"Pouco se fala hoje em dia nestas coisas mas é bom
que para preservação do nosso orgulho como Portugueses,
elas não se esqueçam"
Barata da Silva, Vice-Comodoro
|
HONRA E GLÓRIA |
Fontes:
5.º Volume, Tomo VI,
pág.s 68 e 69, da RHMCA / CECA / EME
7.º Volume, Tomo II,
pág.s 215 a 217, da
RHMCA / CECA / EME
7.º Volume, Tomo II,
pág. 376, da
RHMCA / CECA / EME
7.º Volume, Tomo II,
pág. 652, da
RHMCA / CECA / EME
Jornal do Exército,
ed. 116, pág. 46, de
Agosto de 1969
Imagem dos
distintivos cedidas por Carlos Coutinho
|
Em 1974, foi fuzilado
publicamente pelo PAIGC
Apesar de:
Excerto do texto “Mortos por
fuzilamento” de
Eduardo Dâmaso e Adelino Gomes:
«O PAICG
prometeu tratá-los com humanidade. Portugal creditou, pagou-lhes
seis meses de ordenado e pediu-lhes que entregassem as armas. Ainda
que renitentes, os 27 mil militares guineenses do Exército português
aceitaram. Mal as autoridades portuguesas abandonaram o país, logo o
novo poder executou os primeiros. Mortes reconhecidas na sinceridade
das certidões de óbito: “faleceu por fuzilamento”, diziam.
[…]
O jornal “Nô Pintcha” chegou
a publicar uma lista de nomes. Mas os sobreviventes calculam que
pelo menos um milhar terá comparecido diante do pelotão de
fuzilamento - alguns em aeroportos e campos de futebol, diante das
populações.»
Col Quessanque
1.º
Sargento Graduado 'Comando'
CArt1688/BArt1913:
Soldado de Artilharia, n.º 82010758
Guiné: 01Mai1967 a 02Mar1969
Cruz de Guerra de 3.ª classe
Cruz de Guerra, colectiva, de 1.ª
classe
CCac2531:
Soldado de Artilharia, n.º 82010758
Guiné: 30Mai1969 a 06Fev1971
Prémio Governador da Guiné
3ª
CCmdsAfr/BCmds:
1.º Sargento Graduado 'Comando'
Guiné: 14Abr1972 a 07Set1974
Em
1974, fuzilado pelo PAIGC
Col Quessanque, mobilizado pelo
Comando Territorial Independente da
Guiné para servir Portugal naquela
Província Ultramarina integrado na:
A sua Alma descansa em
Paz
-----------------------------------------------------------------
Clique na imagem que se segue para
visualização da continuação do
texto:

-----------------------------------------------------------------
Cruz de Guerra, colectiva, de 1.ª classe
Para visualização do conteúdo clique
no sublinhado que se segue
Companhia de
Artilharia 1688
-----------------------------------------------------------------
Cruz de Guerra de 3.ª classe
Soldado
de Artilharia, n.º 82010758
COL QUESSANQUE
CArt1688 [BArt1913] - CTIG
GUINÉ
3.ª CLASSE
Transcrição da Portaria publicada
na OE n.º 4 — 3.ª série, de 1970.
Por Portaria de 23 de Dezembro de
1969:
Manda o Governo da República
Portuguesa, pelo Ministro do
Exército, condecorar com a Cruz de
Guerra de 3.ª classe, ao abrigo dos
artigos 9.º e 10.º do Regulamento da
Medalha Militar, de 28 de Maio de
1946, por serviços prestados em
acções de combate na Província da
Guiné, o
Soldado n.º 82010758, Col Quessanque,
da Companhia de Artilharia n.º 1688
[integrada no dispositivo e manobra
do] Batalhão de Cavalaria n.º 1915 —
Comando Territorial Independente da
Guiné.
Transcrição do louvor que
originou a condecoração.
