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Listagem contendo os nomes de:

Veteranos de Guerra falecidos após o términos da sua comissão de serviço na Guerra do Ultramar, que são do conhecimento da equipa do UTW

(Actualizada em 13 de Novembro de 2018, pelas 06H40

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Livro:

"O Estado Português na Índia de 1947 a 1962"
autoria: Marco António Veterano Domingos

(Aspirante Aluno de Cavalaria)

«Segundo a entrevista ao Sr. Major General Pereira Coutinho, os meios que existiam no EPI [Estado Português na Índia] eram antiquados e muitos deles obsoletos. Ainda assim o problema não eram os meios existentes, mas sim o estado de desgaste e de inoperacionalidade em que se encontravam. Um outro problema presente eram as munições pois muitas destas encontravam-se incapazes. Existia grande problema a nível de munições anticarro com a maioria dos disparos a não saírem do tubo das armas ou a não chegarem a explodir. Acrescenta ainda o Sr. Major General Pereira Coutinho, que a juntar ao estado em que se encontravam os meios, a falta de formação do pessoal era também um dos problemas das nossas forças....»

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Livro:

"As operações psicológicas (PSYOPS): a experiência portuguesa na guerra do ultramar de 1961-1974"
autoria: Marco António Ribeiro Caldas Domingues

(Aspirante Aluno de Infantaria)

«...“uma vez conheci um régulo de nome Bumbolibodzi que dizia que era deus e era muito respeitado pelas populações da zona. Quando me encontrei com o Tenente-Coronel Alves Morgado do COFI propus que se tirasse uma fotografia do régulo ao meu lado para criar um panfleto a convidar as populações a deslocarem-se para junto da zona da companhia. Começámos a construir um aldeamento e demos o nome do régulo à “avenida” principal. O que é certo é que as populações começaram a apresentar-se no local e o aldeamento foi crescendo. Cada família tinha um campo delimitado para poder cultivar e reunimos muito gado também. A população começou a ficar afeiçoada à companhia e faziam festas para as quais convidavam os militares”...»

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Monumentos, Memoriais e Campas:

Sarilhos Grandes (concelho do Montijo

Memorial em Honra dos Soldados Portugueses
Inaugurado no dia 10 de Novembro de 2018
«cumprir um dever de consciência patriótica, prestando homenagem a todos os combatentes portugueses, exaltando e preservando a sua memória para sempre»
«como um testemunho e o reconhecimento merecido aos combatentes e às Forças Armadas portuguesas»
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HONRA E GLÓRIA e nota de óbito:

Faleceu, no dia 06Nov2018, o veterano

Gustavo Henriques Rebelo de Sousa

Tenente-Coronel de Infantaria, na situação de reforma

Cruz de Guerra, de 3.ª classe, 2 Medalhas de Mérito Militar e Medalha de Reconhecimento

Serviu Portugal no Estado da Índia Portuguesa e na Província Ultramarina de Angola, como comandante da Companhia de Caçadores 12 (Índia Portuguesa), como Oficial de Informações e Operações /Adjunto do Batalhão de Caçadores 774 (Angola) e 2.º comandante do Batalhão de Caçadores 2855

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Livro:

"Características de Actuação das Tropas Pára-quedistas nas Guerras de África (1961-1974)"
autoria: Luís Filipe Ricardo Branquinho

Aspirante Aluno de Infantaria

«...Ao aproximar-se a 1ª vaga de helicópteros foi avistada uma trincheira ocupada por forças inimigas, pelo que o grupo de combate foi colocado a cerca de 100 m desta, batida instantaneamente pelo helicanhão. Desembarcados num terreno de bolanha que não oferecia qualquer protecção, os caçadores pára-quedistas levantaram-se e lançaram-se ao assalto das posições inimigas. Os minutos que se seguem são marcados por disparos e deslocamentos em zigue-zague na direcção dos abrigos, para os quais se lançam granadas. Simultaneamente, o Capitão procurou estabelecer ligação com o PCA85 de forma a informá-lo de toda a situação....»

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Livro:

"A Introdução da G3 na Guerra de África - Implicação nas Tácticas, Técnicas e na Organização do Pelotão de Infantaria, no Teatro de Operações Angolano"
autoria: Filipe António Martins dos Reis

Aspirante-a-Oficial Aluno de Infantaria

«...Numa guerra que durou treze anos a G3 foi a arma que marcou a Guerra de África, de 1961 a 1974, provavelmente a mais conhecida e utilizada pelas Forças Armadas Portuguesas, sendo também a que mais gerações marcou como arma padrão do Exército Português. "Atrevemo-nos a dizer que (...) a arma mais difundida em todo o mundo poderia ser a G-3 em vez da universal AK-47 Kalashnikov, não só pela sua simplicidade mecânica mas também resistência a todo o tipo de tractos" ...»

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Contributos:

"Na Efeméride Centenária do Armistício da Grande Guerra, prestamos Tributo a quantos nos precederam no cumprimento do dever militar" - 11Nov1918 > 11Nov2018

Excertos de "O Ultramar Português, a Grande Guerra e algumas Consequências":

«Figurou-se a hipótese dos alemães, recuando diante do general Botha, entrarem na província de Angola, não para se acolher à nossa protecção mas para eleger domicílio em nossa casa: segundo uns, os alemães viriam ao Humbe, subiriam até ao planalto e ali se instalariam na disposição de tomar Moçâmedes, servida por caminho-de-ferro; segundo outros, eles seguiriam o curso do Lubango, iriam até ao planalto de Benguela e ali se instalariam provavelmente como hóspedes.»

 

«Aos primeiros alvores de sábado, a artilharia alemã flagela na Serra da Mecula as posições portuguesas, sucedendo-se vagas de assalto que forçam a maioria dos landins moçambicanos a fugir, enquanto o restante efectivo português – com as tropas britânicas a 3 dias de viagem –, se defende à baioneta contra o avanço dos milhares de askari. Mas, ultrapassada a primeira resistência da companhia indígena, e com a morte em combate dos oficiais de infantaria capitão Sousa Guedes e tenente miliciano Viriato de Lacerda»

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Texto:

«Memórias de Guerra»

autoria: José da Silva Marcelino Martins, Furriel Mil.º de Transmissões

Serviu Portugal na Província Ultramarina da Guiné integrado na Companhia de Caçadores 5 «OS GATOS PRETOS», no período de 1968 a 1970

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HONRA E GLÓRIA

Fernando Reis de Almeida

Soldado de Infantaria 'Sapador', n.º 10131470

Cruz de Guerra, de 4.ª classe

Prémio 'Governador'

Serviu Portugal na Província Ultramarina de Angola, integrado na CCS/BCac2886, no período de 28Out1969 a 03Nov1971

«...Apesar de fisicamente diminuído e sangrando abundantemente por ter sido ferido nas costas, logo aos primeiros tiros do inimigo, indiferente à dor e patenteando extraordinária abnegação e valentia, reagiu imediatamente, lançando-se com ousadia na perseguição do inimigo, até cair desfalecido, devido não só ao grande esforço despendido, como às dores que sentia e ao sangue perdido....»

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Medalha comemorativa da inauguração do Monumento Nacional aos Combatentes

Celebrações do 10Jun

Dia de Portugal

(Entre 10Jun1963 e 10Jun1974)

Encontro Nacional de Combatentes

(Desde 10Jun1994)

Homenagens (2008 a 2015)

Listagens dos Soldados que Morreram ao Serviço de Portugal 1954 - 1975

Actualizadas em 27Ago2018

Trasladação para Portugal dos restos mortais dos militares mortos na Guerra do Ultramar

Monumento Nacional aos Combatentes do Ultramar

"Aos melhores de todos nós"

Estão omissos 1422 nomes no Memorial Nacional do Forte do Bom Sucesso

Campas, Memoriais e Monumentos aos Combatentes

(por Concelho)

"O Regresso dos Mortos e Abandonados em África"

Os cemitérios em África

Medalha atribuída à maioria dos que prestaram serviço militar no Ultramar

 

 

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«Militares de Volta» - regressaram ao solo Pátrio

Aníbal Rodrigues dos Santos

1.º Cabo de Engenharia

António da Conceição Lopes da Silva

Soldado Pára-Quedista

António das Neves Vitoriano

Soldado Pára-Quedista

António Mergulhão Dias

Furriel Mil.º Atirador

António Oliveira Matos

Soldado

Aquilino da Silva Gonçalves

2.º Cabo Campanha

Ernesto Correia Dias

Soldado de Infantaria

Gabriel Ferreira Telo

1.º Cabo Atirador

João Martins Lourenço

1.º Cabo Enfermeiro

José Carlos Moreira Machado

Furriel Mil.º Atirador

José da Silva Ferreira Duarte

1.º Cabo Atirador

José de Jesus Lourenço

Soldado Pára-Quedista

José Maria Fernandes Carvalho

Soldado Atirador

Justino Teixeira da Mota

2.º Sargento de Transmissões

Manuel Cabral Ribeiro

Soldado de Infantaria

Manuel da Silva Peixoto

Soldado Pára-Quedista

Manuel Maria Rodrigues Geraldes

Soldado Atirador

Manuel Vaz Montenegro

Soldado Atirador de Artilharia

 
 

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«Militares de Volta»

Noticiários e Eventos

Comunicados e Comentários

  Tributos às Mães dos Combatentes

Cemitérios e Campas

Legislação

 
 

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Apoio aos Veteranos de Guerra

Contagem do Tempo de Serviço Militar

"Stress" ou Deficiência Física adquirida em Campanha

Antigos Combatentes Prisioneiros de Guerra

Deficientes das Forças Armadas: Esclarecimentos

Antigos Combatentes - Stress: Esclarecimentos

 
 

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...alguns dos Portugueses que se distinguiram durante a guerra do Ultramar...

