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2012/07/08 - Mensagem de
Rui Araújo, jornalista de investigação (ex- programa
"Grande Reportagem" da RTP, ex-provedor do leitor do jornal Público, ...
...)

Procuro
testemunhos, fotos e
documentos sobre o navio "Angoche" - «O navio "Angoche"
partiu de Nacala, em 23Abr1971, mas nunca chegou a Porto Amélia. Foi
encontrado em chamas. Os 23 tripulantes desapareceram» -
para a
investigação que ora desenvolvo. Agradeço que as pessoas directamente
associadas a este caso me contactem.
Contacto:
E-mail:
2360294@gmail.com
Nota da equipa UTW:
As imagens (supra) e os dados que se
seguem foram extraídos do ciberespaço:
in:
http://cargo-angoche.blogspot.pt/ - Angoche:
Rui Araújo nasceu
em Lisboa. Estudou na Sorbonne (Letras) e na Harvard University -
(Estudos Africanos com o Prof. Leroy Vail e Intelligence
com o Prof.
Charles Cogan, ex-director de Operações da CIA no Afeganistão - na Kennedy
School of Government).
Foi o primeiro jornalista português admitido na Nieman
Foundation For Journalists na
Harvard University desde a
sua criação, em 1938.
Foi
correspondente da RTP e da agência noticiosa ANOP em Paris, antes de
integrar a equipa do programa televisivo “Grande Reportagem” - foi,
aliás, o primeiro jornalista português a entrar em Timor depois do
abandono português e da invasão indonésia.
Em
1987, efectuou a investigação sobre a participação portuguesa (armas
para os Contra e escala prevista de aviões israelitas com armamento
destinado ao Irão) no caso Irangate (Iran-Contra) para a cadeia de
televisão norte-americana CBS News.
Colaborou também com a agência noticiosa United Press International (UPI),
as emissoras Radio France Internationale (RFI) e TSF (de que foi um dos
formadores da equipa inicial), os semanários Expresso e O Jornal, os
jornais Público e Libération, e as revistas Grande Reportagem (de que é
co-fundador), Visão, Nieman Reports, Mariner's Mirror, etc.
É
co-autor dos livros de non-fiction “The Corruption Notebooks” e “Grandes
Reportagens”, e autor de “O Diário Secreto que Salazar não leu” e de “O
Império dos Espiões” (ambas as obras retratam a guerra secreta travada
em Portugal pelos serviços de informações dos países beligerantes
durante a Segunda Guerra mundial).
É
ex-provedor do leitor do jornal Público. Tem dez prémios de jornalismo.
É, designadamente, jornalista
no International Consortium of Investigative Journalists ( www.icij.org) e
colaborador do semanário francês LE POINT.
Rui
Araújo realizou a cobertura jornalística de alguns conflitos que
marcaram as últimas décadas: Timor (exclusivamente no período da
ocupação indonésia), Zaire, Bósnia, Croácia, Ruanda (era um dos 23
repórteres presentes no país durante o genocídio), Colômbia, Líbia
(queda de Khadafi), etc.
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