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Monumentos aos Combatentes,
Memoriais e Campas

Monumentos aos Combatentes e
Campas
(Listagens e imagens de memoriais e campas de antigos
combatentes)
Em
memória daqueles que tombaram em defesa
de
Portugal na Guerra do Ultramar
Para
visualização dos conteúdos clique em
cada um dos
sublinhados
Listagem dos mortos naturais do concelho
de
Miranda do Corvo
Miranda do Corvo
"À MEMÓRIA
DAQUELES QUE DERAM A VIDA..."
Lápide de Homenagem aos militares
naturais do Concelho que faleceram na Guerra do
Ultramar
Inaugurado no dia
18 de Junho de 2011
HOMENAGEM AOS COMBATENTES DO ULTRAMAR
Imagens cedidas por Carlos
Miguel,
enviadas por José Marcelino
Martins
Paz às suas Almas
Os nomes dos Militares Portugueses gravados no
Monumento
Altino Simões Pedro
Altino Simões Pedro, Soldado Apontador de
Metralhadora, n.º 05396867, natural do lugar da
Corujeira, na freguesia de Vila Nova, concelho de
Miranda do Corco, filho de Manuel Pedro e de Piedade
Simões, solteiro;
Mobilizado pelo Regimento de Infantaria 2 (RI2 -
Abrantes) «EXCELENTE E VALOROSO» para servir
Portugal na Província Ultramarina de Angola;
No dia 4 de Janeiro de 1968, na Gare Marítima da
Rocha do Conde de Óbidos, em Lisboa, embarcou no NTT
‘Vera Cruz’, integrado na Companhia de Caçadores
2306 (CCac2306) do Batalhão de Caçadores 2832
(BCac2832) «EXCELENTE E VALOROSO», rumo ao
porto de
Luanda, onde desembarcou no dia 13 de Janeiro de
1968;
A sua subunidade de infantaria foi colocada em
Lufico; e em 8 de Agosto de 1969 foi transferida
para Nova Gaia;
Faleceu no dia 2 de Fevereiro de 1970, em Nova Gaia,
em consequência de acidente com arma de fogo;
Está inumado no cemitério da freguesia de Vila Nova,
concelho de Miranda do Corvo.
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António de Sousa Martins
António de Sousa Martins, 1.º Cabo Atirador de
Infantaria, n.º 15255468, natural da freguesia e
concelho de Miranda do Corvo, filho de Elísio
Martins e de Olinda Correia,
solteiro;
Mobilizado pelo Regimento de Infantaria 1 (RI1 -
Amadora) «UBI GLORIA, OMNE PERICULUM DULCE» para
servir Portugal na Província Ultramarina de Angola;
No dia 16 de Abril de 1969, na Gare Marítima da
Rocha do Conde de Óbidos, em Lisboa, embarcou no NTT
‘Vera Cruz’, integrado na Companhia de Caçadores
2501 (CCac2501) do
Batalhão de Caçadores 2871
(BCac2871), rumo ao porto de Luanda, onde
desembarcou no dia 25 de Abril de 1969;
A sua subunidade de infantaria foi colocada em Caio
Guembo; e em 16 de Março de 1970 foi transferida para
Ambriz;
Faleceu no dia 18 de Maio de 1970, na picada de
Capulo a Ambriz, a 10 Km de Ambriz, em consequência
de ferimentos em combate;
Está inumado no cemitério municipal de Miranda do
Corvo.
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Aurélio Seco
Aurélio Seco, Soldado Atirador de Infantaria, n.º
1077/64, natural do lugar da Chapinha, na freguesia
e concelho de Miranda do Corvo, filho de José Seco e
de Júlia da Piedade,
solteiro;
Mobilizado pelo Regimento de Infantaria 7 (RI7 -
Leiria) «HONRA E GLÓRIA» - «SINE SANGUINE VICTORIA NON EST» para servir
Portugal na Província Ultramarina de Angola;
No dia 7 de Outubro de 1964, na Gare Marítima da
Rocha do Conde de Óbidos, em Lisboa, embarcou no NTT
‘Vera Cruz’, integrado na Companhia de Caçadores 720
(CCac720) do Batalhão de Caçadores 721 (BCac721)
«RÁPIDOS E AUDAZES» - «OS PANTERAS», rumo ao porto
de Cabinda, onde desembarcou no dia 16 de Outubro de
1964;
A sua subunidade de infantaria foi colocada em
Malembo; e em 16 de Maio de 1965 foi transferida para
a Fazenda Alzira;
Faleceu no dia 4 de Janeiro de 1966, no
Buco-Zau-Bata Sano, em consequência de doença;
Está inumado na campa n.º 23, fileira n.º 3, do
talhão miltar, no cemitério de Cabinda, na Província
Ultramarina de Angola.