 
 

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Fotos cedidas por ex-Militares ou em sites próprios, do período da Guerra do Ultramar

Em duas frentes

Angola

Cabo Verde

Guiné

Índia

Macau

Moçambique

São Tomé e Príncipe

Timor

 

 

"Rumores de Guerra"

1955 > 1961

Angola

Mucaba 29-30Abr1961

Operação "NANDA"

Operação "Pedra Verde"

Batalhão de Caçadores 158

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Os Flechas

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CArt1469 - entre o Píri e Quibaxe

6 de Dezembro de 1966

Emboscada: 8 mortos

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Dragões de Angola

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"Subunidades operacionais do Exército, mobilizadas para reforço à 'Ordem de Batalha' da Região Militar de Angola (1960-1975)"

Guiné

Operação "Tridente"

(o "antes" e o "depois")

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Madina de Boé - 48 Militares morreram no Rio Corubal

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20Abr1970: Memória do Massacre do Chão Manjaco (Guiné)

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Operação "Mar Verde"

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10 de Dezembro de 1973

9 militares mortos em consequência da emboscada lançada pelo PAIGC (Mamboncó, no itinerário Bissau>Mansabá)

Moçambique

28 de Outubro de 1968:

Ataque da Frelimo a um acampamento da CEng2393

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CCac2321 - Serra do Mapé

 Na manhã do dia 05Jan1969

Tombaram em combate 8 Camaradas

Naquela mesma manhã foram abertas 8 covas

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CCac2422 - «curva da morte»

6 de Agosto de 1969

9 mortos e 16 feridos

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O desastre de Mopeia

Operação "Nó Górdio"

João Manuel de Castro Guimarães

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AM51 - Mueda - acidente aeronáutico: 02Mai1973

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"Traição de Omar"

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3ª/BCac4811/72

Prisioneiros de Guerra

Lussanhando )Niassa)

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Ilustrações relativas à guerra em Moçambique

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EAM de Moçambique

Grupos Especiais (Moçambique)

Pisteiros de Combate

"Exército" online:

