.

 

Início O Autor História A Viagem Moçambique Livros Notícias Procura Encontros Imagens Mailing List Ligações Mapa do Site

Share |

Brasões, Guiões e Crachás

Siga-nos

Fórum UTW

Pesquisar no portal UTM

Livros

Trabalhos, textos sobre a Guerra do Ultramar ou livros

Imagem e texto cedido por um Veterano

Aniceto Afonso

Aniceto Henrique Afonso: nascido em 1942 em Vinhais; em 1963 completou o curso de Artilharia na Academia Militar e em 1969-71 cumpriu comissão de serviço em Angola.

Na 2ª semana de Set73 foi colocado na Chefia de Reconhecimento de Transmissões (CHERET) do Quartel General da Região Militar de Moçambique em Nampula. [...]

Em 1980 obteve em Lisboa a licenciatura em História pela Faculdade de Letras; em 1982-85 professor de "História Militar" na Academia Militar, desde 1985 Tenente-Coronel na reserva, em 1990 concluiu na citada Faculdade, o mestrado em História Contemporânea de Portugal; em 1993 foi nomeado director do Arquivo Histórico-Militar; e desde 1998 é membro da Comissão Portuguesa de História Militar.

Em 2007, cessou funções de director do Arquivo Histórico Militar; e em 16Jul2009 foi promovido ao posto de coronel, com a antiguidade de 1 de Julho de 1990

 

Grande Guerra -

Angola, Moçambique e Flandres 1914 - 1918

 

Imagem da capa do livro cedida por Ilídio Costa

 

Texto in:

"Grande Guerra

Angola, Moçambique e Flandres 1914 - 1918"

 

"...

39. Moçambique: Da reocupação de Quionga à invasão alemã

Logo após a declaração de beligerância com a Alemanha, Álvaro de castro estabeleceu para as tropas expedicionárias em Moçambique um plano de acção que continha os objectivos seguintes: ocupação de Quionga, cooperação com as tropas inglesas por forma a bater as forças alemãs e conquista urgente de uma parcela de terreno no Sul da colónia alemã, por forma a colocar em destaque a acção de Portugal junto das outras nações aliadas. A ocupação do triângulo de Quionga, no extremo Nordeste de Moçambique, foi levada a efeito a partir dos primeiros dias de Abril, após a guarnição alemã ter abandonado a zona e passado à margem esquerda do Rovuma. A soberania portuguesa nesta faixa de terreno viria a ser reconhecida pelo Conselho Supremo das Potências Aliadas e Associadas e restituída a Portugal, considerado seu proprietário originário e legítimo. Depois desta acção, foram levadas a efeito algumas operações, na tentativa de as tropas portuguesas atravessarem o Rovuma, operações ..."

 

Para visualizar o índice do livro clique aqui (formato "pdf")

(Se não possuir o Adobe Reader para visualização daquele índice, faça o download gratuito do programa clicando aqui)

 

© UTW online desde 30Mar2006

Traffic Rank

Portal do UTW: Criado e mantido por um grupo de Antigos Combatentes da Guerra do Ultramar

Voltar ao Topo