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Feliciano dos Santos Paiva
Feliciano dos Santos Paiva, Alferes Mil.º de
Artilharia, n.º 05347264, natural da freguesia e
concelho de Miranda do Corvo, filho de Manuel Pedro
de Paiva e de Maria dos Anjos, solteiro;
Mobilizado pelo Regimento de Artilharia Ligeira 4
(RAL4 - Leiria) «FORTES E LEAIS» para servir
Portugal na Província Ultramarina
da Guiné,
integrado na Companhia de Comando e Serviços (CCS)
do Quartel General (QG) do
Comando Territorial
Independente da Guiné (CTIG) «CORAGEM E LEALDADE» -
«A LEI DA VIDA ETERNA DILATANDO»;
Faleceu no dia 29 de Abril de 1970, no Hospital
Militar 241 (HM241 – Bissau), em consequência de
acidente de viação, ocorrido no itinerário Bissau –
Safim, no dia 20 de Abril de 1970;
Está inumado no cemitério municipal de Miranda do
Corvo.
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José Augusto Domingues
José Augusto Domingues, 1.º Cabo Atirador de
Infantaria, n.º 10161773, nascido no dia 1
 de
Setembro de 1952, na freguesia de Lamas, concelho de
Miranda do Corvo, filho de António Soares e de Maria
do Rosário Domingues, casado com Albertina Gonçalves
Domingues;
Mobilizado pelo Regimento de Infantaria 15 (RI15 –
Tomar) «NON NOBIS» - «FIRMES E CONSTANTES» para
servir Portugal na Província Ultramarina de
Moçambique;
No dia 19 de Março de 1974, no Aeroporto Militar d
Figo Maduro, em Lisboa, embarcou em avião dos
Transportes Aéreos Militares (TAM), integrado na
Companhia de Caçadores 4546/73 (CCac4546/73) «Á
VONTADE DE TODOS» - «DRAGÕES D’OURO», rumo ao
aeroporto da cidade da Beira, onde
desembarcou no
dia 20 de Março de 1974, seguindo via aérea para
Nampula e desta em coluna auto para Mueda;
A sua subunidade de infantaria ficou colocada em
Mueda, sob o comando operacional do Batalhão de
Caçadores 15 (BCac15) «AD GLORIAM FAMA VOLAT»;
Faleceu no dia 29 de Maio de 1974, em consequência
de um rebentamento de engenho explosivo, durante um
patrulhamento na região de Mueda;
Tinha 21 anos de idade;
Está inumado no
cemitério de Charneca, na freguesia
e concelho de Pombal.
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Júlio Rodrigues Ferreira
Júlio Rodrigues Ferreira, Soldado Atirador de
Infantaria, n.º 378/60, natural do lugar de Moínhos,
na freguesia e concelho de Miranda do Corvo, filho
de Aníbal Ferreira e de Maria Preciosa, solteiro;
Mobilizado pelo Regimento de Infantaria 12 (RI12 -
Coimbra) «FIRMES COMO ROCHAS» para servir Portugal
na Província Ultramarina de Angola;
No dia 28 de Maio de 1961, na Gare Marítima da Rocha
do Conde de Óbidos, em Lisboa, embarcou no NTT
‘Niassa’, integrado na
Companhia de Caçadores 128
(CCac128) do Batalhão de Caçadores 155 (BCac155)
«CONDUTA BRAVA EM TUDO DISTINTA», rumo ao porto de
Luanda, onde desembarcou no dia 9 de Junho de 1961;
A sua subunidade de infantaria foi colocada em Nova
Caipemba;
Faleceu no dia 14 de Julho de 1961, no itinerário
Caipemba – Quindaca, a 2 Km de Quindaca, em
consequência de ferimentos em combate;
Está inumado no cemitério municipal de Miranda do
Corvo.
