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Monumentos aos Combatentes,
Memoriais e Campas
Monumentos aos Combatentes e
Campas
(Listagens e imagens de memoriais e campas de antigos
combatentes)
Em
memória daqueles que tombaram em defesa
de
Portugal na Guerra do Ultramar
Para
visualização dos conteúdos clique em
cada um dos
sublinhados que se seguem:
Listagem dos mortos naturais do concelho
de
Coimbra
  Souselas - Botão
Homenagem aos Combatentes da Guerra do
Ultramar
Inaugurado no dia 11
de Outubro de 2015
Fontes:
«Município
de Coimbra»
«Amigos
do Núcleo de Coimbra da Liga dos
Combatentes»
SOUSELAS
INAUGUROU MONUMENTO AOS EX-COMBATENTES PERANTE CENTENAS
DE PESSOAS
A Vila de
Souselas inaugurou hoje um monumento aos ex-combatentes
da Guerra do Ultramar, numa cerimónia civil, religiosa e
militar a que assistiram cercam de 400 pessoas.
Localizado numa rotunda, o monumento conta, entre outros
elementos decorativos, com um busto que simboliza um
soldado, da autoria de Manuel Sousa, também ele
ex-combatente e residente nesta vila próxima de Coimbra.
A União de Freguesias de Souselas e Botão, uma das
entidades promotoras do novo monumento, estima em cerca
de 350 os homens do seu território que combateram nas
ex-colónias. A outra entidade envolvida na construção
desta homenagem é o Núcleo de Coimbra da Liga dos
Combatentes.
Já a Câmara
Municipal de Coimbra contribuiu com o projeto e
associou-se à inauguração. O seu presidente, Manuel
Machado, que presidiu à sessão desta tarde, afirmou que
o monumento representa uma “tripla homenagem”: “Aos que
tombaram nos quase 14 anos da guerra colonial (…); aos
veteranos que ainda hoje sofrem, no corpo e na alma, as
consequências deste terrível conflito; e aos esforços e
padecimentos dos familiares dos combatentes que também
sofreram com perdas e ausências.”
O autarca
defendeu que “o envolvimento de uma nação em guerras é
sempre responsabilidade dos seus governantes, — não é
dos seus combatentes. Estes têm como missão lutar,
cumprindo o seu dever cívico, nas operações para que são
mobilizados”, tendo a seguir destacado o facto de
Portugal viver em paz há mais de quatro décadas. Um
legado valioso que, conforme defendeu, todos devem
pugnar pela sua preservação.
“É importante
que a comunidade e os vindouros — os descendentes desses
jovens de então - não esqueçam estes combatentes, seus
pais, avós ou vizinhos, não apenas pelo reconhecimento
que justamente merecem, mas sobretudo pelo ensinamento
que todos os cidadãos devem ter sempre presente: a paz é
um bem essencial ao bem da pátria e da Humanidade”,
salientou Manuel Machado.
Por seu turno,
o presidente da direção central da Liga dos Combatentes,
Chito Rodrigues, salientou que “os jovens mobilizados na
flor da idade, ao serviço de Portugal, nunca foram
esquecidos”. Nos seus cálculos são já “mais de
trezentos” os locais espalhados por Portugal e pelo
estrangeiro que prestam homenagem aos ex-combatentes da
Guerra do Ultramar. “Não viemos aqui chorar pelos
mortos, viemos aqui honrar os mortos e libertá-los ainda
mais da morte”, afirmou, garantindo também que a Liga
dos Combatentes vai continuar a apoiar antigos e atuais
combatentes. “Somos uma instituição do passado, presente
e futuro”, enfatizou.
Já o
presidente da União de Freguesias de Souselas e Botão,
Rui Soares, afirmou que o monumento fica instalado “num
dos lugares mais nobres de Souselas”. O autarca puxou
das memórias para lembrar que tinha três anos de idade
quando o seu pai foi mobilizado para a guerra. “Ainda
hoje me recordo bem das dificuldades que passámos por
causa da ausência dele”, testemunhou.













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