Monumentos aos Combatentes,
Memoriais e Campas
Monumentos aos Combatentes e
Campas
(Listagens e imagens de memoriais e campas de antigos
combatentes)
Em
memória daqueles que tombaram em defesa
de
Portugal na Guerra do Ultramar
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visualização dos conteúdos clique em
cada um dos
sublinhados
Listagem dos mortos naturais do concelho
de
Viana do Castelo

Freguesia de Barroselas
Aos Combatentes do
Ultramar
Comissão dos Antigos Combatentes de
Barroselas
Em 1998 em dois jornais da região era dada conta da
necessidade de homenagear os antigos combatentes do
Ultramar, dado que naquela altura como hoje, já ninguém
é capaz de recordar os nomes de três dezenas de
barroselenses que combateram em França, na Grande
Guerra, onde um deles morreu.. Mas se a ideia não teve
logo continuidade, não ficou esquecida, porque um dos
homens que mais intensamente viveu os acontecimentos do
Ultramar, já no ano de 2000, foi ao encontro do autor da
ideia para lhe dar continuidade e depois de uma primeira
reunião com os antigos Combatentes, as coisas começaram
a tomar a forma, ao ser constituída e legalizada uma
comissão que foi intitulada “Comissão dos Antigos
Combatentes do Ultramar de Barroselas”, para cuja
presidência foi escolhido o Manuel Maciel Barbosa, por
ser o primeiro barroselense que em missão de soberania
foi mobilizado para a Índia, onde então estavam a
começar os conflitos bélicos que levaram à queda das
antigas colónias.
Das palavras, a Comissão passou aos actos, contando
desde a primeira hora com o apoio da direcção Central da
Liga dos Combatentes, e depois de escolhida da maqueta
do monumento, foi desenvolvida de uma campanha para
angariação de fundos, junto os antigos combatentes,
comerciantes e industrias da área, ou naturais de
Barroselas, do Governo Civil, da Câmara Municipal e da
Junta de Freguesia, que deu os seus frutos. Já com o
monumento a ser construído, em granito da região, surgiu
a ideia de colocar na parede da antiga Casa do Povo, que
lhe ia servir de fundo um painel de azulejos alusivo aos
mesmos acontecimentos do Ultramar, ideia arrojada não só
pela amplitude da painel, mas porque o pintor escolhido
é detentor de elevado um nível artístico, o que iria
onerar mais a obra, e não havia a certeza se seriam
conseguidas as verbas necessárias para os elevados
custos. Contudo, as dificuldades foram ultrapassadas e
no dia 30 de Junho de 2001, com a inauguração do
Monumento, Barroselas viveu uma festa com autentico
cunho militar, inédita na sua história, porque contou
com elevado número de presença das forças armadas e de
autoridades civis, na qual foram homenageados não os
barroselenses, mas também todos os que no país faleceram
em terras de combate e todos os que por lá passaram em
missão militar, bem assim como as suas mães de
Portugal, porque foram elas quem mais sofreu com a
ausência dos filhos em terras africanas.
Com missão para que inicialmente foi criada, cumprida, a
Comissão não foi extinta, porque reconheceram
necessidade de recordar aos mais novos as horas de
angústia e incerteza vividas no sertão africano e
lembrar os companheiros desses tempos difíceis, com
cerimónias muito simples mas de alto significado moral,
a realizar todos os anos, no aniversário da inauguração
do monumento, que é no último sábado do mês de Junho.
Por isso, a Comissão vai continuar a sua acção social,
quer velando pela conservação do monumento, quer pela
memória dos antigos combatentes, conforme está expresso
nos seus Estatutos
Fonte:
http://jfbarroselas.no.sapo.pt/Associativismo/Ultramar.htm

Inaugurado em 30
de Junho de 2001 - Imagem
de Jaime Correia Pereira

Inaugurado em 30
de Junho de 2001 - Imagem
de Jaime Correia Pereira

Inaugurado em 30
de Junho de 2001, imagem cedida por
Sousa de Castro

Imagem cedida por
Sousa de Castro, em 28 de Junho de
2008

Inaugurado em 30
de Junho de 2001
fotografia – "Combatente" (revista da
Liga dos Combatentes) nº. 317