Monumentos aos Combatentes,
Memoriais e Campas

Monumentos aos Combatentes e
Campas
(Listagens e imagens de memoriais e campas de antigos
combatentes)
Em
memória daqueles que tombaram em defesa
de
Portugal na Guerra do Ultramar
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cada um dos sublinhados
Listagem dos mortos naturais do concelho
de
Monção
Aos Monçanenses Combatentes na
Guerra do Ultramar
Inaugurado no dia 15 de Julho de 2012


No âmbito do 76º aniversário da Liga
dos Combatentes, núcleo de Monção, foi apresentado,
no passado sábado à noite, no auditório da Casa do
Curro, o projecto do futuro monumento aos
combatentes na guerra do ultramar da autoria do
artista monçanense, Ricardo de Campos.
Na cerimónia, que contou com o presidente da Câmara
Municipal de Monção, José Emílio Moreira, o artista
referiu que o monumento idealizado pretende
“homenagear todos os combatentes do concelho de
Monção” e “deixar uma memória sobre a guerra às
gerações actuais e futuras”.
Segundo Ricardo de Campos, a esfera angular sinaliza
a dimensão do império português e as cerca de 30
armas G3 obsoletas, que serão colocadas à volta da
esfera, evocam, de forma simbólica, o sangue dos
combatentes deixado em África.
“Antes de idealizar o monumento fiz uma pesquisa,
onde constatei que a homenagem aos combatentes nos
vários concelhos do país obedece à ideia padrão de
um soldado com uma espingarda” referiu Ricardo de
Campos, esclarecendo que “o monumento agora
apresentado aborda um formato diferente, sendo mais
provocatório e aberto a interpretações variadas”.
O autarca monçanense, José Emílio Moreira, observou
que a “evocação dos jovens que tudo deram à pátria”
constitui “um acto de gratidão e uma homenagem
sentida e profunda” que “nunca deve esmorecer para
que continue bem viva no presente e no futuro”.
Comprometendo-se a apoiar “esta peça brilhante
idealizada por um artista da nossa terra”, José
Emílio Moreira alertou para a necessidade da
sociedade civil participar na construção deste
projecto e lembrou que a localização pretendida, na
rotunda em frente ao antigo edifício da estação da
CP, deverá ser objecto de análise em virtude do
enquadramento paisagístico e arquitectónico já
definido para aquela área.
Entre 1961 e 1974, 4163 jovens monçanenses oriundos
de 32 freguesias (na altura ainda não existia a
freguesia de Cortes) foram enviados para a Guerra do
Ultramar. Deste número, 13 morreram em combate. Os
seus nomes constam de uma lápide localizada na Praça
Deu-la-Deu