O Esquadrão de Cavalaria de Vila Cabral (ECav4) teve
existência atribulada, havendo a primeira notícia da sua
constiituição em Jan69 e a última referente a um morto
por doença em Abr73, não se conhecendo contudo a data da
sua extinção.
O ECav4 foi formado em Vila Cabral em Jan69 (por
determinação do comandante da RMM general Francisco da
Costa Gomes), mas em Abr69 foi extinto, tendo sido
reactivado cerca de um mês decorrido, com a denominação
ECavVC, e assim se manteve durante um ano. Em Mai70, por
determinação do novo comandante da RMM brigadeiro João
Tiroa, regressou à denominação ECav4, absorvendo: os
PelRecDaimler 2101/02 (ambos mobilizados pelo RC6-Serra
do Pilar e desde Abr69 aquartelados em VC); e os
PelRecDaimler 2111/12 (também do RC6, embarcados em
Lisboa em 12Abr69 e no mês seguinte também aquartelados
em VC). O PelRec2111 (comandado pelo alferes miliciano
de cavalaria Alberto E. Costa Moura), sofreu 5 mortos
por afogamento na travessia do Zambeze (Lacerdónia>Mopeia)
em 21Jun69; e na mesma data e local, o PelRec2112
(comandado pelo alferes miliciano de cavalaria João
Maria Marques Pinto), também teve igual número de
mortos. Este último, em Fev-Mai71 esteve colocado no QG/Nampula,
onde organizou o conhecido "Cancioneiro do Niassa";
desembarcou em Lisboa em 18Jun71.