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Monumentos aos Combatentes,
Memoriais e Campas
Monumentos aos Combatentes e
Campas
(Listagens e imagens de memoriais e campas de antigos
combatentes)
Em
memória daqueles que tombaram em defesa
de
Portugal na Guerra do Ultramar
Para
visualização dos conteúdos clique em
cada um dos
sublinhados que se seguem:
Listagem dos mortos naturais do concelho
de
Coimbra
Torres do Mondego
Joaquim Baptista
Soldado Atirador, n.º 146/61
Companhia de
Caçadores 140
Batalhão de Caçadores 137
«E DERRAMANDO O SANGUE»
Angola: 26Jun a 22Ago1961 (data do falecimento)
Joaquim Baptista, Soldado Atirador,
n.º 146/61, natural de Carvalhosas, na freguesia de
Torres do Mondego, concelho de
Coimbra,
filho de José Baptista e de Maria de Assumpção
Costa, solteiro;
Mobilizado pelo Regimento de Infantaria 15 (RI15 –
Tomar) «NON NOBIS» - «FIRMES E CONSTANTES» para
servir Portugal na
Província
Ultramarina de Angola;
No dia 15 de Junho de 1961, na Gare Marítima da
Rocha do Conde de Óbidos, em Lisboa, embarcou no NTT
‘Uíge’, integrado na integrado na
Companhia
de Caçadores 140 (CCac140) do Batalhão de Caçadores
137 (BCac137) «E DERRAMANDO O SANGUE», rumo ao porto
de Luanda, onde desembarcou no dia 26 de Junho de
1961;
A sua subunidade de infantaria, comandada pelo
Capitão de Infantaria Carlos Afonso Soares de
Almeida Brandão, após o desembarque e integrada no
5.º contingente de tropas, desfilou na Avenida Paulo
Dias de Novais, em Luanda:
O
seu batalhão, inicialmente, recebeu por missão
principal a guarda linha de comunicações do Batalhão
de Caçadores 96 (BCac96) que progredia sobre
Nambuangongo. Aquela missão e muitas outras levaram
a uma extrema e constante mobilidade do batalhão,
por isso a sua subunidade de infantaria, a partir de
14 de Julho de 1961, instalou-se sucessivamente em
Roça Santarém, Quibala, Fazenda Maria Fernanda,
Catete e Cassoneca;
Faleceu no dia 22 de Agosto de 1961 em Pedra Boa, no
itinerário Úcua à Roça Vale da Loma, em consequência
de ferimentos em combate;
Paz à sua Alma
Está inumado na campa n.º 3, da fileira n.º 2, do
talhão militar, no cemitério do Sassa, na Província
Ultramarina de Angola.
Para visualização do conteúdo clique no sublinhado
que se segue:
O estado do cemitério do Sassa nos anos 1961 - 1962
- 2012 - 2018
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