Tomás Camará, Tenente
Graduado 'Comando', da 1ªCCmdsAfr e CCac20/CTIG
"Pouco se fala hoje
em dia nestas coisas mas é bom que para
preservação do nosso orgulho como Portugueses,
elas não se esqueçam"
Barata da Silva, Vice-Comodoro
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HONRA E GLÓRIA |
Foto extraída do facebook do
sítio do veterano
Raul Folques,
Coronel
Tirocinado de Infantaria
'Comando'
Outros elementos cedidos por um
colaborador do portal UTW |
Em 1975 (após 11 de
Março?), veio a ser fuzilado pelo PAIGC no Cumeré
Apesar de:
Excerto do texto “Mortos por
fuzilamento” de
Eduardo Dâmaso e Adelino Gomes:
«O PAICG
prometeu tratá-los com humanidade. Portugal creditou, pagou-lhes
seis meses de ordenado e pediu-lhes que entregassem as armas. Ainda
que renitentes, os 27 mil militares guineenses do Exército português
aceitaram. Mal as autoridades portuguesas abandonaram o país, logo o
novo poder executou os primeiros. Mortes reconhecidas na sinceridade
das certidões de óbito: “faleceu por fuzilamento”, diziam.
[…]
O jornal “Nô Pintcha” chegou
a publicar uma lista de nomes. Mas os sobreviventes calculam que
pelo menos um milhar terá comparecido diante do pelotão de
fuzilamento - alguns em aeroportos e campos de futebol, diante das
populações.»

Tomás
Camará
Tenente Graduado
'Comando'
1.ª Companhia de
Comandos Africana/CTIG
Comandante da
Companhia de Caçadores
20/CTIG
Cruz de Guerra de 4.ª
classe

Tomás Camará, Tenente
Graduado ‘Comando’.
Natural de Cacine, de etnia nalu.
Serviu Portugal na
Província Ultramarina da Guiné.
Alferes Graduado 'Comando' da 1.ª Companhia de Comandos
Africana (1ªCCmdsAfr), no final de 1970 agraciado com a
Cruz de Guerra de 4.ª classe por distintos
feitos
cometidos no
decurso
da Operação «Mar Verde».
Aquando da retirada final das Nossas Tropas do
território da Guiné, era Tenente Graduado 'Comando' e
comandava a Companhia de Caçadores 20 (CCac20) do
Comando Territorial Independente da Guiné (CTIG).
Em 1975 (após 11 de Março?), veio a ser fuzilado pelo
PAIGC no Cumeré.
Paz à sua Alma.