(Publicado nas OS n.º 8, de 6 de
Março de 1969, do CCFAG
(Comando-Chefe das Forças Armadas da
Guiné) e n.º 11, de 13 do mesmo mês
e ano, do QG/CTIG (Quartel General
do Comando Territorial Independente
da Guiné):
Louvado o Soldado n.º 82010758, Col
Quessanque, porque ao longo de
dezanove meses que actuou na
Companhia de Artilharia 1688
(CArt1688), tomou parte em mais de
uma centena de operações, só
faltando quando esteve com baixa no
Hospital Militar 241 (HM241), por
ferimentos recebidos em combate. Em
todas elas demonstrou qualidades de
combatente inato sendo de destacar
as que a seguir se indicam.
Na operação "Bitola", sendo
apontador do LGFog (Lança-Granadas
Foguete), permaneceu de pé debaixo
de nutrido tiroteio de um numeroso
grupo inimigo, com fogo ajustado,
indiferente ao perigo, galvanizando
com a sua acção os seus camaradas e
contribuindo assim, de maneira
decisiva, para a retirada do
inimigo.
Na operação "Balística", como
tivesse fugido um elemento da
população preso pelas Nossas Tropas,
não hesitou em persegui-lo,
lançando-se com decisão sobre ele,
lutando corpo a corpo já dentro da
água da bolanha, acabando por
dominá-lo, apesar da acentuada
desvantagem física existente entre
ambos, tendo o referido elemento
servido depois de guia para a
captura de dois elementos inimigos
armados.
Na operação "Boémio", ao ser
detectado durante a noite um grupo
inimigo de quantitativo e armamento
desconhecido, revelando grande
ousadia e com grave risco de vida,
lançou-se sobre ele e, pela sua
acção no decorrer do combate, em que
ficou ferido logo no início,
demonstrou possuir em alto grau,
dotes de coragem, serena energia
debaixo de fogo, e enérgica decisão
em frente do inimigo, tendo
contribuído para mais um êxito das
Nossas Tropas, com captura de
abundante material e pesadas baixas
ao inimigo, nomeadamente a morte do
comandante inimigo de Choquemone.
Em todos os contactos com o inimigo,
tanto em operações, como nos ataques
ao aquartelamento, mesmo no período
em que esteve convalescente com
gesso num braço, a sua actuação foi
sempre de molde a confirmar as suas
excepcionais qualidades de
combatente e extraordinária
capacidade de reacção frente ao
inimigo.
Tais dotes e virtudes, reveladas em
inúmeros actos praticados reflectida
e conscientemente, com grave risco
da vida, tornam o seu autor credor
de apreço e admiração e digno de ser
apontado como autêntico exemplo a
seguir.
-----------------------------------------------------------------
Jornal do Exército,
ed. 116, pág. 46, de
Agosto de 1969
SOLDADO COL QUESSANQUE, da C. Caç.
2531
«Pelas excepcionais qualidades de
combatente reveladas ao longo de 19
meses de permanente actividade
contra o inimigo, evidenciando-se
especialmente no decorrer das
operações «BITOLA», «BALÍSTICA» e
«BOÊMIO» em que a sua coragem,
espírito de iniciativa e serenidade
debaixo de fogo em muito
contribuíram para o sucesso das
acções de combate que se travaram em
difíceis circunstâncias e numa das
quais foi ferido, mantendo-se apesar
disso a utilizar a sua arma,
galvanizando assim os seus
companheiros pelo exemplo de
serenidade e determinação de que deu
provas.
Numa outra acção, lançou-se
resolutamente e com grande risco em
perseguição dum elemento inimigo com
o qual acabou por travar renhida
luta corpo a corpo dentro da água
duma bolanha, acabando por dominá-lo
apesar da sua nítida desvantagem
física.»