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Octávio Duarte das Neves
Octávio Duarte das Neves, 1.º Cabo Atirador de
Artilharia, n.º 08698672, natural do lugar de
Espinho, na freguesia e concelho de Miranda do
Corvo, filho de Salvador das Neves e
de Conceição da
Piedade, solteiro;
Mobilizado pelo Regimento de Artilharia Pesada 2
(RAP2 – Gaia) «BRAVOS E SEMPRE LEAIS» para servir
Portugal na Província Ultramarina de Moçambique,
integrado na 3.ª Companhia (3ªCArt) do Batalhão de
Artilharia 6220/72 «BRAVOS E SEMPRE LEAIS»;
Antes do embarque, a sua subunidade de artilharia
foi retirada definitivamente do Batalhão de
Artilharia 6220/72 «BRAVOS E SEMPRE LEAIS»;
No dia 1 de Novembro de 1972, no Aeroporto Militar d
Figo Maduro, em Lisboa, embarcou em avião dos
Transportes Aéreos Militares (TAM), rumo ao
aeroporto da cidade da Beira, onde desembarcou no
dia 2 de Novembro de 1972.
A
sua subunidade de artilharia seguiu por via férrea
para Moatize, e desta, em coluna auto para Vuende,
ficando integrada no dispositivo do Batalhão de
Caçadores 3866 (BCac3866) «SEMPRE EXCELENTES E
VALOROSOS», com sede em Furancungo (subsector HFR).
Rendeu a Companhia de Caçadores de Tete (CCacTete).
Guarneceu a missão de Nazarenos com um pelotão;
Faleceu no dia 13 de Junho de 1973, na região de
Vuende, em consequência de ferimentos em combate;
Está inumado no cemitério municipal de Miranda do
Corvo.
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Ramiro Carvalho Lopes
Ramiro Carvalho Lopes, Sodado Atirador de
Infantaria, n.º 00846268, natural da freguesia e
concelho de Miranda do Corvo, filho de Fernando
Rodrigues Lopes e de Maria do Carmo, solteiro;
Mobilizado pelo Regimento de Infantaria 2 (RI2 -
Abrantes) «EXCELENTE E VALOROSO» para servir
Portugal na Província Ultramarina da Guiné;
No dia 24 de Julho de 1968, na Gare Marítima da
Rocha do Conde de Óbidos, em Lisboa, embarcou no NTT
‘Uíge’, integrado na Companhia de Caçadores 2404
(CCac2404) do Batalhão de Caçadores 2852
(BCac2852)
«TUDO VALE A PENA», rumo ao estuário do
Geba
(Bissau), onde desembarcou no dia 29 de Julho de
1968;
A sua subunidade de infantaria, no dia 5 de Agosto
de 1968, seguiu para Teixeira Pinto, a fim de
efectuar o treino operacional sob a
orientação do
Batalhão de Caçadores 2845 (BCac2845) «SEMPRE
EXCELENTES E VALOROSOS» até ao dia 27 de Agosto de
1968 e seguidamente reforçar este batalhão com vista
à realização de operações nas regiões de Peconha e
Pantufa e escoltas a colunas; em 13 de Outubro de
1968, rendeu a Companhia de
Artilharia 1647
(CArt1647) do Batalhão de Artilharia 1904 (BArt1904)
«FIRMES E GENEROSOS», assumiu a responsabilidade do
subsector de Binar, ficando integrada no dispositivo
e manobra do Batalhão de Cavalaria 1915 (BCav1915)
«TIGRES» - «NA GUERRA CONDUTA MAIS BRILHANTE» e
depois do Batalhão de Caçadores 2861 (BCac2861)
«VENCER»;
Faleceu no dia 19 de Dezembro de 1968, no Hospital
Militar 241 (HM241 – Bissau), em consequência de
acidente com arma de fogo, ocorrido no dia 24 de
Outubro de 1968, aquando da limpeza da sua arma.
Está inumado no cemitério municipal de Miranda do
Corvo.
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Silvério Rodrigues Fernandes
Silvério Rodrigues Fernandes, Soldado Atirador de
Infantaria, n.º 19213969, natural da freguesia de
Vila Nova, concelho de Miranda do Corvo, filho de
José Miguel Rodrigues Fernandes e de Maria da Luz,
solteiro;
Mobilizado pelo Batalhão de Caçadores 10 (BC10 –
Chaves) «SEMPRE EXCELENTES E VALOROSOS» para servir
Portugal na Província Ultramarina da Guiné;
No dia 15 de Novembro de 1969, na Gare Marítima da
Rocha do Conde de Óbidos, em Lisboa, embarcou no
NTT
‘Uíge’, integrado na Companhia de Caçadores 2619
(CCac2619) do Batalhão de Caçadores 2893 (BCac2893)
«SEMPRE EXCELENTES E VALOROSOS», rumo ao estuário do
Geba (Bissau), onde desembarcou no dia 20 de
Novembro de 1969;

A sua subunidade de infantaria seguiu, em 24 de
Novembro e 1 de Dezembro de 1969, por escalões, para
Madina Mandinga, a fim de render a Companhia de
Caçadores 2315 (CCac2315) do Batalhão de Caçadores
2835 (BCac2835) «NAS ARMAS SINGULARES», tendo
assumido, em 29 de Novembro de 1969, a
responsabilidade do respectivo subsector, com um
pelotão em Dara e ficando integrada no dispositivo e
manobra o seu batalhão;
Faleceu no dia 2 de Janeiro de 1971, em Madina
Mandinga, em consequência de acidente com arma de
fogo, devido a disparo acidental da metralhadora;
Está inumado no cemitério paroquial de Vila Nova,
concelho de Miranda do Corvo.