Batalhão de Artilharia 741

Batalhão de Artilharia 1854

Batalhão de Artilharia 1914

Batalhão de Artilharia 1924

Batalhão de Artilharia 2838

Batalhão de Artilharia 2857

Batalhão de Artilharia 8220/74

Batalhão de Caçadores 141

Batalhão de Caçadores 279

Batalhão de Caçadores 595

Batalhão de Caçadores 1916

Batalhão de Caçadores 2833

Batalhão de Caçadores 2858

Batalhão de Caçadores 2877

Batalhão de Caçadores 2889

Batalhão de Caçadores 2905

Batalhão de Caçadores 2911

Batalhão de Caçadores 2913

Batalhão de Caçadores 3838

Batalhão de Caçadores 3840

Batalhão de Caçadores 3850

Batalhão de Caçadores 3879

Batalhão de Caçadores 3880

Batalhão de Caçadores 4214/73

Batalhão de Caçadores 4511/72

Batalhão de Caçadores 4611

Batalhão de Caçadores 4910/72

Batalhão de Caçadores 5013

Batalhão de Cavalaria 745

Batalhão de Cavalaria 1879

Batalhão de Cavalaria 1883

Batalhão de Cavalaria 1917

Batalhão de Cavalaria 2899

Batalhão de Cavalaria 3878

Batalhão de Cavalaria 8322/74

Batalhão de Cavalaria 8423

1ª Companhia / BCac 4212/73

1* Companhia / BCac5010/74

3ª Companhia / BCac 4515/73

4ª C Caçadores Especiais

7ª C Caçadores Especiais

14:º Companhia de Comandos

C. de Caçadores Especiais 67

C. de Caçadores Especiais 307

Comando de Agrupamento 3952

Companhia de Artilharia 106

Companhia de Artilharia 422

Companhia de Artilharia 637

Companhia de Artilharia 785

Companhia de Artilharia 1525

Companhia de Artilharia 2732

Companhia de Artilharia 3494

Companhia de Artilharia 3514

Companhia de Caçadores 174

Companhia de Caçadores 274

Companhia de Caçadores 546

Companhia de Caçadores 758

Companhia de Caçadores 1428

Companhia de Caçadores 1430

Companhia de Caçadores 1496

Companhia de Caçadores 1631

Companhia de Caçadores 1678

Companhia de Caçadores 2367

Companhia de Caçadores 2378

Companhia de Caçadores 2613

Companhia de Caçadores 2676

Companhia de Caçadores 2677

Companhia de Caçadores 2702

Companhia de Caçadores 2759

Companhia de Caçadores 3

Companhia de Caçadores 3309

Companhia de Caçadores 3310

Companhia de Caçadores 3325

Companhia de Caçadores 3372

Companhia de Caçadores 3387

Companhia de Caçadores 3409

Companhia de Caçadores 3411

Companhia de Caçadores 3413

Companhia de Caçadores 3440

Companhia de Caçadores 3441

Companhia de Caçadores 3468

Companhia de Caçadores 3482

Companhia de Caçadores 3532

Companhia de Caçadores 3537

Companhia de Caçadores 4141

Companhia de Caçadores 4153

Companhia de Caçadores 4641

Companhia de Caçadores 4740

Companhia de Caçadores 4742

Companhia de Cavalaria 1482

Companhia de Cavalaria 2415

Companhia de Cavalaria 3419

Companhia de Cavalaria 3559

Companhia de Cavalaria 8457

Companhia de Transportes 2687

Companhia de P Militar 8241/72

Esquadrão de Cavalaria 149

Pelotão de Apoio Directo 1245

Pelotão de Morteiros 2138

Pelotão de Rec. Fox 8870

Secção Radar 2275

Eventos marcados para o ano de 2018

Janeiro (1) - Fevereiro (2) - Março (7) - Abril (33)

Maio (74) - Junho (62) - Julho (6) - Agosto (4)

Setembro (14) - Outubro (15) - Novembro (3) - Dezembro (2)

( ) - número de encontros e do conhecimento da equipa do UTW

Eventos marcados para o ano de 2019

Janeiro - Fevereiro - Março - Abril

Maio - Junho (2) - Julho - Agosto

Setembro - Outubro - Novembro - Dezembro

( ) - número de encontros e do conhecimento da equipa do UTW

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As unidades militares dos veteranos inscritos na mailing list

Angola (1263), Cabo Verde (19), Guiné (552), Índia (7), Macau (5)

Moçambique (1203), São Tomé e Príncipe (10), Timor (46)

( ) - número de inscritos por ex-província ultramarina

3105 veteranos inscritos

Ficheiros actualizados em 14 de Novembro de 2018, às 13H30

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Últimas actualizações:

16Nov

 

Livros: "O Estado Português na Índia de 1947 a 1962" - autoria: Marco António Veterano Domingos, Aspirante Aluno de Cavalaria. «Segundo a entrevista ao Sr. Major General Pereira Coutinho, os meios que existiam no EPI [Estado Português na Índia] eram antiquados e muitos deles obsoletos. Ainda assim o problema não eram os meios existentes, mas sim o estado de desgaste e de inoperacionalidade em que se encontravam. Um outro problema presente eram as munições pois muitas destas encontravam-se incapazes. Existia grande problema a nível de munições anticarro com a maioria dos disparos a não saírem do tubo das armas ou a não chegarem a explodir. Acrescenta ainda o Sr. Major General Pereira Coutinho, que a juntar ao estado em que se encontravam os meios, a falta de formação do pessoal era também um dos problemas das nossas forças....». Elementos cedidos por um colaborador do portal UTW

15Nov

 

Brasões, Guiões e Crachás: Distintivo do Pelotão de Polícia Militar 38 serviu Portugal na Província Ultramarina de Macau, no período de 13 de Setembro de 1962 a 22 de Setembro de 1964. Cedida pelo veterano Alberto Hélder Henrique dos Santos

15Nov

 

Brasões, Guiões e Crachás: Distintivo da Companhia de Polícia Militar 2428 serviu Portugal na Província Ultramarina de Macau, no período de 2 de Outubro de 1968 a 12 de Dezembro de 1970. Cedida pelo veterano Alberto Hélder Henrique dos Santos

15Nov

 

Brasões, Guiões e Crachás: Distintivo do Pelotão de Polícia Militar 932 serviu Portugal na Província Ultramarina de Macau, no período de 22 de Setembro de 1964 a 12 de Maio de 1966. Cedida pelo veterano Alberto Hélder Henrique dos Santos

15Nov

 

Brasões, Guiões e Crachás: Distintivo do Pelotão de Polícia Militar 8275/74 serviu Portugal na Província Ultramarina de Macau, no período de 30 de Maio de 1974 a 6 de Outubro de 1975. Cedida pelo veterano Alberto Hélder Henrique dos Santos

