Monumentos aos Combatentes,
Memoriais e Campas
Monumentos aos Combatentes e
Campas
(Listagens e imagens de memoriais e campas de antigos
combatentes)
Em
memória daqueles que tombaram em defesa
de
Portugal na Guerra do Ultramar
Para
visualização dos conteúdos clique em
cada um dos
sublinhados
Listagem dos mortos naturais do concelho
de
Barcelos
Barcelos
Monumento
em
Honra dos Militares Mortos em Combate na
Guerra do Ultramar
1 de Junho de 2014
Observações:
-
observações, relacionadas com
inconsistências no recém-inaugurado
Memorial «Aos Combatentes de Ultramar» –
naturais do Concelho de Barcelos –, que
resultou da «iniciativa da Delegação de
Barcelos da Associação Portuguesa de
Veteranos de Guerra (APVG)», presidida
por Gabriel Gonçalves, o qual «evoca os
81 militares barcelenses que morreram em
Angola, Guiné e Moçambique no período da
Guerra Colonial, contendo o nome de
todos eles e a respetiva freguesia de
origem. Na base do monumento, 81
elementos em ferro, assinalam as balas
que os mataram.»
Clique aqui
para visualizar as inconsistências
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Notícia publicada em
TVMinho:
O Presidente
da Câmara Municipal de Barcelos, Miguel Costa Gomes,
inaugurou domingo, dia 1 de junho, um monumento em honra
dos militares mortos em combate na Guerra Colonial de
África.
Instalado na
Rua Dr. Manuel Pais, o memorial é uma iniciativa da
Delegação de Barcelos da Associação Portuguesa de
Veteranos de Guerra (APVG), que contou com o apoio da
Câmara Municipal e das juntas de freguesia.
O monumento
evoca os 81 militares barcelenses que morreram em
Angola, Guiné e Moçambique no período da Guerra
Colonial, contendo o nome de todos eles e a respetiva
freguesia de origem. Na base do monumento, 81 elementos
em ferro, assinalam as balas que os mataram". Recorde-se
que, naquele período, o concelho de Barcelos mobilizou
cerca de 9.000 militares para a Guerra Colonial, sendo
um dos que mais contribuiu com homens para este
conflito.
Na cerimónia
de inauguração, Miguel Costa Gomes começou por dizer que
a guerra “é a desinteligência do homem”, mas que a
memória dos que defenderam a pátria não pode ser
esquecida. Por isso, o Município se associou a esta
justa homenagem.
“Sei as
dificuldades por que passam os veteranos”, disse ainda
Miguel Costa Gomes que sublinhou a obrigação da pátria
corresponder aos que a defenderam. “É preciso ter esta
consciência e esta responsabilidade” para com aqueles
que perderam a vida ou que, de algum modo, foram
afetados pela Guerra Colonial.
O Presidente
da Câmara terminou a sua intervenção disponibilizando o
apoio do Município para continuar a ajudar os antigos
combatentes e a sua associação.
Augusto
Freitas, Presidente da Direção da APVG elogiou o esforço
da Delegação de Barcelos e agradeceu o apoio do
Município nesta e em outras iniciativas desenvolvidas
pela Associação. Voltou a lembrar a necessidade do
Estado apoiar os cerca de 150 mil militares que
estiveram envolvidos na Guerra Colonial e de lhes
reconhecer os seus direitos.
O responsável
pela Delegação de Barcelos da APVG, Gabriel Gonçalves,
agradeceu o apoio do Município e das juntas de freguesia
na concretização deste monumento aos militares
falecidos, reclamando a atenção do poder central para as
necessidades dos ex-combatentes.
Interveio
ainda o Presidente da União de Freguesias de Barcelos,
Vila Boa, Vila Frescainha S. Martinho e Vila Frescainha
S. Pedro, José Teixeira, e o padre José Novais que
elogiaram o memorial e o destacaram o respeito merecido
aos militares.
A cerimónia
inclui, a abrir, o hastear das bandeiras com o respetivo
toque militar e, no final, a deposição de uma coroa de
flores junto ao monumento.








Observações:
ANGOLA
ÁLVARO DE SOUSA FERNANDES, natural da freguesia de Vila
Seca
- não consta em base-de-dados alguma, nem no lapidário
nacional do FBS
ANTÓNIO DUARTE DE CAMPOS, natural da freguesia do Alvito
(São Martinho)
- omisso no memorial de Barcelos
CARLOS ALBERTO CORREIA CUNHA, natural de Barcelos (?)
- registado como nascido no concelho de Viana do Castelo
MANUEL RIBEIRO, natural da freguesia da Ucha
- omisso no memorial de Barcelos
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GUINÉ
ABÍLIO MONTEIRO DE BRITO, natural da freguesia de Abade
de Neiva
- omisso no memorial de Barcelos
ANTÓNIO FERNANDES DA CUNHA, natural da freguesia de
Tamel (São Veríssimo)
- está como natural de Gamil
ANTÓNIO VILAÇA COSTA, natural da freguesia de Airó
- está como natural de Tamel (São Veríssimo)
JOAQUIM FARIA GONÇALVES, natural da freguesia de Faria
- omisso no memorial de Barcelos
JOSÉ JOAQUIM DIAS VALE, natural de Breia freguesia de
Fragoso
- está como natural de Aldreu
JÚLIO LOPES DO VALE, natural da Casa Nova freguesia de
Vilar do Monte
- está como natural da Várzea
MANUEL DE JESUS FERREIRA, natural da freguesia do
Cristelo
- omisso no memorial de Barcelos
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MOÇAMBIQUE
JOAQUIM J. DE L. REIS, natural de Barcelos (?)
- registado (Joaquim José de Lima Reis) como nascido no
concelho de Viana do Castelo
MANUEL FREITAS DA SILVA, natural da freguesia de
Manhente
- não consta em base-de-dados alguma, nem no lapidário
nacional do FBS
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No que respeita aos «81 elementos em ferro, [que]
assinalam as balas que os mataram.»
- 50, faleceram 'de facto' em consequência de acções "de
combate";
- os demais malogrados militares, ali evocados,
faleceram em consequência de acidentes de viação, de
acidentes com arma-de-fogo, de acidentes em serviço, de
afogamentos acidentais, e de doenças adquiridas em
serviço.
Paz às suas Almas.