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Tributo da equipa editorial do portal UTW, às tripulações de navios mercantes portugueses

 

«... destacar a Marinha Mercante, neste esforço logístico, sem a qual não poderíamos ter reagido rapidamente nem sustentado tão longo período de operações.
Hoje, dos 70.000 navios mercantes existentes no mundo, apenas uma dezena são de armadores portugueses e ostentam o pavilhão nacional. Nem meio batalhão conseguem transportar…
»
Lisboa (Forte do Bom Sucesso), 10 de Junho de 2016
Ten-Cor Pilav Brandão Ferreira

 

A Marinha Mercante Portuguesa ao serviço das Forças Armadas de Portugal

1957 > 1975

 

 

«Medalha Comemorativa do Esforço dos Tripulantes dos Navios Mercantes Nacionais, na Defesa dos Territórios Ultramarinos»

 

Ministério da Marinha - Direcção-Geral da Marinha

Decreto n.º 44646, de 25 de Outubro de 1962

Diário do Governo n.º 246/1962, Série I

 

Vídeos RTP:

 

Idas e Regressos de NTT´s, entre a Metrópole e o Ultramar

 

Para visualização do conteúdo clique no sublinhado ou na imagem que se seguem:

 

02Nov1965: «Regresso de Contingente do Ultramar»

 

 

05' 10"


Lisboa, Cais da Rocha Conde de Óbidos, chegada de contingente de tropas vindo do Ultramar, com efectivos de Chaves, Évora, Leiria, Lisboa e fuzileiros navais.


Soldados no navio atracado; familiares aguardam os soldados com faixas e cartazes; desembarque das tropas e encontros com familiares; General Câmara Pina, representante do Ministro do Exército, passa revista às tropas e faz saudação de boas vindas agradecida pelo Tenente-Coronel Nuno Egídio, comandante do contingente; desfile militar.
 

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Fonte:

Diário de Lisboa, n.º 15403,

de 02Nov1965, pág. 3

 

Regressou do Ultramar um contingente de tropas

 

No paquete «Vera Cruz», procedente de Angola, chegou, hoje, a Lisboa um contingente de tropas que terminaram a comissão militar no Ultramar. São efectivos de Chaves, Évora, Leiria e Lisboa, e cerca de 70 fuzileiros navais. Aquele paquete, que acostou á muralha da Estação Marítima da Rocha, de manhã, trouxe, também, pessoas de família de alguns dos militares.

 

Perante grande multidão, as tropas desembarcaram ás 11 e 30. Em nome da ministro do Exército, dirigiu-lhes uma saudação, e passou--lhes revista, o sr. general Câmara Pina, chefe do Estado-Maior do Exército.

 

Agradeceu a saudação o comandante do contingente, sr. tenente--coronel Nuno Egídio.

 

A banda de Infantaria 1 executou marchas militares.

 

O «Vera Cruz» trouxe, também, para Lisboa os corpos dos alferes Manuel Soares Cartaxo, de Rio Maior, falecido em 5 de Setembro ultimo, em virtude de ferimentos recebidos em combate, e de Fernando Sampaio de Castro Pereira, de Felgueiras, vítima de traumatismo craniano provocado por acidente de viação, ocorrido em 19 de Setembro.

 

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Os mortos - NTT «Vera Cruz»

 

 

Manuel Soares Cartaxo - Cruz de Guerra, de 1.ª classe

 

Manuel Soares Cartaxo, Alferes Mil.º Atirador de Infantaria, natural da freguesia e concelho de Rio Maior, solteiro, filho de António Germano Cartaxo e de Maria da Conceição.

 

Mobilizado pelo Regimento de Artilharia Ligeira 1 (RAL1 - Lisboa) para servir Portugal na Província Ultramarina de Angola integrado na Companhia de Artilharia 776 do Batalhão de Artilharia 778 «QUERER CUMPRIR».

 

Faleceu no dia 5 de Setembro de 1965 na antiga Sanzala Quixe, em São Pedro (Bessa Monteiro) vítima de ferimentos em combate.

 

Está sepultado no cemitério de Rio Maior.

 

Agraciado com a Cruz de Guerra, de 1.ª classe, por feitos em combate.

 

 

Fernando Sampaio de Castro Pereira

 

Fernando Sampaio de Castro Pereira, Alferes Mil.º Atirador, n.º 409/64-C, natural do lugar de Assento, da freguesia de Jugueiros, concelho de Felgueiras, solteiro, filho de António de Castro Pereira e de Emília Leite Sampaio de Castro.

 

Mobilizado pelo Regimento de Infantaria 10 (RI10 - Chaves) para servir Portugal na Província Ultramarina de Angola integrado na 6.ª Companhia de Caçadores do Regimento de Infantaria de Nova Lisboa.

 

Faleceu no dia 19 de Setembro de 1965 na estrada que liga a fazenda Vista Alegre à fazenda Tári, vítima de acidente de viação.

 

Está sepultado no cemitério da freguesia da sua naturalidade.
 

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