15Nov

 

Brasões, Guiões e Crachás: Distintivo do Pelotão de Polícia Militar 8270/74 serviu Portugal na Província Ultramarina de São Tomé e Príncipe, no período de 16 de Outubro de 1974 a 11 de Julho de 1975. Cedida pelo veterano Alberto Hélder Henrique dos Santos

14Nov

 

 

Livros: "As operações psicológicas (PSYOPS): a experiência portuguesa na guerra do ultramar de 1961-1974" - autoria: Marco António Ribeiro Caldas Domingues, Aspirante Aluno de Infantaria.«...“uma vez conheci um régulo de nome Bumbolibodzi que dizia que era deus e era muito respeitado pelas populações da zona. Quando me encontrei com o Tenente-Coronel Alves Morgado do COFI propus que se tirasse uma fotografia do régulo ao meu lado para criar um panfleto a convidar as populações a deslocarem-se para junto da zona da companhia. Começámos a construir um aldeamento e demos o nome do régulo à “avenida” principal. O que é certo é que as populações começaram a apresentar-se no local e o aldeamento foi crescendo. Cada família tinha um campo delimitado para poder cultivar e reunimos muito gado também. A população começou a ficar afeiçoada à companhia e faziam festas para as quais convidavam os militares”...». Elementos cedidos por um colaborador do portal UTW 

14Nov

 

Brasões, Guiões e Crachás: Distintivo do Pelotão de Polícia Militar 8270 serviu Portugal na Província Ultramarina de São Tomé e Príncipe, no período de 5 de Agosto de 1972 a 28 de Outubro de 1974. Cedida pelo veterano Alberto Hélder Henrique dos Santos

13Nov

 

 

Monumentos, Memoriais e Campas: Freguesia de Sarilhos Grandes, Concelho do Montijo: Memorial em Honra dos Soldados Portugueses, inaugurado no dia 10 de Novembro de 2018. «cumprir um dever de consciência patriótica, prestando homenagem a todos os combatentes portugueses, exaltando e preservando a sua memória para sempre» - «como um testemunho e o reconhecimento merecido aos combatentes e às Forças Armadas portuguesas»

13Nov

 

 

Condecorações: HONRA E GLÓRIA e nota de óbito: Cruz de Guerra, de 3.ª classe, 2 Medalhas de Mérito Militar e Medalha de Reconhecimento - Faleceu no dia 6 de Novembro de 2018 o veterano Gustavo Henriques Rebelo de Sousa, Tenente-Coronel de Infantaria na situação de reforma. Serviu Portugal no Estado da Índia Portuguesa e na Província Ultramarina de Angola, como comandante da Companhia de Caçadores 12 (Índia Portuguesa), como Oficial de Informações e Operações /Adjunto do Batalhão de Caçadores 774 (Angola) e 2.º comandante do Batalhão de Caçadores 2855. Informação do veterano Pedro Figueiredo e outros elementos cedidos por um colaborador do portal UTW

12Nov

 

 

Encontros: Homenagem aos Combatentes Falecidos no Ultramar do concelho de Vila Real que terá início às 11 horas, com missa na Capela Nova, pelas 12 horas descerramento de uma placa com os nomes dos falecidos e colocação de flores no Monumento em frente ao Regimento de Infantaria 13, seguindo-se um breve convívio naquele Regimento. Informação de Duarte Carvalho.

12Nov

 

 

Livros: "Características de Actuação das Tropas Pára-quedistas nas Guerras de África (1961-1974) autoria: Luís Filipe Ricardo Branquinho, Aspirante Aluno de Infantaria. «...Ao aproximar-se a 1ª vaga de helicópteros foi avistada uma trincheira ocupada por forças inimigas, pelo que o grupo de combate foi colocado a cerca de 100 m desta, batida instantaneamente pelo helicanhão. Desembarcados num terreno de bolanha que não oferecia qualquer protecção, os caçadores pára-quedistas levantaram-se e lançaram-se ao assalto das posições inimigas. Os minutos que se seguem são marcados por disparos e deslocamentos em zigue-zague na direcção dos abrigos, para os quais se lançam granadas. Simultaneamente, o Capitão procurou estabelecer ligação com o PCA85 de forma a informá-lo de toda a situação....». Elementos cedidos por um colaborador do portal UTW 

12Nov

 

Brasões, Guiões e Crachás: Distintivo do Pelotão de Polícia Militar 2026 serviu Portugal na Província Ultramarina de São Tomé e Príncipe, no período de 17 de Abril de 1968 a 22 de Maio de 1970. Cedida pelo veterano Alberto Hélder Henrique dos Santos

