Monumentos aos Combatentes,
Memoriais e Campas
Monumentos aos Combatentes e
Campas
(Listagens e imagens de memoriais e campas de antigos
combatentes)
Em
memória daqueles que tombaram em defesa
de
Portugal na Guerra do Ultramar
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cada um dos
sublinhados
Listagem dos mortos naturais do concelho
de
Borba
Matriz
Constantino António
Lambranca Abelha
Soldado Atirador de Caalaria, n.º 690/62
Companhia de
Cavalaria 394
Batalhão de Cavalaria 399
«…NA GUERRA CONDUTA MAIS BRILHANTE»
Angola: 17Dez1962 a
29Jun1963 (data do falecimento)
Louvor Colectivo
Constantino António Lambranca Abelha, Soldado
Atirador de Cavalaria, n.º 690/62, nascido no dia 12
de
Dezembro de 1941, no lugar da Horta do Rossio, na
freguesia da Matriz, concelho de Borba,
filho de
Joaquim Teotónio Abelha e de Coleta das Dores Glória
Lambranca, solteiro;
Mobilizado pelo Regimento de Cavalaria 3 (RC3 –
Estremoz) «DRAGÕES DE OLIVENÇA» - «…NA GUERRA
CONDUTA MAIS BRILHANTE» para servir Portugal na
Província Ultramarina de Angola;
No dia
5 de Dezembro de 1962, na Gare Marítima da
Rocha do Conde de Óbidos, em Lisboa, embarcou no NTT
‘Uíge’, integrado na Companhia de Cavalaria 394
(CCav394) do Batalhão de Cavalaria 399 (BCav399)
«…NA GUERRA CONDUTA MAIS BRILHANTE», rumo ao porto
de Luanda, onde desembarcou no dia 17 de Dezembro de
1962;
A sua subunidade de Cavalaria foi colocada em
Nambuangongo;
Faleceu no dia 29 de Junho de 1963 em Vila General
Freire (Gombe), em consequência de ferimentos em
combate;
Tinha 22 anos de idade;
Está inumado no cemitério municipal de Borba.
Paz à sua Alma.
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Louvor Colectivo
Batalhão de Cavalaria 399
Considerado como dado por Sua Ex.ª
o
General Comandante da
Região Militar de Angola:
(Artigo 2.º da
Ordem de Serviço n.º 59, do Comando da Região Militar de
Angola,
de 12 de Julho de
1963)
É com o maior prazer que o Comandante do Sector D louva
e felicita na sua ordem de serviço o Batalhão de
Cavalaria n.º 399, com sede em Nambuangongo, pelo
salutar espírito de corpo, elevado moral, comunicativo
entusiasmo, vincada agressividade e nítida compreensão
da alta missão que está a desempenhar, o que lhe tem
permitido enfrentar com maior calma e confiança não só
todas as situações de combate inclusive as de cerco, e
levar sempre de vencida o mais aguerrido, mais bem
armado e mais bem municiado inimigo de todo o Sector D,
mas também suportar com maior abnegação e estoicismo as
deficientes condições de instalação, de falta de espaço
e de isolamento, a que há mais de seis meses se encontra
sujeito.
A justificar ainda o elevado conceito em que esta
Unidade é tida, cita-se a sua excelente actuação nas
várias operações e acções em que tem tomado parte,
dando-se especial relevância às Operações «SEM NOME»,
«TOMA LÁ» e «ATÉ CHORAS», a última das quais, este
Batalhão, por ter todos os subalternos feridos ou
doentes, planeou e desencadeou durante 3 dias com cinco
grupos de combate das suas Companhias de Cavalaria 394 e
395, comandados apenas por sargentos e quatro grupos de
combate do Batalhão de Cavalaria n.º 437, recém-chegado
da Metrópole, cujos resultados se preveem de grande
projecção na conduta das operações do Sector D e
portanto da Região Militar de Angola.
(in Revista da Cavalaria do
ano de 1964, páginas 90 e 91)
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O seu nome consta numa lápide existente no
Jardim Municipal de Borba, descerrada em 30 de Junho
de 2007.