Monumentos aos Combatentes, Memoriais e
Campas
Monumentos aos Combatentes
e Campas
Em
memória daqueles que tombaram em defesa
de
Portugal na Guerra do Ultramar
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cada um dos sublinhados
Listagem dos mortos naturais do concelho
de
Odemira
Soldado Atirador de Cavalaria, n.º
168/63
Companhia de
Cavalaria 488
Batalhão de Cavalaria 490
Guiné: 22Jul1963 a
06Jun1964 (data do falecimento)
José da Silva Peixeiro, Soldado
Atirador de Cavalaria, n.º 168/63, nascido no dia 15
de Fevereiro de 1942, na freguesia de Relíquias,
concelho de Odemira, filho de Joaquim da Silva
Peixeiro e de António Maria da Silva, solteiro;
Mobilizado pelo Regimento de Cavalaria 3 (RC3 –
Estremoz) «DRAGÕES DE OLIVENÇA» - «…NA GUERRA
CONDUTA MAIS BRILHANTE» para servir Portugal na
Província Ultramarina da Guiné;
A sua subunidade de cavalaria,
enquanto na função de
intervenção,
foi empregada em diversas operações nas regiões de
Mansoa, Cutia, Bissorã e Morés, em reforço do
Batalhão de Caçadores 512 (BCac512) «HONRA E GLÓRIA»
e, integrada no seu batalhão,
na operação "Tridente";
após deslocamento por Bafatá, Cambajú, Canhamina e
Sitató, ocupou e instalou-se em Jumbembém em 31 de
Maio de 1964, assumindo a responsabilidade do
respectivo subsector e
ficando integrada no dispositivo e manobra do seu
batalhão;
Faleceu no dia 6 de Junho de 1964 no Hospital
Militar 241 (HM241 – Bissau), em consequência de
acidente com arma de fogo;
Está inumado na campa n.º 866 do cemitério de
Bissau, na Província Ultramarina da Guiné.
Louvor colectivo, publicado na Ordem
de Serviço n.º 14, do Comando
Militar da Guiné, de 16 de Fevereiro
de 1965 e na Revista da Cavalaria do
ano de 1965, pág. 150.
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Louvor Colectivo
BATALHÃO DE
CAVALARIA N.º 490
Ordem de
Serviço n.º 14 do Comando Militar da
Guiné,
de 16 de Fevereiro de 1965
Que, por despacho de 12 do corrente
e por proposta do Excelentíssimo
Comandante do Agrupamento n.º 16,
louva:
Batalhão de Cavalaria n.º 490
porque, encontrando-se na Província
há mais de 18 meses e tendo iniciado
a sua missão de quadrícula após um
período de intervenção nas regiões
mais afectadas pelo inimigo (Ilha do
Como e Morés), tem mantido uma
actividade operacional profícua a
custo dos próprios efectivos em
quadrícula, enfileirando sempre ao
lado de outras Unidades mais
modernas na Província.
Não obstante as alterações que tem
havido nos principais colaboradores
do Comando e no Comando das suas
Companhias orgânicas, tudo por força
de promoções ocorridas após o início
da sua Comissão de Serviço, e apesar
do elevado número de elementos
inoperacionais como consequência de
factores vários a que não são
estranhos os períodos vividos em
verdadeiro ambiente de
contra-guerrilha, tem o Batalhão de
Cavalaria n.º 490 sabido manter um
elevado espírito combativo que honra
a Arma de Cavalaria e o Exército.
Unidade dotada de elevado moral,
tem-no fortificado nos duros
momentos de luta já vividos e que
ficam a atestar o alto valor militar
de todos os seus componentes,
Oficiais, Sargentos e Praças,
irmanados como estão no mesmo
sentimento do Dever que os trouxe à
Guiné Portuguesa.
(in Revista
da Cavalaria do ano de 1965, pág.
150)