12Nov

 

Brasões, Guiões e Crachás: Distintivo do Pelotão de Polícia Militar 1083 serviu Portugal na Província Ultramarina de São Tomé e Príncipe, no período de 27 de Maio de 1966 a 13 de Maio de 1966. Cedida pelo veterano Alberto Hélder Henrique dos Santos

12Nov

 

Livros: "A Introdução da G3 na Guerra de África - Implicação nas Tácticas, Técnicas e na Organização do Pelotão de Infantaria, no Teatro de Operações Angolano" - autoria: Filipe António Martins dos Reis, Aspirante-a-Oficial Aluno de Infantaria. «...Numa guerra que durou treze anos a G3 foi a arma que marcou a Guerra de África, de 1961 a 1974, provavelmente a mais conhecida e utilizada pelas Forças Armadas Portuguesas, sendo também a que mais gerações marcou como arma padrão do Exército Português. "Atrevemo-nos a dizer que (...) a arma mais difundida em todo o mundo poderia ser a G-3 em vez da universal AK-47 Kalashnikov, não só pela sua simplicidade mecânica mas também resistência a todo o tipo de tractos" ...». Elementos cedidos por um colaborador do portal UTW 

11Nov

 

Brasões, Guiões e Crachás: Distintivo do Pelotão de Polícia Militar 952 serviu Portugal na Província Ultramarina de São Tomé e Príncipe, no período de 9 de Maio de 1964 a 21 de Junho de 1966. Cedida pelo veterano Alberto Hélder Henrique dos Santos

11Nov

 

 

"Na Efeméride Centenária do Armistício da Grande Guerra, prestamos Tributo a quantos nos precederam no cumprimento do dever militar" - 11Nov1918 > 11Nov2018. Excertos de "O Ultramar Português, a Grande Guerra e algumas Consequências": «Figurou-se a hipótese dos alemães, recuando diante do general Botha, entrarem na província de Angola, não para se acolher à nossa protecção mas para eleger domicílio em nossa casa: segundo uns, os alemães viriam ao Humbe, subiriam até ao planalto e ali se instalariam na disposição de tomar Moçâmedes, servida por caminho-de-ferro; segundo outros, eles seguiriam o curso do Lubango, iriam até ao planalto de Benguela e ali se instalariam provavelmente como hóspedes.». «Aos primeiros alvores de sábado, a artilharia alemã flagela na Serra da Mecula as posições portuguesas, sucedendo-se vagas de assalto que forçam a maioria dos landins moçambicanos a fugir, enquanto o restante efectivo português – com as tropas britânicas a 3 dias de viagem –, se defende à baioneta contra o avanço dos milhares de askari. Mas, ultrapassada a primeira resistência da companhia indígena, e com a morte em combate dos oficiais de infantaria capitão Sousa Guedes e tenente miliciano Viriato de Lacerda»

10Nov

 

Texto: «Memórias de Guerra» da autoria do veterano José Da Silva Marcelino Martins, Furriel Mil.º de Transmissões. Serviu Portugal na Província Ultramarina da Guiné integrado na Companhia de Caçadores 5 «OS GATOS PRETOS», no período de 1968 a 1970.

10Nov

 

Brasões, Guiões e Crachás: Distintivo da Companhia de Polícia Militar 222 serviu Portugal na Província Ultramarina de São Tomé e Príncipe, no período de 26 de Junho de 1961 a 4 de Setembro de 1963. Cedida pelo veterano Alberto Hélder Henrique dos Santos

09Nov

 

 

Procura: O veterano António Coelho que no período de Maio de 1967 a Junho de 1969 serviu Portugal na Província Ultramarina de Angola integrado na Companhia de Artilharia 1700/RAC, procura pelos seus seus camaradas-de-armas Carlos Alberto Norte, Electricista, e Carlos Alberto Jesus Pinto, Mecânico, que em igual período serviram naquela subunidade de artilharia.

09Nov

 

 

Encontros:: Almoço Convívio do Batalhão de Cavalaria 3845 «PERGUNTAI AO INIMIGO QUEM SOMOS». Serviu Portugal na Província Ultramarina de Angola, no período de Junho de 1971 a Junho de 1973, vai realizar-se em Almeirim, no dia 15 de Junho de 2019. Informação de Armando de Jesus  Jorge

09Nov

 

 

Condecorações: HONRA E GLÓRIA - Cruz de Guerra de 4.ª classe e Prémio 'Governador': Fernando Reis de Almeida, Soldado de Infantaria 'Sapador', n.º 10131470. Serviu Portugal na Província Ultramarina de Angola integrado na CCS/BCac2886, no período de 28Out1969 a 03Nov1971. «...Apesar de fisicamente diminuído e sangrando abundantemente por ter sido ferido nas costas, logo aos primeiros tiros do inimigo, indiferente à dor e patenteando extraordinária abnegação e valentia, reagiu imediatamente, lançando-se com ousadia na perseguição do inimigo, até cair desfalecido, devido não só ao grande esforço despendido, como às dores que sentia e ao sangue perdido....»

