Trabalhos, textos sobre operações militares ou
livros

Jorge Ribeiro
Jorge Ribeiro, jornalista
e escritor. Repórter de guerra na África colonial,
constituiu uma experiência que enquadrou toda a sua
produção literária nesta área, onde títulos como
Capital Mueda e
Marcas da Guerra Colonial continuam a merecer
reedições. Centenas de artigos na imprensa, durante
anos, reflectem uma investigação contínua da História do
Colonialismo Português. É nesse contexto que surge a
história do último tabu do Império: S. João
Batista D’Ajudá – o
seu primeiro romance na Arca
das Letras.
Autor e
realizador do único programa da rádio portuguesa
produzido até hoje sobre os 13 anos de guerra em Angola,
Guiné e Moçambique («Noites
de África» / Rádio Press
1992-93), Jorge Ribeiro foi director de quatro estações
de rádio, chefe de redacção do JN,
e fez televisão durante 15 anos. Presidente do
TEP e fundador do FITEI, é
SG da Associação dos
Jornalistas e Homens de Letras do Porto.
Fonte:
http://arcadasletras.no.sapo.pt/autores.htm
"S.
João Batista D'Ajudá"
título: "S.
João Batista D'Ajudá"
autor:
Jorge Ribeiro
publicação: Porto - Arca das Letras, 2006s
1ªed.
Lisboa, 24Out2003
199 págs
ISBN:
972-8882-16-5
«S. João Batista
d'Ajudá» é um ensaio / romance onde pela primeira
vez se fala do «dominó colonial» português e da
queda da sua primeira pedra. Foi incluído pela
Crítica na área da literatura que fala do conflito
do Ultramar
S.
João Batista D'Ajudá é um romance
histórico que tem como pano de fundo a queda da
primeira parcela do Império chegada ao século XX –
precisamente, o território onde, há séculos, os
portugueses instalaram o maior entreposto da
Escravatura.
S. João Batista
D’Ajudá manteve-se tabu antes e depois do 25 de
Abril. Até agora, em que o drama vivido naquele
ponto estratégico de África é o tema central da
história fascinante que enche o novo livro de Jorge
Ribeiro. Uma estória que nos ajudará, sem dúvida, a
compreender melhor a história do colonialismo
português."
O jornalista e escritor Jorge
Ribeiro acaba de escrever e apresentar um novo livro
com temática histórica e centrado em terras
africanas. Em Agosto completam-se 49 anos sobre a
data em que o Benim, então Daomé, se declarou
independente. Nesse dia, os primeiros do novo país
pediram ao governador português do enclave de Ajudá
que arreasse a Bandeira das Quinas e abandonasse o
território. Em Lisboa, Salazar recusou e deu ordens
para ficar. O que se passou a seguir tornou-se um
dos tabus mais densos do século passado, e é o tema
do novo livro de Jorge Ribeiro “S. João Batista
D’Ajudá”. A dramática expulsão dos portugueses da
colónia constituiu a queda da primeira pedra do
nosso dominó imperial. A efeméride foi evocada
naquele ponto remoto do Golfo da Guiné, com leitura
traduzida de excertos do livro de Jorge Ribeiro. A
Fortaleza de Ajudá é hoje um Museu da Escravatura.
Um livro com um pedaço da
história portuguesa. A não perder.
Fonte:
http://www.matosinhoshoje.com/index.asp?idEdicao=363&id=18168&idSeccao=2925&Action=noticia