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Memoriais

Monumentos aos Combatentes, Memoriais e Campas

 

Monumentos aos Combatentes e Campas

(Listagens e imagens de memoriais e campas de antigos combatentes)

 

Em memória daqueles que tombaram em defesa de Portugal na Guerra do Ultramar

 

Montijo

 

Para visualização do conteúdo clique em cada um dos sublinhados que se seguem:

 

Listagem dos mortos naturais do concelho de Montijo

 

 
Montijo
 
Monumento aos Combatentes da Guerra do Ultramar
 
Publicação:
 
 
"Montijo Hoje" n.º 12 - Abril2016
 
Transcrição:
 
 
 
 
 
Transcrição:

«O 25 de abril de 2016 é data que se perpetuará na história da cidade, vincada com a elevação do memorial que exalta a memória dos filhos combatentes deste concelho, em especial os que perderam a vida em nome da pátria. No 42.° aniversário do Dia da Liberdade, no Montijo soou o temo de clarins e centenas assistiram à inauguração do Monumento de Homenagem aos Combatentes na Guerra do Ultramar, junto ao cemitério de São Sebastião.

O memorial, da autoria de Américo Dimas, foi inaugurado pelas mãos do secretário de Estado da Defesa Nacional, Marcos Perestrello, do presidente da Câmara Municipal do Montijo, Nuno Canta, e do presidente da Liga dos Combatentes, Chito Rodrigues.

Nuno Canta recordou que o monumento foi proposto por um grupo de montijenses composto por Américo Dimas, Emília Samorenho, António Machado, Manuel Alves, Joaquim Carreira Tapadinhas e o Tenente Coronel José Manuel Pedroso da Silva.

"Que este memorial e estas lápides negras fiquem como um testemunho perene do sacrifício dos montijenses feito ao serviço da bandeira nacional", afirmou Nuno Canta.

O presidente sublinhou, ainda, a importância da missão das nossas Forças Armadas: "neste dia é justo homenagear as nossas Forças Armadas, lembrar os homens e as mulheres que participam em missões militares ao serviço da manutenção da paz e da segurança".
 
Por sua vez, o secretário de Estado da Defesa Nacional recordou que esta homenagem aos combatentes da terra do Montijo serve para "não esqueceremos que aqueles que têm o seu nome gravado nesta parede caíram ao serviço da perenidade da Pátria. É esta a forma de os lembrarmos, honrarmos e reiterarmos a confiança no nosso desígnio nacional e de, ao mesmo tempo, motivarmos a juventude portuguesa para servir o país nas fileiras das Forças Armadas".

O presidente da Liga do Combatentes afirmou que "hoje no Montijo evoca-se a liberdade e a heroicidade, com dignidade. Este monumento é digno do Montijo e de Portugal. Vem juntar-se a 250 monumentos que, em todo o país, honram aqueles que serviram em África ao serviço das Forças Armadas".»
 
O obra:
 
«O autor, Américo Dimas Silva, ex-combatente natural do concelho do Montijo, esclareceu os presentes sobre o significado do Monumento de Homenagem aos Combatentes da Guerra do Ultramar.

"Foram plantados 13 ciprestes, igual número dos militares que morreram em combate", explicou o autor, adiantando que os três paramentos verticais simbolizam as três ex-províncias ultramarinas: "Guiné, Angola e Moçambique. Os mortos em combate têm agora os seus "nomes, patentes e especialidades gravados no painel de pedra no paramento do lado poente".

No paramento central são visíveis os três ramos das Forças Armadas portuguesas, através da gravação em baixo relevo dos respetivos brasões de armas. Do lado nascente, encontram-se inscritos dois textos alusivos ao monumento e à sua intenção da autoria do presidente da Comissão Administrativa da Câmara Municipal do Montijo após o 25 de Abril, Joaquim Tapadinhas, e do presidente da câmara, Nuno Canta" concluiu o autor.»
 
 
 
 
 

 
 

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