 08Nov

 

 

Livros: "O Emprego Operacional das Unidades de Reconhecimento Blindado na Guerra de África (1961-1975)" - autoria: Flávio André Jesus da Silva, Aspirante de Cavalaria. «...Aparece assim uma oportunidade para o emprego das viaturas blindadas ligeiras que equipavam estas forças. Numa guerra que era feita na “picada” estas unidades providenciavam a proteção necessária a colunas militares, não comprometendo as mesmas em termos de mobilidade....».  Elementos cedidos por um colaborador do portal UTW

08Nov

 

 

Condecorações: HONRA E GLÓRIA - Cruz de Guerra de 4.ª classe e Prémio 'Governador': Domingos Antunes Correia, Soldado Condutor Auto n.º 03303369. Serviu Portugal na Província Ultramarina de Angola integrado na CCS/BCac2889, no período de 11Nov1969 a 28Nov1971. «...provocaram imediatamente baixas nas NT, ter continuado, com grande sangue-frio, a condução da sua viatura, procurando tirá-la da zona de morte e só a desligando quando sentiu os pneus furados pela acção do inimigo. Em seguida, com total desprezo pela sua segurança, deslocou-se para junto de um camarada ferido que se encontrava exposto, trazendo-o para um local seguro e, posteriormente, ainda debaixo de fogo, deslocou-se novamente ao local onde ficaram os outros seus camaradas mortos, tendo conseguido recuperar não só as armas destes, como as dos feridos. ...»

06Nov

 

 

Livros: "Modelo de Informações Português no Teatro de Operações de Angola 1961-1974" - autoria: Daniel Gonçalves Valério , Aspirante Aluno de Cavalaria. «...É notório o trabalho doutrinário efetuado para responder ás necessidades de atuação no campo das Informações num conflito subversivo. Nesse contexto importa explicar qual era a importância das Informações neste tipo de combate e a lógica do Exército Português para o uso de Informações....». Elementos cedidos por um colaborador do portal UTW

06Nov

 

 

Encontros: Almoço Convívio e Comemoração do 55.º Aniversário do Regresso da Companhia de Caçadores 188 do Batalhão de Caçadores 184 «PELA PÁTRIA POR ANGOLA». Serviu Portugal na Província Ultramarina de Angola, no período de Julho de 1961 a Novembro de 1963, vai realizar-se em São Brás de Alportel, no dia 18 de Novembro de 2018. Informação de Emília Guerreiro

06Nov

 

 

Condecorações: HONRA E GLÓRIA - Medalha de Mérito Militar de 4.ª classe e Prémio 'Governador': João Augusto Alves Pécurto, 1.º Cabo de Artilharia, n.º 10737168. Serviu Portugal na Província Ultramarina de Moçambique integrado na CArt2632/BArt2898, no período de 21Nov1969 a 11Nov1971. «...após o rebentamento de uma mina anticarro que destruiu uma viatura da coluna em que seguia, se destacou pela calma, presença de espírito e actividade, socorrendo, com risco da própria vida, camaradas envolvidos em chamas e retirando-os oportunamente da zona crítica com muito sangue-frio e espírito de sacrifício...

03Nov

 

 

Livros: "O modo português de fazer a guerra no teatro de operações de Angola" - autoria: Cláudio Miguel Henriques Pires, Aspirante-a-Oficial Aluno de Infantaria. «...O relacionamento que os comandantes devem ter com os seus subordinados é um aspecto fundamental em tempo de guerra e o modo como foi efectuado nesta guerra é quase um exemplo a seguir. Num clima de guerra os sentimentos estão mais à flor da pele e os laços pessoais criados em combate serão naturalmente mais vincados, especialmente nas pequenas unidades. Estes privam de sofrimentos como a perda de camaradas / amigos, fome, fadiga, stresse, etc., de uma forma mais próxima. ...». Elementos cedidos por um colaborador do portal UTW

31Out

 

 

Condecorações: HONRA E GLÓRIA - Cruz de Guerra, de 4.ª classe (título póstumo): António Victor Prachedes, 1.º Cabo Atirador de Cavalaria, n.º 05290365. Serviu Portugal na Província Ultramarina de Angola integrado na CCav1535/BCav1883 - A notícia da homenagem ao HERÓI NACIONAL: António Victor Prachedes - Cruz de Guerra, de 4.ª classe (título póstumo) - A Sra. sua Mãe com a Cruz de Guerra, de 4.ª classe - Notícia no DL com os nomes dos militares agraciados na cerimónia do Terreiro de Paço - O seu Batalhão: BCav1883

