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John P. Cann

 

John P. Cann, oficial-aviador da Marinha norte-Americana na reserva, fez parte do gabinete do Secretário Auxiliar da Defesa para Operações Especiais e Conflitos de Baixa Intensidade e, depois, do gabinete do Subsecretário de Estado da Defesa.


Doutorado em Estudos de Guerra pelo King's College, da Universidade de Londres, tem publicado artigos sobre o tema da contra-insurreição. Prestou também serviço no Pentágono e no comando Ibérico da Nato, em Oeiras.

 

2.ª edição

 

"Contra - Subversão em África: Como os portugueses fizeram a guerra em África, 1961 - 1974"

 

 

"Contra - Subversão em África: Como os portugueses fizeram a guerra em África, 1961 - 1974"

Autor: John P. Cann;

Edição/reimpressão:

Páginas: 228

Editor: Prefácio

ISBN: 9789728816490

 

Sinopse:

 

Portugal foi a primeira potência colonial a chegar a África e a última a sair. Enquanto outros estados europeus davam a independência às suas possessões africanas, Portugal decidiu ficar a lutar, apesar das poucas probabilidades de vir a ser bem sucedido. Constitui um feito notável que o tenha conseguido com êxito durante treze anos nas três frentes de Angola, Guiné e Moçambique, em especial para uma nação de recursos tão modestos. O Dr. Cann chama atenção para esta importante campanha de contra-guerrilha, ofuscada pelo envolvimento dos Estados Unidos no Vietname e hoje largamente esquecida pelos eruditos não portugueses.

 

Prólogo:

 

Portugal foi a primeira potência colonial a chegar a África e a última a sair.
Enquanto outros estados europeus davam a independência às suas possessões africanas, Portugal deciciu ficar a lutar , apesar das poucas probabilidades de vir a ser bem sucedido.
Constituiu um feito notável que o tenha conseguido com êxito durante treze anos nas três frentes de Angola, Guiné e Moçambique, em especial para uma nação de recursos tão modestos.
O Dr. John Cann chama a atenção para esta importante campanha de contra - guerrilha, ofuscada pelo envolvimento dos Estados Unidos no Vietname e hoje largamente esquecida pelos eruditos não portugueses.
Afasta a ideia convencional de não ter sido possível tal espécie de campanha ter sucesso, principalmente quando levada a cabo por um país com carência de efectivos, dinheiro e experiência.
Conquanto os militares tivessem um importante papel continuou, no fundo, a tratar-se de uma luta política.
Como consequência, o papel das forças armadas não se cingiu necessariamente a conseguir uma vitória militar imediata, mas a conter a violência, a proteger as pessoas de ameaças, a impedir o acesso de guerrilheiros às populações locais, às suas reservas de alimentos e de recrutamento, a ganhar a confiança com iniciativas de carácter psicológico e social e, através de tais actividades, a incutir nas chefias rebeldes o respeito suficiente para induzir negociações políticas.
Os militares portugueses cumpriram todos estes requisitos.

General Bernard E.Trainor

 

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1.ª edição

 

"Contra - Insurreição em África: o modo português de fazer a guerra, 1961-1974"

 

 

Descrição

"Contra-insurreição em África: o modo português de fazer a guerra, 1961-1974"

Autor: John P. Cann;

Tradução: Dinorah Ferreira, Ana Dias

Edição: 1.ª edição

Publicação: S. Pedro do Estoril : Atena, 1998

Descrição física: 265 p. : il. ; 24 cm

Notas: Tít. orig.: Counterinsurgency in Africa: the portuguese way of war, 1961-1974

Bibliografia: Bibliografia, p. 257-264

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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