-----------------------------------------------------------------
Batalhão
de Artilharia n.º 1913
Identificação:
BArt1913
Unidade Mobilizadora:
Regimento de Artilharia Pesada 2
(RAP2 - Vila Nova de Gaia)
Comandante:
Tenente-Coronel de Artilharia
Abílio Santiago Cardoso
2.º Comandante:
Major de Artilharia Luís
Teixeira Fernandes
Oficial de Informações e
Operações / Adjunto:
Capitão de Artilharia Ernesto
Chaves Alves de Sousa
Capitão de Artilharia Luís Alfino
Castel-Branco Alves de Silva
Comandantes
de Companhia:
Companhia de Comando e Serviços
(CCS):
Capitão do Serviço Geral do
Exército Rodrigo Botelho da Costa
Companhia de Artilharia 1687
(CArt1687):
Capitão Mil.º de Artilharia
Vicente João Cardoso de Macedo de
Menezes
Companhia de Artilharia 1688
(CArt1688):
Capitão de Artilharia Damasceno
Maurício Loureiro Borges
Companhia de Artilharia 1689
(CArt1689):
Capitão de Artilharia Manuel de
Azevedo Moreira Maia
Capitão de Infantaria Martinho de
Sousa Pereira
Capitão de Artilharia Rui Manuel
Viana de Andrade Cardoso
Divisa:
"Por Portugal - um por todos,
todos por um"
Partida:
Embarque em 26 de Abril de 1967,
no NTT «Uíge»; desembarque em 1 de
Maio de 1967
Regresso:
Embarque em 2 de Março de 1969,
no NTT «Timor»
Síntese da Actividade Operacional
Em 2 de Maio de 1967, rendendo o
Batalhão de Caçadores 1858
(BCac1858), assumiu a
responsabilidade do Sector S3, com
sede em Catió e abrangendo os
subsectores de Bedanda, Cufar, Catió,
Cachil, este extinto em 18 de Julho
de 1968, após evacuação e Cabedú,
também extinto em 30 de Julho de
1968 e integrado no subsector de
Catió.
Desenvolveu intensa actividade
operacional em ordem a criar
insegurança ao inimigo no sector,
garantir a circulação nos
itinerários e promover a recuperação
e protecção das populações da área.
Pelos resultados obtidos e pelos
efectivos envolvidos, salientam-se
as operações "Penetrante", "Sttela",
"Pleno" e "Futuro Próximo" entre
outras.
Dentre o material capturado mais
significativo salienta-se: 1
lança-granadas foguete, 2
pistolas-metralhadora, 4
espingardas, 34 minas, 117 granadas
de armas pesadas e 605 cartuchos de
armas ligeiras.
Em 17 de Fevereiro de 1969, foi
rendido no sector de Catió pelo
Batalhão de Artilharia 2865
(BArt2865) e recolheu seguidamente a
Bissau, a fim de efectuar o embarque
de regresso.
-----------------------------------------------
A
Companhia de Artilharia 1687
(CArt1687) permaneceu sempre
integrada no dispositivo e manobra
do seu batalhão, tendo assumido em 2
de Maio de 1967 a responsabilidade
do subsector de Cachil, onde rendeu
a Companhia de Caçadores 1423
(CCac1423).
Em 9 de Julho de 1967, por troca com
a Companhia de Caçadores 1621
(CCac1621), assumiu a
responsabilidade do subsector de
Cufar, onde se manteve até ser
rendida pela Companhia de Artilharia
2477 (CArt2477).
Em 18 de Fevereiro de 1969, após o
que recolheu a Bissau a fim de
efectuar o embarque de regresso.
-----------------------------------------------
A
Companhia de Artilharia 1688
(CArt1688), após curta
permanência em Bissau, onde
substituiu transitoriamente a
Companhia de Caçadores 1424
(CCac1424) no dispositivo de
segurança e protecção das
instalações e das populações a cargo
do Batalhão de Artilharia 1904
(BArt1904), efectuou simultaneamente
uma instrução de adaptação
operacional, sob orientação do
Batalhão de Caçadores 1876
(BCac1876), na região de Bula, para
onde seguiu em 8 de Maio de 1967.
