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Condecorações

Alcides Almeida Mota Junqueiro, Furriel Atirador de Infantaria, da CCac1609: Cruz de Guerra de 2.ª classe

 

  "Pouco se fala hoje em dia nestas coisas mas é bom que para preservação do nosso orgulho como Portugueses, elas não se esqueçam"

 

Barata da Silva, Vice-Comodoro

 

HONRA E GLÓRIA

Fontes:

5.º Volume, Tomo IV, pág. 498, da RHMCA / CECA / EME

 

 

Alcides Almeida Mota Junqueiro

 

Furriel Atirador de Infantaria

 

Companhia de Caçadores 1609

 

Batalhão de Caçadores 1895

 

«VINCERE»

 

Angola: 02Dez1966 a 21Nov198

 

Cruz de Guerra de 2.ª classe

 

 

Alcides Almeida Mota Junqueiro, Furriel Mil.º Atirador de Infantaria;

 

Mobilizado pelo Regimento de Infantaria 16 (RI16 – Évora) para servir Portugal na Província Ultramarina de Angola, integrado na Companhia de Caçadores 1609 (CCac1609) do Batalhão de Caçadores 1895 (BCac1895) «VINCERE», no período de 2 de Dezembro de 1966 a 21 de Novembro de 1968;

 

Louvado e condecorado com a Medalha da Cruz de Guerra de 2.ª classe, publicado nas Ordens de Serviço n.º 18, de 3 de Outubro de 1967, do Comando-Chefe das Forças Armadas de Angola (CCFAA), e pela Portaria de 14 de Novembro de 1967, publicada na Ordem do Exército n.º 36 - 3.ª série, de 1967.

 

 

Cruz de Guerra de 2.ª classe

 

 

Furriel Miliciano de Infantaria
ALCIDES ALMEIDA MOTA JUNQUEIRO
 

CCac1609/BCac1895 — RI 16

ANGOLA
 

2.ª CLASSE
 

Transcrição da Portaria publicada na Ordem do Exército n.º 36 - 3.ª série, de 1967.
 

Por Portaria de 14 de Novembro de 1967:
 

Manda o Governo da República Portuguesa, pelo Ministro do Exército, condecorar com a Cruz de Guerra de 2.ª classe, ao abrigo dos artigos 9.º e 10.º do Regulamento da Medalha Militar, de 28 de Maio de 1946, por serviços prestados em acções de combate na Província de Angola, o Furriel Miliciano, Alcides Almeida Mota Junqueiro, da Companhia de Caçadores n.º 1609 do Batalhão de Caçadores n.º 1895 — Regimento de Infantaria n.º 16.


Transcrição do louvor que originou a condecoração.


(Publicado nas Ordens de Serviço n.º 18, de 3 de Outubro de 1967, do Comando-Chefe das Forças Armadas de Angola (CCFAA) e n.º 81, de 11 de Outubro de 1967, do Quartel General da Região Militar de Angola (QG/RMA):


Por despacho de Sua Ex.ª o General Comandante-Chefe das Forças Armadas de Angola:


Louvado o Furriel Miliciano, Alcides Almeida Mota Junqueiro, da Companhia de Caçadores n.º 1609 do Batalhão de Caçadores n.º 1895 — Regimento de Infantaria n.º 16, porque em combate demonstrou, em grau muito elevado, qualidades de coragem, sangue frio e serena energia debaixo de fogo inimigo.


Quando a coluna de que fazia parte foi emboscada [16 de Abril de 1967] e o inimigo tirou partido inicial da surpresa e agiu com grande potencial de fogo em tiro rasante e quase à queima roupa, o Furriel Junqueiro reagiu prontamente e com muita coragem com tiros certeiros.


Porque o capim se incendiara com o lançamento das granadas de mão e as chamas ameaçavam uma viatura procurou, debaixo de fogo, pô-la a funcionar para a desviar, não o conseguindo devido a avarias.


Quando supunha já repelido o escalão de assalto, dirigiu-se a outra viatura para, sozinho, ir buscar socorros, mas vendo quatro elementos inimigos que saíram à berma da estrada e procuravam atingir as Nossas Tropas, rápida e ajustadamente, fez fogo, abatendo um e pondo em fuga os restantes.


O Furriel Junqueiro, pela sua actuação frente ao inimigo contribuiu de maneira elevada para o bom êxito das Nossas Tropas, prestigiando a sua Unidade e o Exército.

 

 

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