Monumentos aos Combatentes,
Memoriais e Campas
Monumentos aos Combatentes e
Campas
(Listagens e imagens de memoriais e campas de antigos
combatentes)
Em
memória daqueles que tombaram em defesa
de
Portugal na Guerra do Ultramar
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cada um dos
sublinhados
Listagem dos mortos naturais do concelho
de
Olhão

Olhão
Aníbal
Batista Alberto

Soldado Condutor Auto Rodas, n.º 416/A
Companhia de Caçadores
166
Batalhão de Caçadores 158
«UNIDOS VENCEREMOS»
Angola: 28Jun a
08Ago1961 (data do falecimento)
Em Memória e Homenagem
ao Soldado Aníbal Batista Alberto
Nascido a 10 de Novembro de 1938 na
solarenga terra de Olhão, Aníbal Batista Alberto era um
jovem olhanense de apenas 22 anos,
filho
de Aníbal Batista Alberto e de Palmira de Jesus Ribeiro,
quando o dever militar e o serviço à Pátria o chamaram.
Mobilizado
pelo Regimento de Infantaria 3 (RI3 – Beja), a briosa
«Infantaria do Baixo Alentejo», incorporou a Companhia
de Caçadores 166 do Batalhão de Caçadores 158 («Unidos
Venceremos»), sob o comando do Capitão de Infantaria
Armando Whytton Medeiros da Silva. Na qualidade de
Soldado Condutor Auto Rodas (n.º 416/A), assumiu a
responsabilidade
de guiar os seus camaradas por caminhos incertos e de
exigência máxima.
A 28 de Junho de 1961, despediu-se do
Continente na Gare Marítima da Rocha do Conde de Óbidos,
em Lisboa, embarcando no NTT «Vera Cruz» rumo à
Província Ultramarina de Angola. Desembarcou em Luanda
no dia 7 de Julho de 1961, pronto para cumprir a sua
missão num dos cenários mais complexos da nossa história
recente.
Pouco tempo depois, a 8 de Agosto de
1961, em Zala, no cumprimento do seu dever e no calor do
combate, o Soldado Aníbal Batista Alberto tombou
heroicamente em consequência dos ferimentos sofridos. A
sua vida, interrompida tão precocemente, permanece como
um testemunho de coragem, sacrifício e camaradagem.
Hoje, repousa no cemitério da sua
terra natal, Olhão, perto do mar e da comunidade que o
viu nascer. A sua memória continua viva no coração da
sua família, dos seus camaradas de armas e de todos
aqueles que reconhecem o valor do seu sacrifício.
À sua memória, a nossa profunda vénia.
Paz à sua Alma.
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A lápide da sua campa
no cemitério de Olhão:

