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Condecorações

Rubi José Alfredo Mourão Marques, Coronel de Artilharia na situação de reforma

 

"Pouco se fala hoje em dia nestas coisas mas é bom que para preservação do nosso orgulho como Portugueses, elas não se esqueçam"

 

Barata da Silva, Vice-Comodoro

 

HONRA E GLÓRIA

e

nota de óbito

Elementos cedidos por um

colaborador do portal UTW

 

Faleceu no dia 1 de Dezembro de 2023, em Oeiras, o veterano

 

Rubi-Jos-Alfredo-Mour-o-Marques-350

 

Rubi José Alfredo Mourão Marques
 

Coronel de Artilharia na situação de reforma
 

Moçambique: 1963
 

Região Militar de Moçambique
«CONSTANS ET PERPETUA VOLUNTAS»
 

 

 

Medalha-de-M-rito-Militar-de-2-classe-1Angola: Jan a Out1965
 

Comandante da

 

Companhia de Artilharia 738 do Batalhão de Artilharia 741
«POUCOS QUANTO FORTES»
 

Moçambique: 1966
 

Região Militar de Moçambique
«CONSTANS ET PERPETUA VOLUNTAS»
 

Angola: Ago1969 a Out1971
 

2.º Comandante do Batalhão de Artilharia 2883
«ESTILHAÇO»
 

Moçambique: Jul1973 a Set1974
 

Região Militar de Moçambique
«CONSTANS ET PERPETUA VOLUNTAS»
 

 

Rubi José Alfredo Mourão Marques, Coronel de Artilharia na situação de reforma;


RMMEm 15 de Outubro de 1963, Capitão de Artilharia regressa à Metrópole vindo da Região Militar de Destacamento-do-Forte-do-Alto-do-Duque-280-1Moçambique (RMM) «CONSTANS ET PERPETUA VOLUNTAS» onde se encontrava em comissão de serviço como adido, ficando colocado no Destacamento do Forte do Alto do Duque (DFAD - Lisboa) «ALERTA ESTÁ»;


Em 1 de Abril de 1964, transferido para o Regimento de RAL4Artilharia Ligeira 4 (RAL4 - Leiria) «FORTES E LEAIS»;


CIOEDe 1 de Agosto a 5 de Setembro de 1964, no Centro de Instrução de Operações Especiais (CIOE – Lamego) «QUE OS MUITOS, POR SEREM POUCOS, NÃO TEMAMOS» frequenta com aproveitamento o estágio E3 de contra-RAl1-1insurreição;


Em 9 de Janeiro de 1965, tendo sido nomeado pelo CArt738Regimento de Artilharia Ligeira 1 (RAL1 - Sacavém) «EM PERIGOS E GUERRAS ESFORÇADOS» - «NÃO FALTA CERTO NOS PERIGOS» para servir Portugal na Província Ultramarina de Angola, embarca em Lisboa no NTT BArt741'Vera Cruz' rumo ao porto de Luanda, como comandante da Companhia de Artilharia 738 (CArt738) do Batalhão de Artilharia 741 (BArt741) «POUCOS QUANTO FORTES»;


Medalha-de-M-rito-Militar-de-2-classe-1Em 14 de Outubro de 1965, promovido a Major, cessa funções na Companhia de Artilharia 738 (CArt738) passando a supranumerário;


Em 17 de Janeiro de 1966, nomeado para servir Portugal na Província Ultramarina de Moçambique;


IAEMEm 26 de Outubro de 1966, agraciado com a Medalha de Mérito Militar de 2.ª classe;


De 3 de Abril a 29 de Julho de 1967, frequenta no Instituto de Altos Estudos Militares (IAEM – Pedrouços) «NÃO HOUVE FORTE CAPITÃO, QUE NÃO FOSSE TAMBÉM DOUTO E CIENTE» o 2.º curso para promoção a oficial superior;


RACDe 3 a 8 de Março de 1969 frequenta no Centro de Instrução Militar o 2.º turno do estágio de observação aérea;


