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Monumentos aos Combatentes,
Memoriais e Campas

Monumentos aos Combatentes e
Campas
(Listagens e imagens de memoriais e campas de antigos
combatentes)
Em
memória daqueles que tombaram em defesa
de
Portugal na Guerra do Ultramar
Para
visualização dos conteúdos clique em
cada um dos
sublinhados
Listagem dos mortos naturais do concelho
de
Monforte
Monforte
Monumento aos
Combatentes da Guerra do Ultramar
«em
memória dos que em combate tombaram na guerra do
ultramar do concelho de monforte»
«e a todos que
pela pátria lutaram e ao seu portugal regressaram»
Inaugurado no dia 10 de Setembro de 2016
Elementos extraídos dos
sítios da:
Liga dos Combatentes e
Município de Monforte
Por ocasião da Homenagem que, no
passado dia 10 de setembro, em Monforte, foi
prestada aos Combatentes, a população do Concelho e,
em particular, os seus ex-Combatentes e respetivas
famílias, aos quais se juntaram representantes de
diversos organismos e demais convidados, viveram um
acontecimento memorável.
Associando-se ao encontro anual que um grupo de
ex-Combatentes do Concelho promoveu pelo 13º ano,
organizando, entre outras iniciativas, um
almoço/convívio, a Câmara Municipal decidiu
proporcionar a toda a população um programa que,
para além da inauguração da Sala Polivalente
Municipal de Monforte e da inauguração do Monumento
ao Combatente, da autoria do artista plástico
monfortense Patico, incluiu ainda apresentação de
Forças em Parada, uma Homenagem aos Mortos,
inauguração da Escultura Alusiva ao Combatente e
nomeação do “Largo dos Combatentes”, Mostra de
Fotografias e Exposição de Esculturas em Granito do
escultor João Aires e lançamento do livro editado
pelo Município de Monforte e intitulado “Memórias do
Alentejo - Antes e depois” de Manuel Magrinho
(ex-Combatente).
Iniciando-se às 10.00h. com as honras militares, as
Cerimónias foram presididas pelo Ministro da Defesa
Nacional, José Alberto Azeredo Lopes, e contaram com
a colaboração de vários organismos, nomeadamente o
Ministério da Defesa Nacional, Junta de Freguesia de
Monforte, Regimento de Cavalaria 3 (Estremoz),
Regimento de Para-quedistas, Guarda Nacional
Republicana - Destacamento Territorial de Elvas,
Bombeiros Voluntários de Monforte e núcleos da Liga
dos Combatentes de Estremoz, Portalegre, Campo Maior
e Elvas.
Antecedendo as intervenções do Presidente da Liga
dos Combatentes, General Chito Rodrigues, e do
Ministro da Defesa Nacional, Gonçalo Lagem proferiu
um discurso bastante emotivo no qual realçou o
elevado significado que estas cerimónias têm
especialmente para os ex-Combatentes do Concelho e
suas famílias, afirmando que “pecando por tardia,
esta homenagem aos combatentes do Concelho de
Monforte, é o reconhecimento do Município,
imortalizando na história, todos aqueles que com
bravura e coragem defenderam os interesses da
Pátria. É o gesto de gratidão que o Município
perpetua hoje em nome de todas as suas gentes, por
terem honrado e dignificado este Concelho. Só vocês
e Deus sabem, e morrerá convosco, em cada uma das
vossas memórias, os sentimentos, a lembrança e a
angústia do horrendo cenário da Guerra.
O partir rumo ao desconhecido, com a incerteza do
regresso, e, a cada missão, considerar na vossa
mente que poderia ser o último passo, o último
suspiro ou a última visão, deixar para trás a
família em agonia, na idade de todos os sonhos e
conseguir suportar tal crueldade, tudo isso fez de
vós distintos e mui nobres cidadãos e é essa
distinção que aqui e agora queremos dignificar,
reconhecer e homenagear”.
Relativamente à Sala Polivalente Municipal de
Monforte, cuja inauguração o executivo camarário
entendeu agendar para esse dia, recebendo os cerca
de 300 participantes no referido almoço/convívio dos
ex-Combatentes, o edil declarou que se trata de “um
espaço há muito reivindicado por todos, tendo em
conta as necessidades que se faziam sentir a vários
níveis. Está hoje feito e fomos nós que o fizemos,
idealizámos, planeámos, projetámos e executámos”.








