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Monumentos aos Combatentes, Memoriais e Campas

 

Monumentos aos Combatentes e Campas

Em memória daqueles que tombaram em defesa de

Portugal na Guerra do Ultramar

 

Lourinhã

 

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Listagem dos mortos naturais do concelho da Lourinhã

 

Vila da Lourinhã

 

Homenagem aos Combatentes da Guerra Colonial

 

Largo António Granjo
2530 Lourinhã

 

O monumento erigido no Largo António Granjo em memória aos ex-combatentes do concelho da Lourinhã, foi inaugurado dia 26 de Junho por entidades civis e militares, tendo a cerimónia contado com a presença do Tenente General responsável pelo pessoal do exército, Jorge Silvério, natural da freguesia de Ribamar.
 

Reconhecendo a importância de restar tributo aos combatentes falecidos em mais um concelho do país, o presidente da Liga Portuguesa de Combatentes, Chito Rodrigues, considerou ser este mais um “acto de pura justiça” pelo reconhecimento do trabalho daqueles que foram os “construtores do passado” português.
 

No concelho da Lourinhã, 20 homens tombaram na guerra do Ultramar, dos quais 9 foram em Angola, 5 em Moçambique e 6 na Guiné, cujos nomes são referenciados neste monumento.
Chito Rodrigues, considerando que “estas cerimónias têm sempre o cunho de abranger o espírito de homenagem a todos aqueles que contribuíram para o cumprimento da missão”, defendeu que é necessário também apoiar os combatentes vivos porque “se honraram a pátria, que a pátria os contemple”.
 

Neste sentido, também o presidente do Município pugnou pela defesa dos combatentes, sobretudo daqueles que sofrem de stress de guerra pós-traumático. José Manuel Custódio falou da “rejeição colectiva” do país para com os ex-veteranos, sendo que o não reconhecimento da missão cumprida por estes militares, que não escolheram participar na guerra de cerca de 13 anos a que foram sujeitos, “em nada contribui para a educação cívica” das gerações mais novas.


Jorge Silvério, relembrando os tempos difíceis “em perigos e esforços permanentes”, reforçou a obrigação de “reconhecer o valor e o sacrifício daqueles que responderam à chamada quando a pátria deles necessitou. É um imperativo que contribui para o fortalecimento das raízes mais profundas em que se alicerça a nossa história e a coesão do todo nacional”.


Estiveram ainda presentes nesta cerimónia, os presidentes da Associação Portuguesa dos Deficientes das Forças Armadas, da Associação Portuguesa de Veteranos de Guerra e o Comandante da Escola Prática de Infantaria.


Além do presidente da Câmara Municipal e do presidente da Assembleia Municipal, fizeram parte da Comissão de Honra do monumento José Picão, João Delgado, Jaime Bonifácio, José Bonifácio e Adílio Fonseca.


O monumento foi construído pelo arquitecto Augusto Silva e pela escultora Andreia Couto.

 

Flávia Calçada (Fonte: http://www.oesteonline.pt/noticias/noticia.asp?nid=9724 )


 

 

 

 

 

 

 

 

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