Em 4 de Agosto de 1969, tendo sido BArt2883nomeado pelo Regimento de Artilharia de Costa (RAC – Oeiras) «MOSTRANDO A RUDA FORÇA QUE SE 06-GACA2ESTIMA» para servir Portugal na Província Ultramarina de Angola, embarca ao porto de Luanda como 2º comandante do Batalhão de Artilharia 2883 (BArt2883) «ESTILHAÇO» CIAACdo Grupo de Artilharia Contra Aeronaves 2 (GACA2 - Torres Novas) «O CÉU, A TERRA E AS ONDAS ATROANDO»;


Em 6 de Outubro de 1971, embarca em Luanda de regresso à Metrópole, ficando colocado no Centro de Instrução de Artilharia Antiaérea e de Costa (CIAAC - Cascais) «NUNCA A PENA EMBOTOU A ESPADA»;


Em 22 de Setembro de 1972:

 

(Publicado na Ordem do Exército n.º 22 – 2.ª série, de 1972, página 2518)

 

Louvado porque desempenhou com competência, grande dedicação e inexcedível lealdade as funções de 2.º comandante do Batalhão de Artilharia 2883.


Embora pela sua índole e temperamento seja um elemento mais predisposto para a actividade operacional, tendo voluntariamente comandado e tomado parte directa, junto das tropas e em zonas de acentuado risco, em várias acções e operações, dedicou um interesse excepcional ao desempenho das suas funções de fiscalização administrativa, nas quais revelou um pormenor e meticulosidade exaustiva, elaborando ainda um muito valioso e completo guia para orientação das subunidades, pelo que o seu trabalho mereceu as melhores referências das entidades superiores. Da mesma forma, dedicou muito interesse, aliado a um grande entusiasmo, dinamismo e espírito de iniciativa, à beneficiação e edificação de vários aquartelamentos, especialmente quando, pela mudança do comando do Batalhão para uma nova zona de acção, onde as condições de instalação do pessoal e dos serviços eram manifestamente insuficientes, tais problemas ganharam maior premência.


Ainda como oficial de acção psicológica do Batalhão teve grande campo de actividade, sendo notável o esforço produzido, especialmente no desenvolvimento e divulgação dos temas propostos superiormente e no planeamento da referida acção.


Oficial possuidor de uma boa formação profissional e moral, exigindo a si próprio aquilo que exige aos seus subordinados, foi um exemplo de energia, abnegação, aprumo, disciplina, decisão, desembaraço e sacrifício, qualidades que caracterizam um bom militar.


É, pois, de toda a justiça considerar como relevantes e de elevado mérito os serviços que prestou, em campanha, ao Batalhão de Artilharia n.º 2883 e à Região Militar de Angola.

 

CIOEAinda durante o ano de 1972, no Centro de Instrução de Operações Especiais (CIOE – Lamego) «QUE OS MUITOS, POR SEREM POUCOS, NÃO TEMAMOS» frequenta com aproveitamento no estágio de RAP2actualização sobre o Ultramar-1/69;


Em 27 de Abril de 1973, promovido a Tenente-Coronel;


Em 19 de Julho de 1973, tendo sido nomeado pelo RMMRegimento de Artilharia Pesada 2 (RAP2 – Vila Nova de Gaia) «BRAVOS E SEMPRE LEAIS» para servir Portugal na Província Ultramarina de Moçambique, embarca no DSTAeródromo Base n.º 1 (AB1-Figo Maduro) em voo TAM-Boeing 707 rumo à Base Aérea n.º 10 (BA10-Beira);


Em 10 de Setembro de 1974, regressa definitivamente à Metrópole, ficando colocado na Direcção do Serviço de Transportes (DST – Lisboa) «OMNIA PER OMNIA PORTANS».


Faleceu no dia 1 de Dezembro de 2023 em Oeiras, com 93 anos, Coronel na situação de reforma.


A cerimónia tem início hoje sábado dia 2, às 10 horas, na Igreja de São João de Deus em Lisboa, seguindo-se o funeral para o crematório dos Olivais.


Paz à sua Alma.
 

 Rubi-Jos-Alfredo-Mour-o-Marques-920

 

 

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