Paz às suas Almas
Joaquim Lourenço Soeiro
Carrajola
Joaquim Lourenço Soeiro Carrajola, 1.º Cabo Condutor
n.º 1266/60, natural da freguesia de Vaiamonte,
concelho de Monforte. Mobilizado pelo Regimento de
Infantaria 11 para servir na Província Ultramarina
Portuguesa de Angola integrado na Companhia de
Caçadores Especiais 81. Tombou em combate no dia 3
de Abril de 1961. Está sepultado no cemitério da
freguesia da sua naturalidade.
Manuel Joaquim Carola
Manuel Joaquim Carola, Furriel de Infantaria, n.º
3534/53-L, natural da freguesia de Santo Aleixo,
concelho de Monforte. Mobilizado pelo Regimento de
Infantaria 14 para servir na Província Ultramarina
Portuguesa de Angola integrado na Companhia de
Caçadores Especiais 82. Tombou em combate no dia 12
de Agosto de 1961. Está sepultado no cemitério da
freguesia da sua naturalidade.
Manuel Francisco Sardinha
Mexia
Manuel Francisco Sardinha Mexia, Soldado Condutor
n.º 724/60, natural da freguesia de Santo Aleixo,
concelho de Monforte. Mobilizado pelo Regimento de
Cavalaria 6 para servir no Estado da Índia
Portuguesa, integrado no Esquadrão de Reconhecimento
4. Tombou em combate no dia 9 de Dezembro de 1961.
Desconhece-se o local da sepultura.
Francisco João Cid Anastácio
Francisco João Cid Anastácio, 1.º Cabo Escriturário
n.º 1358970, natural da freguesia e concelho de
Monforte. Mobilizado pelo Regimento de Artilharia
Ligeira 1 para servir na Província Ultramarina
Portuguesa de Angola integrado no Comando de
Agrupamento 3951. Faleceu no dia 16 de Junho de
1971. Está sepultado no cemitério do Monte da
Caparica (Almada).
António José Batista Massano
António José Batista Massano, Soldado Atirador n.º
00543566, natural da freguesia e concelho de
Monforte. Mobilizado pelo Regimento de Cavalaria 3
para servir na Província Ultramarina Portuguesa da
Guiné integrado na Companhia de Cavalaria 1615 do
Batalhão de Cavalaria 1897. Tombou em combate no dia
12 de Dezembro de 1967. Está sepultado no cemitério
dos Prazeres (Lisboa).
João José Neves Filipe
João
José Neves Filipe, Soldado Atirador n.º 18452471,
natural da freguesia de Assumar, concelho de
Monforte. Mobilizado pelo Regimento de Infantaria 1
para servir na Província Ultramarina Portuguesa de
Moçambique integrado na Companhia de Caçadores 3552
do Batalhão de Caçadores 3885. Tombou em combate no
dia 29 de Setembro de 1972. Está sepultado no
cemitério de Castanheira do Ribatejo.
Manuel António Santeiro
Nisa
Manuel António Santeiro Nisa, 1.º Sargento
Fuzileiro, natural da freguesia e concelho de
Monforte. Mobilizado para servir na Província
Ultramarina Portuguesa de Angola integrado na
Companhia de Fuzileiros n.º 3. Faleceu no dia 8 de
Abril de 1973.
Francisco Neves da Silva
Francisco Neves da Silva, Soldado Pára-Quedista n.º
413/72 (brevet 11382), nascido no dia 17 de Julho de
1951, na freguesia de Santo Aleixo, concelho de
Monforte. Mobilizado pelo Regimento de Caçadores
Pára-Quedistas para servir na Província Ultramarina
Portuguesa de Moçambique integrado na 1.ª Companhia
de Caçadores Pára-Quedistas do Batalhão de Caçadores
Pára-Quedistas 31. Faleceu no dia 18 de Julho de
1973. Tinha 22 anos de idade. Está sepultado no
cemitério da freguesia da sua naturalidade.






































