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Monumentos aos Combatentes, Memoriais e
Campas
Monumentos aos Combatentes
e Campas
Em
memória daqueles que tombaram em defesa
de
Portugal na Guerra do Ultramar
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cada um dos
sublinhados
Listagem dos mortos naturais do concelho
de
Palmela

Pinhal Novo
Palhota
Monumento de homenagem aos Militares do
Concelho de Palmela que tombaram ao
serviço da Pátria
(junto à sede do Núcleo
do Pinhal Novo da Liga dos Combatentes)
Inaugurado no dia 18 de Maio de 2012
A
notícia:

Transcrição do teor da imagem anterior:
www.jornaldopinhalnovo.com
INFORMAÇÃO GERAL 22 de Maio de 2012
Na Palhota
Núcleo da Liga dos Combatentes
inaugura sede
O Núcleo da Liga dos Combatentes
inaugurou a sua sede, na passada sexta-feira, na
Palhota. O Núcleo fundado em 2011 tem agora um espaço,
que foi criado para apoiar os combatentes da região.
António José Isaías, presidente do
Núcleo, explica que a nova sede “foi construída para
apoiar aqueles que ainda hoje vivem com a incerteza do
local da próxima emboscada” e sublinhou a
“trata-se de um espaço que é obra de combatentes e fruto
de um elevado espírito de sacrifício e dedicação de
combatentes e amigos”.
Durante a cerimónia de inauguração do
Núcleo de Pinhal Novo, que contou com a presença da
presidente da Câmara de Palmela, Ana Teresa Vicente, do
vereador Adilo Costa e dos presidentes das Juntas de
Freguesia de Pinhal Novo e Palmela, Manuel Lagarto e
Fernando Baião, respectivamente, o presidente do Núcleo
da Liga dos Combatentes de Pinhal Novo garantiu que o
Núcleo de Pinhal Novo “não deixará nenhum camarada e
combatente ficar para trás”, mas lembrou que “no
futuro poderá tornar-se necessário que a Liga dos
Combatentes mantenha o olhar atento às necessidades do
seu mais recente núcleo”.
Para António José Isaías não basta
“respeitar e reconhecer os nossos mortos, é necessário
dignificar os vivos” e esse é “um dos objectivos
deste nosso núcleo”.
Já para o presidente da Liga dos
Combatentes, Tenente General Joaquim Chito Rodrigues, a
Liga dos Combatentes “nasceu pela necessidade de
colmatar as falhas de apoio do Estado àqueles que
lutaram pela conservação de territórios que nos diziam
que éramos obrigados a ocupar” e para “resolver
os problemas dos mutilados, dos doentes e dos
esquecidos, que lutaram pelo seu país e que se
necessário morreriam por ele e não nos digam que fizemos
uma guerra injusta, porque nós não a fizemos, apenas
fomos mandados para lá”.
O presidente da Liga não deixa de
lembrar “até agora não tivemos qualquer apoio ou
subsídio para criar um lar para os combatentes deste
país e já nos debatemos por isto há 9 anos”.
A Liga dos Combatentes possui, espalhados
pelo país e pelo mundo, cerca de 100 núcleos, sendo o
Núcleo de Pinhal Novo o mais jovem e o 94º em território
nacional.
fonte:
Liga dos Combatentes



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