Seguidamente tomou parte em
operações realizadas nas regiões de
Ponate, Choquemone, Manga e Late,
entre outras.
Em 31 de Maio de 1967, iniciou o
deslocamento para Biambe, por
fracções e em 7 de Junho de 1967,
assumiu a responsabilidade do
subsector de Biambe, com um pelotão
destacado em Encheia, desde 4 de
Junho a 15 d Outubro de 1967, onde
substituiu a Companhia de Cavalaria
1485 (CCav1485), ficando integrada
no dispositivo e manobra do Batalhão
de Caçadores 1876 (BCac1876) e
depois do Batalhão de Cavalaria 1915
(BCav1915).
Em 19 de Fevereiro de 1969, foi
substituída no subsector de Biambe
pela Companhia de Caçadores 2464
(CCac2464) e recolheu seguidamente a
Bissau, a fim de aguardar o embarque
de regresso.
-----------------------------------------------
A
Companhia de Artilharia 1689
(CArt1689) seguiu imediatamente
para Fá Mandinga, a fim de efectuar
o treino operacional, até 24 de Maio
de 1967 e seguidamente reforçar o
dispositivo e manobra do Batalhão de
Caçadores 1888 (BCac1888),
colmatando anterior saída da
Companhia de Caçadores 1439
(CCac1439) e actuando em várias
operações, patrulhamentos,
emboscadas e escoltas realizadas
naquele sector, até 18 de Julho de
1967, tendo cedido, ainda, um
pelotão para reforço da guarnição de
Bambadinca.
Em 19 de Julho de 1967, em
substituição da Companhia de
Cavalaria 1484 (CCav1484), foi
colocada em Catió, como força de
intervenção e reserva do Comando de
Agrupamento 1975 (CmdAgr1975) e
depois do Comando de Agrupamento
2951 (CmdAgr2951), a fim de actuar
em diversas operações realizadas na
zona Sul, nas regiões de Cobumba,
Afiá, Nhai e Cabolol Balanta, entre
outras, em reforço do Batalhão de
Artilharia 1913 (BArt1913) e na
região de Gubia, em reforço do
Batalhão de Artilharia 1914
(BArt1914), de 25 de Novembro a 23
de Dezembro de 1967. Foi deslocada
temporariamente para o subsector de
Cabedú, de 5 a 11 de Janeiro de
1968, a fim de substituir a
Companhia de Artilharia 1614
(CArt1614), até à chegada da
Companhia de Caçadores 1788
(CCac1788).
De 24 de Março a 15 de Maio de 1968,
foi atribuída em reforço do Batalhão
de Artilharia 1896 (BArt1896),
instalando-se inicialmente em Buba
e, a partir de 8 de Abril de 1968,
em Gandembel, em reforço da
guarnição local e da construção do
respectivo aquartelamento.
Em 10 de Junho de 1968, por troca
com a Companhia de Caçadores 1788
(CCac1788), assumiu a
responsabilidade do subsector de
Cabedú, no sector do Batalhão de
Artilharia 1896 (BArt1896), onde
permaneceu até à sua extinção em 30
de Julho de 1968.
Deslocada seguidamente para
Canquelifá, assumiu, em 6 de Agosto
de 1968, a responsabilidade do
respectivo subsector, com um pelotão
destacado em Dunane, onde rendeu a
Companhia de Caçadores 1623
(CCac1623), ficando Integrada no
dispositivo e manobra do Batalhão de
Caçadores 2835 (BCac2835).
Em 1 de Dezembro de 1968, foi
rendida no subsector de Canquelifá
pela Companhia de Artilharia 2439
(CArt2439) e seguiu, em 5 de
Dezembro de 1968, para o sector de
Bissau, a fim de substituir a
Companhia de Caçadores 2436
(CCac2436) no dispositivo de
segurança e protecção das
instalações e das populações da
área, na dependência do Batalhão de
Caçadores 1911 (BCac1911) e onde
permaneceu até ao seu embarque de
regresso.
