Monumentos aos Combatentes,
Memoriais e Campas
Monumentos aos Combatentes e Campas
Em
memória daqueles que tombaram em defesa
de
Portugal na Guerra do Ultramar
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Listagem dos mortos naturais do concelho
de
Calheta (São Jorge)

Topo (Nossa Senhora do
Rosário)
António Dioclésio Brasil

Soldado Atirador n.º
499/65
Companhia
de Caçadores 1437
«EM
DEUS A SEGURANÇA DA VITÓRIA»
Angola: 30Ago1965 a
05Out1966 (data do falecimento)
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segue:
António Dioclésio Brasil,
Soldado Atirador n.º 499/65, nascido no
dia 25 de Agosto de 1944,
em
Canada Levada, na freguesia do Topo
(Nossa Senhora do Rosário), concelho da
Calheta (São Jorge), Arquipélago dos
Açores, filho de Manuel Gonçalves e de
Maria Rosália Souto, solteiro;
Mobilizado pelo
Batalhão Independente de Infantaria 17
(BII17 - Angra do Heroísmo)
«ANTES
MORRER LIVRES QUE EM PAZ SUJEITOS» para
servir Portugal na Província Ultramarina
de Angola;
No dia 21 de Agosto de
1965, embarcou
num
navio de trasnsportes de tropas,
integrado na Companhia de Caçadores 1437
(CCac1437)
«EM DEUS A SEGURANÇA DA VITÓRIA», com
destino ao porto marítimo de Luanda,
onde desembarcou no dia 30 de Agosto de
1965;
A sua subunidade de
infantaria, comandada pelo Capitão Mil.º
de Infantaria Luís Fernando da Silva
Mira, foi colocada em Uamba; em Janeiro
de 1966, foi transferida para o Campo
Militar do Grafanil;


Faleceu no dia 05 de
Outubro de 1966, na Fazenda Maria
Manuela, em consequência de ferimentos
em combate, ocorridos durante a
2.ª fase
da operação "Quissonde", que teve lugar
no período de 16 de Maio a 05 de Outubro
de 1966;
Tinha 22 anos de
idade;
Paz à sua Alma
Está inumado na campa
n.º 262, do talhão militar, no cemitério
de Santana (Catete, Luanda), na
Província Ultramarina de Angola:
A lápide da sua campa,
naquele cemitério:
Com a devida
vénia, imagem extraída do sítio do veterano
Isidro Moreira
Esteves,
no facebook

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Operação
"Quissonde"
(conforme
Tenente-Coronel de Infantaria c/CEM
Carlos Alberto Pereira da Costa Matos,
chefe de repartição no Quartel-General
da Região Militar de Angola):
[...]
No início de Maio
de 1966 constituiu-se o Agrupamento Vulcano e as
Companhias de Cavalaria 742 e 743 ocuparam as Fazendas
Bom Jesus e Maria Paula;
No final do mês o
Coronel Alves Pereira [Joaquim
dos Santos Alves Pereira, Coronel de Cavalaria]
lançou a 2.ª Operação Quissonde para expulsar os
terroristas da Fazenda Madureira, a sudoeste de Zala:
nessa 2.ª Operação Quissonde, de 16 de Maio a 05 de
Outubro de 1966, participaram as subunidades CCav742,
CCav743 e CCav744 (orgânicas do Batalhão de Cavalaria
745 e àquele batalhão adstritas subunidades de reserva
da Região Militar de Angola, em funções de cerco,
protecção e logística (CCac671, CCac716, CCac758,
CArt792, CCac793, CCac1425, CCac1434, CCac1437 e
CCac1476): fez-se a [2.ª]
Operação Quissonde.
A ideia era usar
muita mão-de-obra para aniquilar as machambas de
mandioca e levar os turras a sair dali por falta de
subsistência.
[...]
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