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Memoriais

Monumentos aos Combatentes, Memoriais e Campas

 

Monumentos aos Combatentes e Campas

(Listagens e imagens de memoriais e campas de antigos combatentes)

 

Em memória daqueles que tombaram em defesa de Portugal na Guerra do Ultramar

 

Machico

 

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Listagem dos mortos naturais do concelho do Machico

 

Machico

 

Homenagem do Município de Machico aos Combatentes que lutaram pela Pátria – 1961/1974

Para que a Memória não se apague

 

Notícia:

Jardim recorda memória histórica e heroísmo dos antigos combatentes

 

17/09/2013 - 13:26

 

“Homenagem do Município de Machico aos Combatentes que lutaram pela Pátria – 1961/1974, Para que a Memória não se apague” é o que se pode ler no monumento hoje inaugurado no Jardim da Graça em Machico, da autoria de Jacinto Rodrigues, que acrescentou, “nas costas” da obra «à Memória do meu Pai”. A escultura surgiu de um pedido do Núcleo do Funchal da Liga dos Combatentes, à autarquia, sendo que António Olim acedeu à solicitação, tornando Machico no segundo concelho da Madeira a ter um monumento em homenagem aos combatentes no Ultramar, seguindo-se a São Vicente.

 

A cerimónia, assistida por diversas entidades regionais e população em geral, contou com a presença do presidente do Governo Regional. Alberto João Jardim destacou a responsabilidade das Forças Armadas na construção da Pátria Portuguesa. «Portugal é hoje o mais antigo Estado-Nação da Europa, porque teve Forças Armadas, que conseguiram que um pequeno país, ainda por cima, periférico na Europa, conseguisse manter a sua independência nacional». A seu ver, «é por isso que as Forças Armadas continuam a ter uma grande responsabilidade neste país. Este país nasceu das suas mãos, o actual regime político nasceu das suas mãos. As Forças Armadas têm responsabilidade por tudo isto».

 

O presidente do Governo Regional sublinhou que o papel das FA é garantir a paz. «Ninguém concebe umas Forças Armadas para fazer a guerra. Concebe-se as Forças Armadas para garantir a paz e fazer a guerra àqueles que querem fazer a guerra». Para Jardim, «as armas não são para se abandonar. Umas forças armadas nunca abandonam as armas, repousam as armas. Mas estas devem estar repousadas para intervirem sempre que o interesse nacional o exigir».

 

Ao responsável pelo Núcleo do Funchal da Liga dos Combatentes, tenente coronel Bernardino Laureano, Alberto João Jardim garantiu que, dentro das disponibilidades financeiras do executivo, ajudar a instituição, recordando que, aquando a inauguração do monumento em São Vicente, «ouvi uma reivindicação sua justa e dei instruções ao secretário regional do Plano e Finanças para que num diálogo com a direcção do Núcleo se fossem resolvendo percursos que são necessários para fazer justiça aos homens que combateram».

 

Sobre os antigos combatentes, o chefe do executivo regional enalteceu ainda a coragem «destes homens, que foram de encontro daquilo que julgavam ser a solução que melhor ia servir a Pátria. Tinham esperança que a solução política ia ser encontrada e sabiam que o seu combate era para garantir a melhor solução possível para Portugal. Infelizmente, não se encontrou a solução que devia ser encontrada. De qualquer forma, fica na memória histórica e do povo o heroísmo daqueles que não fugiram e que lutaram nas Forças Armadas portuguesas».

 

 

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