-----------------------------------------------------------------
Companhia
de Caçadores n.º 2531
Identificação:
CCac2531
Unidade Mobilizadora:
Regimento de Infantaria 2 (RI2 -
Abrantes)
Comandante:
Capitão de Infantaria Sebastião
Afonso Ribeiro Goulão
Divisa:
«VONTADE E AUDÁCIA»
Partida:
Embarque em 24 de Maio de 1969
no NTT «Niassa»; desembarque em 30
de Maio de 1969
Regresso:
Embarque em 6 de Fevereiro de
1971
Síntese
da Actividade Operacional
Em 4 de Junho de 1969, seguiu
para Biambe, a fim de substituir a
Companhia de Caçadores 2464
(CCac2464), assumindo a
responsabilidade do respectivo
subsector em 8 de Junho de 1969, com
um pelotão destacado em Encheia até
à criação deste novo subsector em 29
de Agosto de 1969. Ficou integrada
no dispositivo e manobra do Batalhão
de Caçadores 2861 (BCac2861), a fim
de actuar em batidas e emboscadas
nas regiões de Insantaque, Umpabá e
Inquida e acções de reacção à
pressão inimiga exercida sobre o
aquartelamento.
Colaborou ainda nos trabalhos dos
reordenamentos de Biambe, Nhamate e
Manga.
Em 18 de Novembro de 1970, iniciou o
deslocamento, por escalões, para o
sector de Bissau, sendo rendida no
subsector de Biambe pela Companhia
de Caçadores 2780 (CCac2780), em 30
de Novembro de 1970. Na mesma data,
foi integrada no COMBIS (Comando de
Bissau), substituindo a Companhia de
Caçadores 2464 (CCac2464) no
subsector de Brá, a fim de colaborar
na segurança e protecção das
instalações e das populações da
área.
Em 5 de Fevereiro de 1971, foi
substituída, transitoriamente, pela
Companhia de Caçadores 3827
(CCac3827), a fim de efectuar o
embarque de regresso.
-----------------------------------------------------------------
3.ª Companhia de Comandos Africanos
Identificação:
3.ªCCmdsAfr
Comandante:
Alferes Graduado 'Comando'
António Jalibá Gomes
Tenente Graduado 'Comando' Bacar
Djassi
Alferes Graduado 'Comando' Aliú Fada
Candé
Alferes Graduado 'Comando' Malan
Baldé
Início:
14 de Abril de 1972
Extinção:
7 de Setembro de 1974
Síntese da Actividade Operacional
Foi organizada e instruída em Fá
Mandinga a partir de 14 de Abril até
16 de Setembro de 1972,
para
concretização do despacho de 3 de
Março de 1972 do Comando-Chefe das
Forças Armadas da Guiné (CCFAG),
sendo constituída exclusivamente com
pessoal africano natural da Guiné,
recrutado nas subunidades africanas
da organização territorial e das
subunidades de milícias e com
graduados vindos das anteriores
Companhias de Comandos Africanos (CCmdsAfr),
tendo a imposição das insígnias de
"comando" sido efectuada na
cerimónia de criação do Batalhão de
Comandos (BCmds), em 2 de Novembro
de 1972.
Em 2 de Novembro de 1972, foi
integrada no Batalhão de Comandos (BCmds),
então criado, ficando instalada em
Brá (Bissau) e tomando parte nas
operações planeadas e comandadas por
aquele batalhão. Algumas vezes foi
atribuída para realização de
operações desenvolvidas por sectores
ou comandos equivalentes,
nomeadamente na região de
Campada/Barraca Banana, em 4 de
Dezembro de 1972, no sector do
Batalhão de Cavalaria 3846
(BCav3846).
A 3.ª Companhia de Comandos
Africanos (3.ªCCmdsAfr) foi
desactivada e extinta em 7 de
Setembro de 1974, com as restantes
forças do Batalhão de Comandos (BCmds).
