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Condecorações

Victor Manuel Carreira Rodrigues, 1.º Cabo ‘Comando’, n.º 01006671, da 33ªCCmds

 

"Pouco se fala hoje em dia nestas coisas mas é bom que para preservação do nosso orgulho como Portugueses, elas não se esqueçam"

 

Barata da Silva, Vice-Comodoro

 

HONRA E GLÓRIA

Elementos cedidos por um colaborador do portal UTW

 

 

 

CG-1-Classe-Colectiva-4-ClasseVictor Manuel Carreira Rodrigues

 

1.º Cabo ‘Comando’, n.º 01006671

 

Angola: 10Jun1971 a 16Out1973

 

Campo Militar do Grafanil

«SERVIR»

 

Centro de Instrução de Comandos

22.º curso de comandos

«A SORTE PROTEGE OS AUDAZES»

Região Militar de Angola

 «CONSTANTE E FIEL» - «AO DURO SACRIFÍCIO SE OFERECE»

 

33.ª Companhia de Comandos

«A SORTE PROTEGE OS AUDAZES»

 

Cruz de Guerra, colectiva, de 1.ª classe

 

Cruz de Guerra de 4.ª classe

 

Victor Manuel Carreira Rodrigues, 1.º Cabo ‘Comando, n.º 01006671.


CIOEEm 1 de Junho de 1971, tendo sido mobilizado pelo Centro de Instrução de Operações Especiais (CIOE – Lamego) «QUE OS MUITOS, POR SEREM POUCOS, NÃO TEMAMOS» para servir Portugal na Província GrafanilUltramarina de Angola, embarca em Lisboa, na Gare Marítima da Rocha do Conde de Óbidos, no NTT ‘Infante D. Henrique’ rumo ao porto de Luanda, onde desembarcou no dia 10 de Junho de 1971;


CICmdsFicou instalado no Campo Militar do Grafanil (CMGrafanil) «SERVIR»;

RMA-gr-vm-280
Em 14 de Julho de 1971 inicia no Centro de Instrução de Comandos (CIC) «A SORTE PROTEGE OS AUDAZES» da Região
Cracha-CMD-1Militar de Angola «CONSTANTE E FIEL» - «AO DURO SACRIFÍCIO SE OFERECE» o 22.º curso de Comandos;


Em 29 de Outubro de 1971 conclui a especialidade 959 – Comandos e é integrado na 33.ª Companhia de Comandos (33ªCCmds) «A SORTE PROTEGE OS AUDAZES»;


33-CCmds-sem-Fundo-280Em 27 de Novembro de 1971 a sua subunidade inicia na área do Quitexe a actividade operacional;


Em 16 de Outubro de 1973 cessa a sua comissão de Serviço;


Em 23 de Outubro de 1973 regressa à Metrópole por via aérea (TAM ‘Boeing – 707’);


Louvado, por feitos em combate, por despacho do Comandante-Chefe das Forças Armadas de Angola, de 10 de Outubro de 1974, publicado na Ordem de Serviço n.º 26, de 10 de Dezembro de 1974, do Comando-Chefe das Forças Armadas de Angola;

 

Agraciado com a Medalha da Cruz de Guerra de 4.ª classe, publicado na Ordem do Exército n.º 13 – 3.ª série, de 1975;


Agraciado com a
Medalha da Cruz de Guerra, colectiva, de 1.ª classe, conforme Aviso (extracto) n.º 9094/2012 publicado no Diário da República, n.º 128/2012, Série II, de 4 de Julho de 2012.
 

 

Cruz de Guerra de 4.ª classe
 

 

CG-4-Classe-vm1.º Cabo Comando, n.º 01006671
VICTOR MANUEL CARREIRA RODRIGUES
 

33ªCCmds / CICmds - CIOE
ANGOLA


4.ª CLASSE


Transcrição do Despacho publicado na Ordem do Exército n.º 13 – 3.ª série, de 1975.


Agraciado, com a Cruz de Guerra de 4.ª classe, nos termos do artigo 20.º do Regulamento da Medalha Militar, promulgado pelo Decreto n.º 566/71, de 20 de Dezembro de 1971, por despacho do Comandante-Chefe das Forças Armadas de Angola, de 07 de Outubro de 1974, o 1.º Cabo Comando, n.º 01006671, Victor Manuel Carreira Rodrigues, da 33.ª Companhia de Comandos / Centro de Instrução de Comandos - Centro de Instrução de Operações Especiais.


Transcrição do louvor que originou a condecoração.


(Publicado na Ordem de Serviço n.º 26, de 10 de Outubro de 1974, do Comando-Chefe das Forças Armadas de Angola):


Louvo o 1.º Cabo Comando, n.º 0100667 , Victor Manuel Carreira Rodrigues, da 33.ª Companhia de Comandos, pelas qualidades militares e de combatente que revelou durante o tempo cm que serviu naquela Companhia, creditando-se como um militar decidido e abnegado, que se entregou devotadamente a todas as missões em que tomou parte, sempre animado de forte persistência e determinação.


Na operação "Clarear 4", revelou desembaraço e indiferença pelo perigo quando, ao encontrar-se emboscado e depois de ter sido ferido um elemento inimigo armado que tentou fugir, o perseguiu prontamente neutralizando-o e capturando-lhe a arma. Na mesma operação demonstrou elevado espírito de sacrifício pois, alisar das suas condições físicas não serem as melhores, ofereceu-se voluntariamente Para continuar com as tropas empenhadas, aquando da rendição do seu grupo.


Também nas operações "Rojão" e "Punhal" revelou, mais uma vez, entusiasmo, espírito de missão, coragem, sangue-frio e serena energia debaixo de fogo, contribuindo decisivamente para a neutralização e dispersão dos grupos inimigos que emboscaram as Nossas Tropas e para a captura de diverso material. De salientar que, nesta última operação, moveu tenaz perseguição a um elemento inimigo armado, ciente da necessidade de informações, conseguindo capturá-lo e bem assim a arma que transportava.


Muito disciplinado e leal, com invulgar coragem moral, sentido do dever, correcção e aprumo, é o 1.º Cabo Rodrigues merecedor de que os serviços que prestou em Angola sejam considerados de muito mérito e honrosos para os "Comandos", para o Exército e para a Pátria.
 

 

 

 33-CCmds-sem-Fundo-850

 

 

 

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