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Monumentos aos Combatentes,
Memoriais e Campas
Monumentos aos Combatentes e
Campas
(Listagens e imagens de memoriais e campas de antigos
combatentes)
Em
memória daqueles que tombaram em defesa
de
Portugal na Guerra do Ultramar
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visualização dos conteúdos clique em
cada um dos
sublinhados
Listagem dos mortos naturais do concelho
de
Benavente

Santo Estevão
António Joaquim Moura Cavaco

Alferes Mil.º Sapador, n.º 01374665
Companhia de Comando
e Serviços
Batalhão de Cavalaria 1917
«DINOSSÁURIOS»
Angola: 27Mai1967 a 26Fev1968
(data do
falecimento)
Louvor Colectivo
António Joaquim Moura Cavaco, Alferes
Mil.º Sapador, n.º 01374665, nascido no dia 23 de
Outubro de 1944, na freguesia de Santo Estevão
concelho de Benavente, filho
de António Porfírio
Cavaco e de Hermínia Gertrudes de Moura Cavaco,
solteiro;
Mobilizado pelo Regimento de Cavalaria 7
(RC7 –
Ajuda, Lisboa) «QUO TOTA VOGANT» - «REGIMENTO DO
CAIS» para servir Portugal na Província Ultramarina
de Angola;
No dia 17 de Maio de 1967, na Gare Marítima da Rocha
do Conde de Óbidos, em Lisboa, embarcou no NTT ‘Vera
Cruz’, como
comandante de pelotão da Companhia de
Comando e Serviços (CCS) do Batalhão de Cavalaria
1917 (BCav1917) «DINOSSÁURIOS», rumo
ao porto
marítimo de
Luanda, onde desembarcou no dia 27 de Maio de 1967;
A sua subunidade de cavalaria, comandada pelo
Capitão do Serviço Geral do Exército António Manuel
Pinto do Amaral, foi
colocada em
Quitexe, no Sector I da zona de Intervenção norte,
onde rendeu a Companhia de Comando e Serciços (CCS)
do Batalhão de Artilharia 786;
Faleceu no dia 26 de Fevereiro de 1968, no Hospital
Militar de Luanda, em consequência de ferimentos em
combate, ocorrido na Fazenda Negrão, perto de
Quitexe;
Tinha 23 anos de idade;
Paz à sua Alma
Está inumado no cemitério da freguesia de Santo
Estevão, concelho de Benavente.
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Louvor Colectivo
BATALHÃO
DE CAVALARIA N.º 1917
(Publicado na Ordem
de Serviço n.º 52, de 27 de Junho de 1968, do
Comando da Região Militar de Angola
Louvo o Batalhão de Cavalaria n.º 1917, pelo elevado
espírito militar e vontade de bem cumprir que sempre
evidenciou ao longo da sua permanência na Zona
Militar Norte.
Responsável, durante dois anos, por uma área
difícil, nela se empenhou numa criteriosa, incisiva
e bem orientada actividade operacional, fazendo
sentir a sua acção ofensiva através de toda a
Região, levando a insegurança e a destruição aos
mais recônditos locais de refúgio do inimigo.
Da sua vasta actividade operacional, merecem
especial relevo, pelos resultados obtidos, as
operações contra «Centrais» e «Quartéis» do inimigo,
com as quais produziu rudes golpes nas suas
organizações, contribuindo, sobremaneira, para uma
notória melhoria da segurança da zona de acção à sua
responsabilidade.
Além desta eficiente, exaustiva e rendosa actividade
operacional, exerceu também uma profícua acção de
resistência e promoção social sobre populações
africanas, conseguindo que as mesmas se
constituíssem em aglomerados de povos susceptíveis
de alcançarem um melhor nível de vida e, por outro
lado, nunca faltou com todo o seu esforço para
assistir e aconselhar, em questões de segurança, as
muitas fazendas da sua área.
Unidade aguerrida, muito disciplinada, e de elevado
moral, reflexo de valor do seu Comando, quadros e
tropas, tornou-se merecedora deste público louvor
conferido pelo Comando da Região Militar de Angola.
(in Revista da Cavalria
do ano de 1969, página 117
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O seu nome faz parte da toponímia da freguesia de
Santo Estevão – Rua Alferes António Joaquim Moura
Cavaco, 2130-137 Santo Estevão BNV.
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