"Pouco se fala hoje em dia nestas coisas mas é bom
que para preservação do nosso orgulho como Portugueses,
elas não se esqueçam"
Barata da Silva, Vice-Comodoro
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HONRA E GLÓRIA |
Imagens dos
distintivos cedidas pelo
veterano Carlos Coutinho
Elementos cedidos por
um colaborador do portal
UTW
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Rodolfo António Cabrita Bacelar
Begonha
Major-General, na
situação de reforma
Angola - Comandante da
Companhia de Artilharia 523 do
Batalhão de Artilharia 525
Angola: 27Jul1963
a 27Set1965

Macau - Chefe de Estado-Maior do
Quartel General do Comando
Territorial Independente de Macau
(QG/CTIM)
Macau: Out1967 a
18Set1969
Medalha de Prata de Serviços
Distintos com palma
Ordem Militar de Avis
grau cavaleiro
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clique em cada um dos sublinhados
que se seguem:
O
livro:
"O
Primeiro Ranger Português - EUA,
Lamego e Angola (1962-1965)"

título: "O Primeiro
Ranger Português - EUA, Lamego e
Angola (1962-1965)"
autor: Major-General Rodolfo Begonha
editor: Gradiva
1ªed. Lisboa, 15Jun2018
207 págs (ilustrado)
23x15,5 cm
pvp: 14 €
ISBN: 989-616-831-5
Sinopse:
- «Este é o primeiro livro do
Major-General Rodolfo Begonha, que
nele convida os leitores para uma
viagem aos intensos anos sessenta do
século XX.
Ao classificar-se em
primeiro lugar nas provas de
selecção para o Curso 'Ranger' nos
Estados Unidos da América - um curso
com reconhecida dificuldade que será
o primeiro português a concluir -,
beneficia de uma experiência valiosa
que marcará indelevelmente a sua
vida e o respectivo rumo. Usufruindo
dos conhecimentos então apreendidos,
coube-lhe a missão de organizar o 1º
Curso de Instrutores e Monitores de
Operações Especiais em Lamego, tendo
também posteriormente a
possibilidade de os aplicar nas
missões que lhe foram confiadas no
teatro-de-guerra em Angola.
Nesse território, na altura ainda
como Capitão, nunca perdeu de vista
a preocupação com a segurança dos
elementos da sua Companhia durante
as operações realizadas sob o seu
comando. O primeiro 'ranger'
português relata estes
acontecimentos na primeira pessoa,
simultaneamente partilhando facetas
da sua vida e factos com interesse
histórico. Sem censurar observações
inerentes à sua condição humana -
com dúvidas e perplexidades -,
oferece-nos uma obra escrita de modo
propositadamente acessível a todos,
cujo resultado se pauta por um
esforço de isenção e de rigor,
designadamente incluindo documentos
da época.
Com lucidez e moderação, o autor
evitou as armadilhas de reescrever a
História ao sabor da sua vontade, da
sua imaginação, de qualquer apelo
revanchista ou preconceito de
natureza política. Consequentemente,
procurou ser fiel a si mesmo numa
obra que, em diversas dimensões, é
digna para o Exército e para a
História que será passada às
gerações vindouras.»