Monumentos aos Combatentes,
Memoriais e Campas
Monumentos aos Combatentes e
Campas
Em
memória daqueles que tombaram em defesa
de
Portugal na Guerra do Ultramar
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Listagem dos mortos naturais do concelho
de
Lisboa

Santo
Estevão
Elementos
extraídos do facebook do sítio do
veterano
Isidro Moreira
Esteves
Joaquim Afonso Domingues
Joaquim
Afonso Domingues, Soldado Pára-Quedista
n.º
274/RD, titular do brevet n.º 277,
nascido no dia 7 de Março de 1936, na
freguesia de Santo Estevão, concelho de
Lisboa.
Mobilizado para servir Portugal na
Província Ultramarina de Angola, onde
chegou entre os dias 15 e 16 de Março de
1961 e ficou integrado na 2.ª
Companhia
de Caçadores Pára-Quedistas (2.ªCCP) do
Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas 21
«GENTE OUSADA MAIS QUE QUANTAS»
Faleceu,
no dia 29 de Abril de 1961, na zona do
Negage, na estrada Bungo - Mucaba, a 12
Km do Bungo, vítima de ferimentos em
combate (nota).
Foi o
primeiro Pára-Quedista Português a
morrer em combate, na Guerra do Ultramar
Tinha 25
anos de idade.
Foi
inumado no cemitério de Negage, em
Angola, mais tarde, em Agosto de 1975,
os seus restos mortais foram trasladados
para o cemitério do Alto de São João, em
Lisboa.
Paz à
sua Alma
(nota)
«Um
soldado pára-quedista, o Quim (a
primeira vítima da Força Aérea
Portuguesa em solo angolano), é
mortalmente atingido e bem assim o
condutor civil que era o guia da
caravana. Ambos seguiam na viatura da
frente. Cai também para sempre um sipaio
e ficam feridos outros três soldados
indígenas. Mas o tenente pára-quedista
Mansilha, revelou excepcionais
qualidades de desembaraço, coragem e
iniciativa no comando da sua força,
durante a cilada que lhe fora forjada,
com grande perícia pelos rebeldes que
iniciaram o ataque com armas
automáticas, a que se seguiu uma acção
corpo-a-corpo, em que foram totalmente
aniquilados os assaltantes provocando
pesadas baixas no inimigo. Assim reza o
justo louvor que lhe foi concedido.»