31Out

 

 

Livros: "O papel dos Grupos Especiais Paraquedistas em Moçambique de 1971 a 1974" - autoria: Bruno Manuel Magalhães Amorim (Aspirante de Infantaria). «...Os Grupos Especiais Paraquedistas foram um exemplo único, de forças constituídas essencialmente por militares nativos enquadrados por oficiais e sargentos portugueses no território moçambicano. A atuação destes grupos traduziu-se num caso de sucesso, pela novidade que trouxeram a nível da sua orgânica e atuação operacional. A sua integração na manobra das Forças Armadas portuguesas representou um ganho significativo no plano militar e político seguido por Portugal.». Elementos cedidos por um colaborador do portal UTW

30Out

 

 

Livros: "A acção do General Costa Gomes como Comandante-Chefe em Angola (70-72)" - autoria: André da Rocha Gonçalves (Aspirante Aluno de Cavalaria). editor: Academia Militar, 1.ª edição. Lisboa, Setembro de 2011. 88 págs (formato pdf) ilustrado. Elementos cedidos por um colaborador do portal UTW

29Out

 

 

Condecorações: HONRA E GLÓRIA - Medalha de Cobre de Valor Militar, com palma (Título póstumo): Eduardo de Sousa Martins de Almeida, 1.º Cabo Mecânico Auto Rodas, n.º 826/60-A, natural da freguesia da Borralha, concelho de Águeda, solteiro, filho de José Martins de Almeida e de Maria José de Sousa Miranda. Serviu Portugal na Província Ultramarina de Angola integrado na Companhia de Caçadores Especiais 63 (CCE63) / 4.ª Companhia de Caçadores Especiais (4ªCCE). Tombou em combate no dia 28 de Julho de 1961. Paz à sua Alma. Este HERÓI NACIONAL ficou inumado no cacifo 3-M do ossário militar português do cemitério municipal de Santana (Catete), em Angola.

29Out

 

 

Nota de óbito: Faleceu, no dia 25 de Outubro de 2018, o veterano Carlos Manuel Pacheco Silva. Mobilizado Mobilizado pelo Batalhão Independente de Infantaria 18 (BII18 - Ponta Delgada) para servir Portugal na Província Ultramarina de Angola integrado na Companhia de Caçadores 3368, no período de Abril de 1971 a 17 de Abril de 1973. Paz à sua Alma. Elementos cedidos por um colaborador do portal UTW

Última Actualização:

16Nov2018 - 13H50

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Contributos para a história:

Há meio século, Cumprir o Dever em defesa de pessoas e bens, sem olhar a benefícios...

Apontamentos de um soldado em África - Para que da Memória se faça História

"Elefante Dundum - Missão, Testemunho e Reconhecimento"

Para memória futura ...

Apoio Médico-Sanitário nos teatros-de-operações ultramarinos

1961 > 1975

"Madrinhas de Guerra"

Cartas do Ultramar

Designação das Unidades, Subunidades e Outras nas ex- Províncias Ultramarinas Portuguesas

«Cinquentenário da Perda do Estado da Índia Portuguesa»

18Dez1961 > 18Dez2011

Armada Portuguesa na Guerra do Ultramar

Força Aérea Portuguesa na Guerra do Ultramar

Comemorações dos 50 Anos, da Formação de 'Tropas Comandos' nas Forças Armadas Portuguesas

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14ª Companhia de Comandos

33ª Companhia de Comandos

37ª Companhia de Comandos

38ª Companhia de Comandos

2041ª Companhia de Comandos

2042ª Companhia de Comandos

Regimento de Cavalaria 3

Regimento de Engenharia 1

Regimento de Infantaria 5

A Marinha Mercante Portuguesa ao serviço das Forças Armadas de Portugal - 1957 > 1975

Movimento Nacional Feminino

«POR DEUS E PELA PÁTRIA»

Óbitos:

Listagem contendo os nomes dos Veteranos de Guerra falecidos após o términos da sua comissão de serviço na Guerra do Ultramar

Jornal do Exército - Artigos de interesse dos veteranos da Guerra do Ultramar

A Guerra do Ultramar na Comunicação Social e Outros

«Prós & Contras» RTP1 (15Out2007)

ADFA: Associação dos Deficientes das Forças Armadas

APOIAR: Associação de Apoio aos Ex-Combatentes Vítimas do Stress de Guerra

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ACUP (Associação Combatentes do Ultramar Português)

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