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Monumentos aos Combatentes e Campas

Em memória daqueles que tombaram em defesa de

Portugal na Guerra do Ultramar

 

Alijó

 

Para visualização dos conteúdos clique em cada um dos sublinhados

 

Listagem dos mortos naturais do concelho de Alijó

 

 

 

Sanfins do Douro

 

Carlos Ribeiro Pereira

 Carlos-Ribeiro-Pereira-350

Soldado Condutor Auto Rodas, n.º 1308/63

 

Esquadrão de Reconhecimento FOX 693

 

Guiné: 21Jul1964 a 19Jul1965 (data do falecimento)

 

Louvor Colectivo

 

Carlos Ribeiro Pereira, Soldado Condutor Auto Rodas, n.º 1308/63, nascido no ano de 1942, na freguesia de RC8-280Sanfins do Douro, concelho de Alijó, filho de Alberto Pereira e de Maria Augusta Ribeiro, casado com Delfina Sousa Lopes;


Pel-Rec693Mobilizado pelo Regimento de Cavalaria 8 (RC8 - Castelo Branco) «DRAGÕES DA BEIRA BAIXA» - «DULCE ET DECORUM EST PRO PATRIA MORI» para servir Portugal na Província Ultramarina da Guiné;


No dia 15 de Julho de 1964, na Gare Marítima da Rocha do Conde de Óbidos, em Lisboa, embarcou num NTT, integrado no Esquadrão de Reconhecimento FOX 693 ERec693(ERec693) «SEMPRE CAVALEIROS», rumo ao estuário do Geba, onde desembarcou no dia 21 de Julho de 1964;


A sua subunidade de cavalaria, após o desembarque, seguiu para Bafatá, a fim de substituir o Esquadrão de Reconhecimento 385 (ERec385) como subunidade de reserva móvel do sector do Batalhão de Caçadores 506 (BCac506) e depois do Batalhão de Cavalaria 757 (BCav757);


Faleceu no dia 19 de Julho de 1965, na bolanha entre Piche e Canquelifá, em consequência de ferimentos em combate;


Foi inumado na campa n.º 19 do cemitério de Bafatá, na Província Ultramarina da Guiné;
Tinha 23 anos de idade;


Em Dezembro de 2008, os seus restos mortais foram trasladados para o ossário da Liga dos Combatentes, no cemitério de Bissau, na Guiné.


Paz à sua Alma

 

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Louvor Colectivo


ESQUADRÃO DE RECONHECIMENTO N.º 693


(Ordem de Serviço n.º 56 de 10 de Maio de 1966 do Comando de Agrupamento 24)


CmdAgr24Louvo o Esquadrão de Cavalaria n.º 693, porque durante cerca de um ano em que constituiu reserva deste Comando revelou ser uma Unidade coesa, disciplinada, moral elevado, óptima preparação operacional, voluntariosa, forte espírito combativo, sempre pronta a acorrer onde a situação requeresse sua presença mesmo em cumprimento de missões não específicas do seu emprego.


Se bem que poucas vezes tivesse tomado parte globalmente em Operações e nessas não tivesse havido oportunidade para demonstrar suas reais possibilidades, estas não deixam de ser sempre bem evidenciadas quando a qualquer dos seus pelotões isolados essa oportunidade se ofereceu, sendo justo destacar a actuação de um deles na operação «Início», a 18 de Julho de 1965, e de outro na operação «Lumiar», a 2 de Maio de 1966.


Mercê da qualidade dos seus Oficiais, Sargentos e Praças, com relevo para o espírito de compreensão, dedicação, entusiasmo e proficiência do seu Comandante, o Esquadrão de Reconhecimento 693 conquistou no Sector Leste um ambiente de confiança e reputação digno de registo e que na hora da despedida me apraz realçar, certo de que honrou em terras da Guiné a Arma de Cavalaria e prestigiou o Exército.


(in Revista da Cavalaria do ano de 1966, páginas 175 e 176)

 

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O seu nome encontra-se gravado na lápide cravada no Monumento aos ex-Combatentes e aos Falecidos da Freguesia em Defesa da PÁTRIA, inaugurado no dia 17 de Abril de 2005.


 Carlos-Ribeiro-Pereira-920

 

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