para Calomboloca;
Louvor Colectivo – Batalhão de Cavalaria 1868 – despacho
do Comandante do Sector “A”, de 19 de Janeiro de 1967,
publicado na Revista da Cavalaria do ano de 1967, página
207;
Faleceu no dia 17 de Abril de 1967, durante a viagem,
quando era evacuado para o Hospital Militar Principal
(HMP – Lisboa), em consequência de ferimentos em
combate, ocorrido durante a operação “Apolo”;
Tinha 23 anos de idade;
Está inumado no cemitério da freguesia de Mouriscas,
concelho de Abrantes.
Paz à sua Alma.
Louvor Colectivo
BATALHÃO DE CAVALARIA N.º 1868
(Despacho do Comandante do
Sector “A”, de 19 de Janeiro de 1967)
Louvo o Batalhão de Cavalaria n.º 1868 por durante a sua
permanência de 13 meses no Sector “A” da Zona de
Intervenção Norte (ZIN), ter demonstrado um elevado
espírito de bem servir no cumprimento das várias missões
que lhe foram atribuídas, conseguindo adaptar-se
plenamente às características operacionais da Zona de
Acção à sua responsabilidade, graças à acção
impulsionadora e dinâmica do Comandante, Oficiais do
Comando e Comandantes das Companhias Operacionais, que
além disso tiveram a preocupação constante de melhorar
as várias instalações do Batalhão, numa ânsia louvável
de elevar o nível de condições de vida e educação de
todo o pessoal sob as suas ordens. ainda de realçar a
proveitosa e sempre oportuna actuação de todo o pessoal
do Batalhão junto das populações autóctones, cuja estima
e admiração soube conquistar, graças à excelente
mentalização dos quadros e das tropas.
O Batalhão de Cavalaria n.º 1868 tornou-se, assim,
merecedor do muito apreço do Comando que ao deixar de o
ter sob as suas ordens, julga seu dever destacar a
meritória actuação deste Batalhão, que muito contribuiu
para prestigiar o Exército, honrando simultaneamente a
Arma de Cavalaria a que pertence.
(in Revista da Cavalaria do
ano e 1967, página 207)
