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Monumentos aos Combatentes, Memoriais e
Campas
Monumentos aos Combatentes
e Campas
Em
memória daqueles que tombaram em defesa
de
Portugal na Guerra do Ultramar
Para
visualização do conteúdo clique no
sublinhado
que se segue:
Listagem dos mortos naturais do concelho
de
Góis

Góis
Monumento aos
Combatentes do Ultramar
Inaugurado em 13 de Agosto de 2005


«BLOGÓIS»,
12Fev2007
Monumento aos Combatentes do Ultramar
Situado na Rotunda da Avenida Eng.º
Augusto Nogueira Pereira, o monumento
foi erigido em honra dos combatentes do
ultramar.
Na inauguração, em 13 de Agosto de 2005,
estiveram presentes na cerimónia vários
ex-militares da Associação de
Combatentes do Ultramar Português (ACUP),
e a emoção foi ao rubro quando o
presidente desta associação, José
Ferreira Nunes, recordou os mais de 10
mil mortos e mais de 40 mil deficientes
na guerra das ex-colónias. Também Girão
Vitorino, um antigo combatente, se
emocionou ao recordar os seus
conterrâneos mortos em combate e
sublinhou a justeza deste monumento. Já
Henrique Fernandes, governador civil,
disse que a «História não se pode
apagar» e que este monumento «é a
celebração da paz».
De autoria da arquitecta Elisabete
Afonso, da divisão de Obras e
Planeamento da autarquia, o monumento
simboliza um barco, principal transporte
dos militares para o ex-Ultramar nos
anos 60.
O concelho de Góis perdeu 16
ex-combatentes, que ontem ficaram
imortalizados no coração da vila.
São eles o
1.º cabo Álvaro Claro, (Guiné, 1967);
soldado Álvaro Loureiro Barata, (Guiné,
1967);
soldado António dos Anjos Maria (Guiné,
1974);
soldado Augusto Henriques (Angola,
1969);
soldado Carlos Alberto Monteiro de Sousa
(Angola, 1961);
soldado Carlos Arlindo Pereira Rodrigues
(Moçambique, 1968);
furriel Gabriel Antunes Simões (Angola,
1966);
soldado Guilherme Maurício Henrique
Neves (Angola, 1969);
1.º cabo Jaime Ribeiro (Angola, 1964);
soldado João Machado Tavares (Angola,
1970);
soldado José Barata (Moçambique, 1974);
soldado José Fernandes Joaquim
(Moçambique, 1972);
soldado José Maria Palácio (Guiné,
1970);
soldado Luciano Assunção Antunes
(Angola, 1962);
soldado Manuel Henriques Mateus (Guiné,
1969);
soldado Manuel Lourenço Oliveira
(Angola, 1963).
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Fonte:
«A
Comarca de Arganil», 26Out2016

GÓIS: "SOMOS IRMÃOS UNS DOS
OUTROS"
Outubro 26, 2016 - Destaque, Gois, Noticias,
Região
"Somos irmãos uns dos outros",
considerou o general António Ramalho Eanes,
durante o Encontro dos Combatentes do Ultramar
do Concelho de Góis, realizado no passado dia
15, salientando ainda que "são importantes estes
encontros", porque "o homem com quem se sofreu é
um amigo que não se esquece" e que servem também
para "que as famílias saibam que somos o que
somos porque comemos a mesma ração, passámos a
mesma sede, chorámos os mesmos mortos".
E foram os mortos que, neste Encontro, começaram
a ser recordados na romagem ao cemitério e
depois ao Monumento aos Combatentes do Ultramar
que lhe é dedicado, onde ao som do toque a
silêncio um dos organizadores, José Serra, fez
chamada de cada um dos combatentes do concelho
tombados em combate com os antigos camaradas a
responderem "presente" e colocada uma coroa de
flores, em momentos sentidos de emoção e de
homenagem.
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