Rubi José Alfredo Mourão Marques,
Coronel de Artilharia na situação de
reforma;
Em 15 de Outubro de 1963, Capitão de
Artilharia regressa à Metrópole
vindo da Região Militar de
Moçambique (RMM) «CONSTANS ET
PERPETUA VOLUNTAS» onde se
encontrava em comissão de serviço
como adido, ficando colocado no
Destacamento do Forte do Alto do
Duque (DFAD - Lisboa) «ALERTA ESTÁ»;
Em 1 de Abril de 1964, transferido
para o Regimento de
Artilharia
Ligeira 4 (RAL4 - Leiria) «FORTES E
LEAIS»;
De 1 de Agosto a 5 de Setembro de
1964, no Centro de Instrução de
Operações Especiais (CIOE – Lamego)
«QUE OS MUITOS, POR SEREM POUCOS,
NÃO TEMAMOS» frequenta com
aproveitamento o estágio E3 de
contra-
insurreição;
Em 9 de Janeiro de 1965, tendo sido
nomeado pelo
Regimento de Artilharia
Ligeira 1 (RAL1 - Sacavém) «EM
PERIGOS E GUERRAS ESFORÇADOS» - «NÃO
FALTA CERTO NOS PERIGOS» para servir
Portugal na Província Ultramarina de
Angola, embarca em Lisboa no NTT
'Vera Cruz' rumo ao porto de Luanda,
como comandante da Companhia de
Artilharia 738 (CArt738) do Batalhão
de Artilharia 741 (BArt741) «POUCOS
QUANTO FORTES»;
Em 14 de Outubro de 1965, promovido
a Major, cessa funções na Companhia
de Artilharia 738 (CArt738) passando
a supranumerário;
Em 17 de Janeiro de 1966, nomeado
para servir Portugal na Província
Ultramarina de Moçambique;
Em 26 de Outubro de 1966, agraciado
com a Medalha de Mérito Militar de
2.ª classe;
De 3 de Abril a 29 de Julho de 1967,
frequenta no Instituto de Altos
Estudos Militares (IAEM – Pedrouços)
«NÃO HOUVE FORTE CAPITÃO, QUE NÃO
FOSSE TAMBÉM DOUTO E CIENTE» o 2.º
curso para promoção a oficial
superior;
De 3 a 8 de Março de 1969 frequenta
no Centro de Instrução Militar o 2.º
turno do estágio de observação
aérea;
Em 4 de Agosto de 1969, tendo sido
nomeado pelo Regimento de Artilharia
de Costa (RAC – Oeiras) «MOSTRANDO A
RUDA FORÇA QUE SE
ESTIMA» para
servir Portugal na Província
Ultramarina de Angola, embarca ao
porto de Luanda como 2º comandante
do Batalhão de Artilharia 2883
(BArt2883) «ESTILHAÇO»
do Grupo de
Artilharia Contra Aeronaves 2 (GACA2
- Torres Novas) «O CÉU, A TERRA E AS
ONDAS ATROANDO»;
Em 6 de Outubro de 1971, embarca em
Luanda de regresso à Metrópole,
ficando colocado no Centro de
Instrução de Artilharia Antiaérea e
de Costa (CIAAC - Cascais) «NUNCA A
PENA EMBOTOU A ESPADA»;
Em 22 de Setembro de 1972:
(Publicado
na Ordem do Exército n.º 22 – 2.ª
série, de 1972, página 2518)
Louvado
porque desempenhou com competência,
grande dedicação e inexcedível
lealdade as funções de 2.º
comandante do Batalhão de Artilharia
2883.
Embora pela sua índole e
temperamento seja um elemento mais
predisposto para a actividade
operacional, tendo voluntariamente
comandado e tomado parte directa,
junto das tropas e em zonas de
acentuado risco, em várias acções e
operações, dedicou um interesse
excepcional ao desempenho das suas
funções de fiscalização
administrativa, nas quais revelou um
pormenor e meticulosidade exaustiva,
elaborando ainda um muito valioso e
completo guia para orientação das
subunidades, pelo que o seu trabalho
mereceu as melhores referências das
entidades superiores. Da mesma
forma, dedicou muito interesse,
aliado a um grande entusiasmo,
dinamismo e espírito de iniciativa,
à beneficiação e edificação de
vários aquartelamentos,
especialmente quando, pela mudança
do comando do Batalhão para uma nova
zona de acção, onde as condições de
instalação do pessoal e dos serviços
eram manifestamente insuficientes,
tais problemas ganharam maior
premência.
Ainda como oficial de acção
psicológica do Batalhão teve grande
campo de actividade, sendo notável o
esforço produzido, especialmente no
desenvolvimento e divulgação dos
temas propostos superiormente e no
planeamento da referida acção.
Oficial possuidor de uma boa
formação profissional e moral,
exigindo a si próprio aquilo que
exige aos seus subordinados, foi um
exemplo de energia, abnegação,
aprumo, disciplina, decisão,
desembaraço e sacrifício, qualidades
que caracterizam um bom militar.
É, pois, de toda a justiça
considerar como relevantes e de
elevado mérito os serviços que
prestou, em campanha, ao Batalhão de
Artilharia n.º 2883 e à Região
Militar de Angola.
Ainda durante o ano de 1972, no
Centro de Instrução de Operações
Especiais (CIOE – Lamego) «QUE OS
MUITOS, POR SEREM POUCOS, NÃO
TEMAMOS» frequenta com
aproveitamento no estágio de
actualização sobre o Ultramar-1/69;
Em 27 de Abril de 1973, promovido a
Tenente-Coronel;
Em 19 de Julho de 1973, tendo sido
nomeado pelo
Regimento de Artilharia
Pesada 2 (RAP2 – Vila Nova de Gaia)
«BRAVOS E SEMPRE LEAIS» para servir
Portugal na Província Ultramarina de
Moçambique, embarca no
Aeródromo
Base n.º 1 (AB1-Figo Maduro) em voo
TAM-Boeing 707 rumo à Base Aérea n.º
10 (BA10-Beira);
Em 10 de Setembro de 1974, regressa
definitivamente à Metrópole, ficando
colocado na Direcção do Serviço de
Transportes (DST – Lisboa) «OMNIA
PER OMNIA PORTANS».
Faleceu no dia 1 de Dezembro de 2023
em Oeiras, com 93 anos, Coronel na
situação de reforma.
A cerimónia tem início hoje
sábado dia 2, às 10 horas, na Igreja de
São João de Deus em Lisboa,
seguindo-se o funeral para o
crematório dos Olivais.