DISCURSO
PROFERIDO
PELO PRESIDENTE DO MUNICÍPIO DE MONFORTE
Hoje é um dia duplamente histórico para
o Concelho de Monforte, pois é dia de se
colmatarem duas lacunas há muito
sentidas no Município: A inauguração do
monumento em Homenagem aos combatentes e
a inauguração da sala polivalente para
eventos.
Pecando por tardia, esta homenagem aos
combatentes do Concelho de Monforte, é o
reconhecimento do Município,
imortalizando na história, todos aqueles
que com bravura e coragem defenderam os
interesses da Pátria. É o gesto de
gratidão que o Município perpetua hoje
em nome de todas as suas gentes, por
terem honrado e dignificado este
Concelho. A Cerimónia é vossa e é para
vocês!
Caros combatentes:
Só vocês e Deus sabem, e morrerá
convosco, em cada uma das vossas
memórias, os sentimentos, a lembrança e
a angústia do horrendo cenário da
Guerra, como aliás nos dá a conhecer Ivo
Ferreira, no filme Cartas da Guerra,
atualmente em exibição…Um documento
sobre o horror e o sofrimento!
O partir rumo ao desconhecido, com a
incerteza do regresso, e, a cada missão,
considerar na vossa mente, que poderia
ser o último passo, o último suspiro ou
a última visão, deixar para trás a
família em agonia, na idade de todos os
sonhos e conseguir suportar tal
crueldade, tudo isso fez de vós
distintos e mui nobres cidadãos e é essa
distinção que aqui e agora queremos
dignificar, reconhecer e homenagear.
Felizmente, um número residual de
mulheres e homens nacionais passam por
essa experiência, mas infelizmente ainda
atinge muitas mulheres, homens e
crianças no mundo. Como nos disse Paul
Valéry: ”A guerra é um massacre de
pessoas que não se conhecem, para
proveito de pessoas que se conhecem… Mas
não se massacram”.
Sr. Ministro da Defesa Nacional, a
presença honrosa e repleta de alto valor
simbólico de V. Ex.ª aqui e agora, neste
dia histórico de reconhecimento e
homenagem aos combatentes, eleva ao mais
alto nível esta marcante e solene
cerimónia e é bem demonstrativa do
respeito que tem pelos nossos
combatentes e se, na verdade a
mobilização de todas estas forças são
dignas de todos os Concelhos do país em
homenagem aos combatentes, é em Monforte
que ora prestamos tal homenagem através
desta organização sem precedentes e que
ficará para sempre guardada na memória
de todos que a passarão de geração em
geração, daí que, e por isso mesmo, e em
meu nome pessoal, de todos os munícipes
e dos combatentes, queremos agradecer e
manifestar o nosso muito, muito obrigado
por ter aceitado o nosso convite e nos
ter honrado com a sua presença.
Sr. Chefe do Estado-Maior do Exército,
General Rovisco Duarte, é uma honra para
o Concelho receber V. Ex.ª e todo este
empenhamento do Exército. Tal gesto
reflete bem o respeito entre camaradas
das forças armadas e o reconhecimento da
importância de iniciativas como esta. O
Município estará sempre ao vosso dispor
e imensamente grato por nos proporcionar
este dia inesquecível. Nunca antes
tivemos nada assim! Quando quisemos
homenagear os combatentes, as coisas
aconteceram tão naturalmente.
Combatentes, como diria Fernando Pessoa,
“Quando Deus quer, o homem sonha e a
obra nasce”.
Uma palavra de grande apreço, de amizade
e de estima pessoal ao Sr. General
Carlos Perestrelo e Coronel Nuno Duarte,
Comandante da Brigada de Reação Rápida e
comandante do Regimento de Cavalaria 3
de Estremoz, pois foi com o Sr General e
Sr Coronel que, respetivamente, e num
ato solitário, falei a primeira vez
desta ideia, há 1 ano atrás, e me
forneceram as coordenadas para que esta
Homenagem e este dia pudessem ser uma
realidade. O nosso muito obrigado também
ao Sr General e Sr Coronel.
