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Falecimento

Luís Fernando Gonçalves Riquito, Coronel na situação de reforma

 

HONRA E GLÓRIA

Nota de óbito

5.º Volume, Tomo I, pág. 302, da RHMCA / CECA / EME

7.º Volume, Tomo II, pág. 343, da RHMCA / CECA / EME

7.º Volume, Tomo III, pág.s 108 e 109. da RHMCA / CECA / EME

Imagens dos distintivos cedidas pelo veterano Carlos Coutinho

Elementos cedidos por um colaborador do portal UTW

 

Faleceu, no dia 2 de Maio de 2019, o veterano

 

Luís Fernando Gonçalves Riquito

 

 

Coronel na situação de reforma

Medalha de Prata de Valor Militar, com palma

Medalha de Prata de Serviços Distintos, com palma

 

Comando Territorial Independente de Timor

 

Comandante da

Companhia de Caçadores 816 (Guiné)

«JUSTIÇA E LUTA»

 

Comandante da

Companhia de Caçadores 2419 (Moçambique)

«SEMPRE EXCELENTES E VALOROSOS»

 

 

Comandante da secção, na barragem Cabora Bassa, da

 

Polícia de Segurança Pública de Moçambique

«PELA ORDEM E PELA PÁTRIA»

 

 

Brevíssima Resenha Castrense

 

Luís Fernando Gonçalves Riquito, nasceu a 6 de Fevereiro de 1938 na freguesia de Parada de Gonta, concelho de Tondela.


No Liceu Nacional de Viseu, concluiu o curso complementar dos liceus;


Em Outubro de 1957 ingressa na Escola do Exército;


Em 1 de Outubro de 1960 cadete-aluno da Academia Militar, promovido a aspirante-a-oficial de infantaria e colocado na Escola Prática de Infantaria (EPI-Mafra);


De 2 a 9 de Fevereiro de 1961 frequenta o curso sobre métodos de instrução;


Em 13 de Abril de 1961 conclui o tirocínio sendo promovido a alferes;


Em 15 de Julho de 1961, tendo sido mobilizado pelo Regimento de Infantaria 16 (RI16-Évora) para servir Portugal na Província Ultramarina de Timor, embarca em Lisboa rumo ao porto de Díli;


Em 13 de Abril de 1963 promovido a tenente;


Em 28 de Agosto de 1963 regressa à Metrópole;


De 6 a 25 de Abril de 1964 frequenta o curso de testador no Centro de Estudos Psicoténicos do Exército;


Em 1 de Novembro de 1964, entretanto colocado no Batalhão Independente de Infantaria 17 (BII17-Angra do Heroísmo), promovido a capitão (com antiguidade a 16 de Junho de 1964);


Em 21 de Maio de 1965, tendo sido mobilizado pelo Batalhão de Caçadores 10 (BC10-Chaves) para servir Portugal na Província Ultramarina da Guiné, embarca em Lisboa no NTT 'Niassa' rumo a Bissau, como comandante da Companhia de Caçadores 816 (CCac816) destinada ao reforço operacional do Batalhão de Artilharia 645 (BArt645);


Em 8 de Fevereiro de 1967 regressa à Metrópole;


Em 18 de Abril de 1967 louvado pelo Comando Territorial Independente da Guiné;


Em 23 de Julho de 1968, entretanto transferido do Regimento de Infantaria 7 (RI7-Leiria) para o Regimento de Infantaria 14 (RI14-Viseu) e tendo sido mobilizado pelo Batalhão de Caçadores 10 (BC10-Chaves) para servir Portugal na Província Ultramarina de Moçambique, embarcou em Lisboa no NTT 'Vera Cruz' rumo a Mocímboa da Praia, como comandante da Companhia de Caçadores 2419 (CCac2419) destinada ao reforço operacional do Batalhão de Artilharia 2846 (BArt2846);


Em 20 de Agosto de 1970 cessa funções na Companhia de Caçadores 2419 (CCac2419), mas mantém-se na RMM (Região Militar de Moçambique) como supranumerário;


Em 8 de Setembro de 1970 passa a comandar a secção da PSPM (Polícia de Segurança Pública de Moçambique) na barragem de Cabora Bassa;
 

Para visualização dos conteúdos clique em cada um dos sublinhados que se seguem:


Em 30 de Junho de 1971 agraciado com a Medalha de Prata de Valor Militar com Palma;

 

Em 4 de Agosto de 1971 agraciado com a Medalha de Prata de Serviços Distintos com Palma;

 

 

Em 1 de Janeiro de 1974, mantendo-se em comissão de serviço na PSPM (Polícia de Segurança Pública de Moçambique), graduado no posto de major;


Em 6 de Março de 1974 regressa definitivamente à Metrópole e fica colocado no Quartel General (QG) da Região Militar de Lisboa;


Em 1975 considerado deficiente das Forças Armadas, «por abate do helicóptero onde seguia quando apoiava as populações a realojar pelo enchimento da albufeira da barragem de Cabora Bassa».

 

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