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Manuel Ribeiro da Silva
Manuel Ribeiro da Silva, 1.º Cabo ‘Comando’, n.º
18092168, natural do lugar de Fornes, na freguesia
da Sobreira Formosa, concelho de Proença-a-Nova,
filho de João da Silva e de
Maria Ribeiro, solteiro;
Mobilizado pelo Centro de Instrução de Operações
Especiais (CIOE – Lamego) «QUE OS MUITOS, POR SEREM
POUCOS, NÃO TEMaMOS» para servir Portugal na
Província Ultramarina da Guiné;
No dia 11 de Agosto de 1968, na Gare Marítima da
Rocha do Conde de Óbidos, em Lisboa, embarcou no NTT
‘Uíge”, integrado na 16.ª Companhia de Comandos «A
SORTE PROTEGE OS AUDAZES», rumo ao estuário do Geba
(Bissau), onde desembarcou no dia 16 de Agosto de
1968;
A sua subunidade de comandos:
- Após efectuar o treino operacional nas regiões de
Bula, Binar e Có, em coordenação com o Batalhão de
Cavalaria 1915 (BCav1915) «TIGRES», desde do dia 6 a
26 de Setembro de 1968, ficou instalada cm Brá
(Bissau), como subunidade de intervenção e reserva
do Comando-Chefe;
- Em 30 de Setembro de 1968, foi deslocada para
Binar, a fim de tomar parte em patrulhamentos e
emboscadas na região de Binar-Bula, em reforço do
Batalhão de Cavalaria 1915 (BCav1915) «TIGRES», até
18 de Outubro de 1968;
- Em 27 de Outubro de 1968, foi atribuída ao
Batalhão de Caçadores 1932 (BCac1932) «VONTADE E
VALOR), deslocando-se para Farim, a fim de tomar
parte na operação "Boas Vindas", na região de
Bricama, após o que se instalou, a partir de 2 de
Novembro de 1968, em Jumbembém, com vista a actuar
nas acções de contrapenetração no corredor de Lamel
e recolhendo a Bissau em 12 de Dezembro de 1968;
- De 1 a 12 de Janeiro de 1969, tomou parte em
operações realizadas pelo Batalhão de Caçadores
Pára-Quedistas 12 (BCP12) «UNIDADE E LUTA» na região
de Fulacunda, sendo depois atribuída ao Comando de
Agrupamento Operacional (CAOP), com vista à
realização de operações na região de Jol, Bachile,
Pijame e Cá de 4 de Fevereiro a 31 de Maio de 1969,
ficando então instalada em Teixeira Pinto;
Faleceu no dia 31 de Maio de 1969, no Hospital
Militar 241 (HM241 – Bissau), em consequência de
ferimentos em combate, ocorrido no dia 30 de Maio de
1969, em Sedengal, aquando do assalto a um
acampamento inimigo.
Está inumado no cemitério municipal de Miranda do
Corvo.
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Lápide de Homenagem aos militares
naturais do Concelho que faleceram na Guerra do
Ultramar
18 de Junho de 2011
Fonte:
http://www.cm-mdouro.pt/news/2011/06/16/3-encontro-dos-ex-combantentes-do-ultramar-do-conc/
A Câmara
Municipal de Miranda do Douro vai proceder à inauguração
de uma Lápide de Homenagem aos militares naturais do
Concelho que faleceram na Guerra do Ultramar, recordando
desta forma os que deram a vida pela Pátria.
Programa:
09H30 –
Concentração no Largo D. João III
10H00 –
Recepção no Salão Nobre da autarquia
10H30 –
Inauguração de uma Lápide de Homenagem aos militares
naturais do Concelho que faleceram na Guerra do
Ultramar, no Bairro Verde
11H30 –
Missa na Sé Catedral
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