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Memoriais

Monumentos aos Combatentes, Memoriais e Campas

 

 

Monumentos aos Combatentes e Campas

 

Em memória daqueles que tombaram em defesa de Portugal na Guerra do Ultramar

 

Lisboa

 

Clique em cada um dos sublinhado que se seguem para visualização do conteúdo

 

Listagem dos mortos naturais do concelho de Lisboa

 

 

Campo Grande

 
Mário António Nave da Costa Neves
 

1.º Cabo Atirador de Cavalaria, n.º 08508170

 

Companhia de Cavalaria 2749

 

Batalhão de Cavalaria 2922

«À CARGA!»

 

Guiné: 23Jn a 10Out1970 (data do falecimento)

In Memoriam

Natural da freguesia do Campo Grande, no concelho de Lisboa, filho de António da Costa Neves e de Porcínia de Jesus Nave, o 1.º Cabo Atirador Mário António Nave da Costa Neves partiu para o cumprimento do dever militar ainda jovem e solteiro, honrando com bravura e dignidade o nome da sua família e da sua terra.

Mobilizado pelo prestigiado Regimento de Cavalaria 3 (RC3 – Estremoz), sob a divisa «DRAGÕES DE OLIVENÇA — ...NA GUERRA CONDUTA MAIS BRILHANTE», foi destacado para servir Portugal na Província Ultramarina da Guiné.

A 18 de Julho de 1970, na Gare Marítima da Rocha do Conde de Óbidos, em Lisboa, embarcou no Navio de Transporte de Tropas (NTT) ‘Uíge’, integrado na Companhia de Cavalaria 2749 (CCav2749) do Batalhão de Cavalaria 2922 (BCav2922)«À CARGA!». Chegou ao estuário do Rio Geba a 23 de Julho do mesmo ano, dando início a uma exigente missão operacional.

Poucos dias depois, a 31 de Julho de 1970, a sua subunidade foi colocada em Piche, assumindo a responsabilidade do setor ao render a Companhia de Artilharia 2440 (CArt2440) «ATÉ AO FIM» do Batalhão de Artilharia 2857 (BArt2857) «TODOS OU NENHUNS» .

Foi no cumprimento desassombrado do seu dever que, no dia 10 de Outubro de 1970, na estrada entre Piche e Bambadinca, o 1.º Cabo Mário António Neves tombou em combate, vítima de ferimentos graves colhidos em ação contra o inimigo.

Os seus restos mortais repousam no Cemitério Paroquial de Malpique, na freguesia de Caria, concelho de Belmonte.

A sua memória e o seu sacrifício permanecem vivos. O nome do 1.º Cabo César Portugal Alves da Cruz encontra-se perpetuado na lápide de Homenagem aos Combatentes que tombaram ao serviço da Nação, integrada no Monumento aos Combatentes na Vila de Belmonte (inaugurado a 10 de Junho de 2005, tendo a referida lápide sido descerrada a 10 de Junho de 2008)

A sua memória permanecerá viva no coração da Pátria e na consideração de todos os portugueses.

Paz à sua Alma.

 

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