Sr. Comandante Distrital da Guarda
Nacional Republicana, Coronel Joaquim
Nunes: Solicitei uma força que
representasse também aqui a Guarda
Nacional Republicana, nossos concidadãos
e companheiros de luta no dia a dia, a
força de segurança presente no Concelho,
que também eles são combatentes e lutam
todos os dias para que nos sintamos
confortáveis e com qualidade de vida na
comunidade. Em boa hora foi aceite e
está presente um pelotão da GNR. Muito
obrigado Sr Coronel! Registo com muito
agrado e gratidão a presença de tão
ilustre representação.
Bombeiros Voluntários de Monforte, é
para mim motivo de grande satisfação e
orgulho pessoal ter numa organização
desta natureza um pelotão de mulheres e
homens, filhos da terra, que são os
nossos soldados da paz. Também vós sois
combatentes deste Concelho e uma força
viva que honra diariamente os
combatentes de outrora. Combatem os
incêndios, combatem as assimetrias
sociais, junto de quem mais precisa,
estão disponíveis durante as 24 horas de
cada dia, 365 dias por ano e são um dos
parceiros imprescindíveis e
insubstituíveis da Câmara e da
sociedade. Muito honram também esta
homenagem no dia de hoje, representando
a antagonia da Guerra. Sendo também
combatentes, também este monumento vos
diz respeito, mas espero, em 2020,
aquando da comemoração dos 40 anos da
Corporação, estarmos juntos e a
inaugurar um monumento em Honra da vossa
bravura, da vossa coragem e do vosso
espírito de missão ao serviço das
pessoas.
Este dia, esta organização, foi graças a
todos vós a que me dirigi, mas não posso
deixar de referir o Município de
Monforte e seus trabalhadores, que foram
inexcedíveis, incansáveis, como é,
aliás, seu apanágio no dia-a-dia, com
disponibilidade redobrada para
organizações exigentes como esta e
tantas outras que já tivemos o grato
privilégio de concretizar. A todos eles,
sem exceção, o meu muito obrigado e
sempre reconhecimento.
A todas as pessoas que nos representam
nas forças militarizadas: É a vós que a
sociedade exige a paz e é a vós que a
sociedade deve a paz! Obrigado a todas
as mulheres e homens que, diariamente,
defendem a nossa soberania, seja por
terra, mar ou ar, e fazem de Portugal e
suas fronteiras um país íntegro e único
para se viver bem, conservando uma
identidade singular.
Também a Junta de Freguesia de Monforte
se associou a este dia e irá também ser
hoje inaugurado o Largo dos Combatentes,
onde estará presente uma escultura
oferecida pelo escultor João Aires
Garcia, ao qual, também, publicamente,
agradeço. Parabéns ao Presidente da
Junta de freguesia e restantes membros
desse órgão autárquico. Também os
restantes Presidentes de Junta de
Freguesia do concelho comungam e
subscreveram esta homenagem, aliás como
toda a nossa comunidade aqui
representada nesta tribuna. Registo com
muito agrado a presença de todos,
ilustrando de forma inequívoca a
capacidade de mobilização do respeito
pelos nossos combatentes. Obrigado
Concelho de Monforte!
Este Painel, cujos azulejos foram
pintados pelo artista Patico, com a
colaboração do Município de Monforte,
destina-se a assinalar e a homenagear
todos os combatentes.
Este trabalho resultou de pesquisas de
natureza diversa e de importantes
contributos por parte de quem facultou
documentos que complementaram e
enriqueceram esse trabalho,
nomeadamente, o Sargento-Mor Serrano
Rosa de Elvas e o nosso Conterrâneo
Manuel Magrinho.
Respeitando a estética, as áreas
envolventes e as nossas referências, o
painel de azulejos foi colocado em
suporte de granito, de forma a que o
conjunto, no seu todo, ganhasse
características de monumento e que a sua
mensagem plástica pudesse elevar o bom
nome e os atos de todos os que pisaram
aquelas terras, uns que ainda vivem
entre nós e outros que, infelizmente, já
nos deixaram.
O Painel de azulejos interpreta a
“viagem” do combatente, os seus atos
heroicos e os seus distintos esforços,
evoca a árvore vigia, comum a todas as
árvores vigias, cujo papel, naquelas
terras, era muito mais importante do que
o de uma simples árvore vigia… evoca as
oliveiras e as azinheiras firmemente
enraizadas, ícones da nossa terra e
cultura, de onde os nossos combatentes
partiram, para essa longa e penosa
viagem.
O painel, pintado maioritariamente em
tons de azul e branco (cores
características da azulejaria nacional),
salpicado aqui e ali com as cores da
nossa bandeira e noutros pontos de
vermelho, simboliza o sangue derramado
e, para além de elevar todos os bravos,
evoca ainda Monforte com a representação
do seu Brasão.
O suporte em granito, sendo das nossas
referências, é, por si só, um monumento!
É um ícone da nossa Terra!
A obra, no seu todo, não se resume
apenas à figura de um soldado ou à
gravação dos nomes dos combatentes que,
infelizmente, sucumbiram. No entanto, a
figura do soldado tal como a gravação
desses nomes não são apenas uma memória,
são, acima de tudo, o nosso respeito por
esses homens valorosos.
A obra visa ser Vida.
Uma palavra de gratidão também ao Patico
que, numa perspetiva artística,
rapidamente assimilou o que o município
pretendia. E teve um resultado pleno.
Uma palavra dirigida à sociedade… sem
reconhecer, honrar e respeitar o
passado, não é possível viver o presente
nem preparar o futuro.
Este executivo cumpre, este mês, três
anos de mandato. Não vou ser maçador e
relatar o quanto já fizemos, o que
conquistámos e o que ainda vamos fazer.
A um ano das próximas eleições, enquanto
uns tentam denegrir sem argumentos o
nosso trabalho e o próprio Concelho,
numa sede, cega, sem noção e
irresponsável, de poder, nós
limitamo-nos a responder com iniciativas
como esta, por nós idealizadas,
pensadas, projetadas e executadas. Não
havia ideia antes, nunca ninguém tinha
falado, mas estava no nosso programa
eleitoral, não estava noutros. Da mesma
forma falo da sala polivalente, que,
daqui a pouco, inauguraremos. Um espaço
há muito reivindicado por todos, tendo
em conta as necessidades que se faziam
sentir a vários níveis. Está hoje feito
e fomos nós que fizemos, que
idealizámos, planeámos, projetámos e
executámos. Não vou falar em mais nada,
deixarei isso para tempo oportuno, mas
afirmo, com orgulho, que nos sobram
razões para estarmos satisfeitos. Dentro
desta exigente conjuntura, conseguimos
inverter e contrariar todas as
avaliações globais, as chamadas
avaliações macro, que nos eram bastante
desfavoráveis. Falo no índice de
transparência, no índice de notoriedade,
na redução do prazo médio de pagamentos,
na redução da dívida, no considerável
aumento da receita, influenciando
diretamente o orçamento e na preparação
estruturada como nunca tivemos e
consequentes resultados do Quadro
Comunitário de Apoio Portugal 2020. Mas,
pelo meu, pelo nosso Concelho, sou e
serei sempre um eterno insatisfeito.
Isso vos posso garantir! Tal como os
combatentes que serviram Portugal, eu
estarei sempre ao serviço do Concelho de
Monforte.
A localização do monumento foi, quanto a
mim, perfeita, pois é um ponto
estratégico e central, local onde todos
os munícipes passam quase diariamente, a
caminho da piscina, do parque
desportivo, da sala polivalente a partir
de hoje, da Escola, do bairro do
Tapadão, do quartel dos bombeiros, da
praça de toiros e fica ainda junto à
farmácia onde todos recorremos. Foi esta
a relevância que lhe quisemos dar, para
que todos os munícipes, cada vez que
aqui passem, se recordem de distintos
cidadãos que foram os combatentes do
Concelho de Monforte, e que se inspirem
diariamente na sua bravura e coragem
para enfrentar os desafios e obstáculos
que a vida nos coloca, tal qual como
eles fizeram. Bem hajam combatentes e
muito obrigado a todos quantos
contribuíram para esta magnífica
organização e a todos os que nos
proporcionaram este dia memorável para
Monforte.
Vivam os nossos combatentes!
Viva o Concelho de Monforte!
Viva Portugal!
Muito obrigado!
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